Como fazer mudas – Quando usar as sementeiras?

Como fazer mudas – Quando usar as sementeiras?…

Semeadura e germinação das sementes

Tipos de sementeiras:

– A sementeira poderá ser construída diretamente no solo ou, em bandejas de isopor ou, em caixas plásticas, copinhos, saquinhos plásticos etc.

Sementes:

– Há vários tipos de sementes, algumas apresentam dormência vegetativa, outras não.

– Algumas germinam em poucos dias depois de plantada, outras não.

– É necessário conhecer a planta que se está querendo reproduzir.

– No caso das sementes adquiridas em lojas especializadas, essas informações vêm descritas na própria embalagem.

Regra geral:

– Toda semente necessita de condições ambientais favoráveis para germinar, ou seja: substrato de boa qualidade, umidade ideal, luz e calor na medida certa, bem como o tempo para sua emergência.

– Cada semente tem seu ponto ideal para desenvolvimento e partida do seu embrião.

– Diante disso, quando não se tem o conhecimento necessário, é bom pesquisar sobre o assunto para não perder o que se está querendo fazer abrolhar.

– As sementes, geralmente, precisam ficar soterradas, umas mais, outras menos, para que o ar não reseque o seu envoltório. Em regra geral esse envoltório precisa estar umedecido para se abrir, dando passagem ao embrião em desenvolvimento.

Nota:

Para sementeiras feitas diretamente no solo:

– Geralmente as sementes ao germinarem, são sensíveis ao sol a pino, nesse caso deverá fornecer uma cobertura que poderá ser feita com tela sombrite, disponível no mercado com: 10%, 20%, 30%, 50%, de sombreamento, etc..

– À medida que as plantinhas forem crescendo, essa tela poderá ser parcialmente e gradativamente removida, para aclimatação das mudas.

Sementeiras em caixas plásticas ou bandejas:

– As caixas plásticas deverão apresentar o fundo perfurado para drenagem de água.

– A vantagem desse tipo de sementeira é que poderão ser relocadas para outros locais, onde as mudas sentirão menos o estresse, durante as estações de inverno, verão, e com as chuvas torrenciais da primavera.

– Inclusive na época da aclimatação, poderão fazer exposição gradativa dessas sementeiras ao sol.

Observação:

– Cada sementeira deverá receber apenas um tipo de semente na época do plantio, bem como, constar a identificação da planta que ora está sendo semeada.

– Dependendo do porte da planta, a sementeira deverá receber uma quantidade desejável de sementes para que as mudas, após nascer,  não sufoquem umas às outras, e tenha  espaço suficiente para crescer satisfatoriamente, até o momento de ser repicadas para seus locais definitivos.

– Caso utilizar bandejas de isopor, recomenda-se semear de 2 a 3 sementes por célula, e após a germinação deverá ser feito o desbaste da plantinha menor, deixando apenas uma planta por célula.

– Na etapa de formação das mudas, não se deve aplicar adubação química, pois, as plantinhas  nesta fase, são muito sensíveis, e os fertilizantes acabarão matando-as.

Substrato das sementeiras:

– O substrato deverá ser de boa qualidade e apresentar as seguintes características:

– Baixa densidade (ser leve – fofo).

– Elevada capacidade de retenção de água.

– Boa aeração.

– Boa drenagem.

– Isenção de fitopatógeno (pragas e doenças).

– PH neutro.

Vantagem de usar sementeiras:

– Recomenda-se o uso de sementeiras para plantas frágeis, e que precisam de maior controle, pois, poderão ser removidas com facilidade,  quanto às intempéries meteorológicas: Sol escaldante, ventos fortes, chuvas torrenciais e geada.

Consideração final:

– Sementes relativamente grandes, como: feijão, girassol, abóbora, etc. deverão ser semeadas em seus locais definitivos, pois, apresentam grande reservas energéticas em seu cotilédones.

Leia Mais

Como fazer mudas – Horta orgânica – Como preparar um substrato para Horta

Como fazer mudas – Horta orgânica

 Como preparar um substrato para Horta

 Como preparar substrato para mudas

Características gerais:

– O pontapé inicial para se ter uma horta de boa qualidade e produção, começa com a escolha de um local apropriado, desde que este seja bem arejado e ensolarado. Horta em locais sombreados não é aconselhável, pois a grande maioria das hortaliças necessita de alta luminosidade, pelo menos algumas horas por dia.

– Em segundo lugar, vem o cuidado com a preparação do solo.

– Os canteiros deverão ser preparados em locais ensolarados.

– O local escolhido, deverá ter fácil acessibilidade à fonte de água.

Dimensões dos canteiros:

– Para facilidade dos tratos culturais, aconselha-se:

– Largura dos canteiros, em média, 1,0 metro.

– Comprimento, conforme necessidade.

Solo:

– O solo deverá ser fértil, drenável, enriquecido com esterco orgânico, bem curtido.

Preparo do solo dos canteiros:

– Revolver o solo dos canteiros a uma profundidade média de 25 cm.

Incorporar ao solo 300 g de superfosfato simples, para cada 10 m² de canteiro.

– Incorporar também ao solo do canteiro, 20 a 30 litros/m² de esterco animal, bem curtido.

– Caso haja disponibilidade, também poderá ser adicionado ao canteiro, 50 gramas/m², de farinha de osso.

– Os materiais adicionados, deverão ser totalmente homogeneizados e, irrigados todos os dias, para que os se incorporem totalmente ao solo, antes do recebimento das mudas.

– Esse procedimento deverá ser realizado, em média, 30 dias antes da semeadura, ou, do repique das mudas, anteriormente preparadas.

Sementes:

– As sementes deverão ser compradas em lojas especializadas: Sementes certificadas.

– Após aplicação das sementes ao solo, cobri-las com uma fina camada de terra peneirada.

Solo das sementeiras:

– O solo, que servirá de substrato para as futuras mudas, deverá ser preparado com antecedência, antes mesmo de receber as sementes.

– O solo das sementeiras deverá ser de boa qualidade, para que as mudas nasçam e cresçam com total vitalidade.

– Preparação do solo, com esterco animal (bovino): Misturar terra de boa qualidade com o esterco bem curtido na seguinte proporção: 2 : 1, ou seja: duas partes de terra para uma parte de esterco.

– Preparação do solo, com esterco animal (ovino ou cama de frango): Misturar terra de boa qualidade com o esterco bem curtido na proporção de 3: 1.

– O composto deverá ser totalmente homogeneizado, preparado com antecedência, e regado todos os dias para que os materiais adicionados se incorporem totalmente.

– Num solo sem nutrientes, as sementes poderão até nascer, mas, não sobreviverá por muito tempo.

As sementeiras, geralmente, necessitam de proteção, em seus primeiros dias de vida.

– O sombreamento para as sementeiras, na obtenção de mudas, poderá ser conseguido com telas “sombrite”, disponíveis no mercado com: 10%, 20%, 30%, 50%, de sombreamento, ou mais.

Nota:  O substrato dos canteiros, bem como o substrato das sementeiras deverão apresentar os seguintes características:

– Baixa densidade (ser leve – fofo).

– Boa aeração.

– Elevada capacidade de retenção de água.

– Boa drenagem.

– Controle de fitopatógeno (pragas e doenças).

– PH neutro.

– E custo acessível.

Transplante das mudas para seus locais definitivos:

– As mudas feitas em sementeiras deverão ser repicadas, quando atingirem, em média, 10 cm de altura.

– Em média, dois a três dias antes do repique das mudas, retira-se a tela de proteção “sombrite”, para aclimatação.

– Transplantar as mudas para os locais definitivos, já aclimatadas à luz solar, preferencialmente em dias nublados, chuvosos ou, à tardinha quando o sol estiver com sua luminosidade mais branda.

– Após transplante das mudas para seus locais definitivos, os canteiros deverão ser irrigados com cuidado e moderação.

– Regar diariamente, pela manhã e à tarde, sempre quando o sol estiver com sua luminosidade mais branda.

– Manter o solo dos canteiros sempre com média umidade, sem provocar encharcamento.

Sementeiras:

– As sementeiras, dependendo da disponibilidade, poderão ser feitas no próprio solo da horta, em bandejas de isopor, copinhos, saquinhos plásticos, caixas plásticas com furos para drenagem de água, etc. Mas sempre em locais semissombreados.

Nota:

– Existem no mercado outros tipos de substrato que também poderão também ser utilizados: húmus de minhoca, terra vegetal, casca de arroz carbonizada, carvão triturado, etc. Caso haja disponibilidade poderá ser incorporados ao solo dos canteiros.

Resumo:

-O sucesso da horta orgânica dependerá dos tratos culturais, das regas feitas em horários específicos: diariamente pela manhã e à tardinha, quando o sol estiver mais brando, dos cuidados (fitopatógeno): controle dos invasores (pragas e doenças), evitando a utilização de pesticidas e/ou, inseticidas químicos.

Leia Mais

Como fazer mudas de Guapuruvu

Como fazer mudas de Guapuruvu

Nome científico: Schizolobium parahyba

Nomes populares: Pau-de-canoa, Pau-de-tamanco, Pau-de-vintém, Guarapuvu, Guavirovo, Igarapobu, Paricá, Pataqueira, Bacurubu, Bacuruva, Bacuruvu, Badarra, Birosca, Faveira, Ficheira, Gabiruvu, Gapuruvu, Garapuvu, Guapiruvu,

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– O guapuruvu é uma árvore de grande porte, atinge de 20 a 30 metros de altura.

– Trata-se de uma árvore pioneira de tronco retilíneo, com ramificações e galhadas abertas apenas na parte superior.

– Trata-se de uma árvore de crescimento rápido.

– Por ser uma espécie de árvore pioneira, é indicada para recuperação inicial de áreas degradadas.

– Sua floração, (na cor amarela), geralmente, ocorre em agosto, numa época de escassez de flores, trazendo um grande alívio para as abelhas e outros insetos alados, que se alimentam de néctares.

– Árvore de madeira leve, clara, macia, largamente utilizada na confecção de artesanatos, caixeterias e outras embalagens.

– Os frutos (vagens) amadurecem no outono.

– Cada vagem carrega apenas uma semente grande, lisa, oblonga e rígida, envolta por uma membrana (asa papirácea) que se dispersa pelos ventos.

Propagação:

– A planta propaga-se por sementes.

– Por se tratar de sementes com tegumento (envoltório), duros e impermeáveis, para acelerar o seu processo de emergência é necessária a quebra de dormência.

– A quebra de dormência poderá ser feita da escarificação mecânica (o tegumento da semente deve ser desgastado no lado oposto ao hilo), ou, escarificação em ácido sulfúrico ou, imersão em água quente.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada à alta luminosidade e climas: Equatorial, Subtropical, Tropical.

– A planta deverá ser cultivada sol o sol pleno.

Solo:

– Planta deverá ser cultivada em solo fértil, enriquecido com material orgânico.

– O Substrato para os balainhos deverá ser a uma mistura totalmente homogeneizada de solo de boa qualidade e esterco animal bem curtido, na proporção de 2:1.

– Por tratar-se de sementes com taxa de germinação baixa, aplicar de 2 a 3 sementes por balainho. (Taxa de germinação – cerca de 70%).

– As sementes deverão ficar enterradas a uma profundidade média de 2 cm.

Regas:

– As regas deverão ser frequentes para manter o solo dos balainhos sempre com boa umidade.

Plantio definitivo:

– As mudas ao atingir 50 centímetros de altura, já poderão ser levadas a campo.

– As mudas devem ser irrigadas no seu primeiro ano de vida.

Nota:

– Por se tratar de uma planta higrófita, ela se adapta perfeitamente a locais úmidos como as margens de rios, sendo capaz de tolerar encharcamento temporários.

– Por sua característica tegumentar, as sementes permanecem viáveis por alguns anos se armazenadas em locais arejado e fresco.

Para ver um vídeo dessa árvore: CLICAR AQUI

Leia Mais

Como fazer mudas de Crista-de-galo – Como cultivar Celosia cristata

Como fazer mudas de Crista-de-galo – Como cultivar Celosia cristata

Nome Científico: Celosia cristata

Nomes Populares: Crista-de-galo, Amaranto, Celósia, Suspiro.

Origem: Ásia

Características gerais:

– Trata-se de plantas herbáceas de uso decorativo, de ciclo de vida anual, cuja altura pode ultrapassar 1,0 metros.

– O pico da floração, geralmente, ocorre no verão e, as inflorescências se apresentam nas cores: Vermelha, Rosa, Amarela, Creme, Roxa e Branca.

Propagação:

– A planta multiplica-se por sementes.

– As sementes poderão ser plantadas diretamente no solo do jardim, ou em copinhos descartáveis com furos para drenagem de água.

– O solo do jardim, antes de receber as sementes, deverá ser revolvido e adicionado uma boa quantidade de esterco animal bem curtido.

– O substrato do copinho descartável, deverá ser uma mistura totalmente homogeneizada de terra de boa qualidade com esterco animal bem curtido, na proporção de 2:1.

– As sementes deverão ser levemente enterradas no solo.

– As regas deverão ser apenas para manter o solo umedecido.

– As mudas no copinho descartável ao atingir, em média, dez centímetros de altura, já poderão ser transplantadas em seus locais definitivos.

– As sementes deverão ser plantadas no início do período chuvoso da primavera, pois o ápice do seu crescimento acontecerá nos meses quentes de verão, para que a planta floresça adequadamente.

– Se, os primeiros meses do seu desenvolvimento ocorrer durante a estação fria do inverno, a planta terá floração prematura, diminuindo o seu desempenho.

Clima:

– Trata-se de plantas adaptadas a climas: Equatorial, Tropical, Temperado, Mediterrâneo. Entretanto, é tolerante ao frio ameno do clima Subtropical.

– A planta necessita de alta luminosidade e deverá ser cultivada sob o sol pleno, mas, é tolerante à meia-sombra.

Solo:

– A planta requer solo fértil, enriquecido com matéria orgânica, textura leve e totalmente drenável.

Regas:

– As regas deverão ser efetuadas para manter o solo ligeiramente umedecido, sem provocar encharcamento.

Nota:

– Existem variedades anãs, adequadas à composição de bordaduras de jardins.

Como Cuidar da planta crista de galo – Manutenção:

– As regas deverão ser efetuadas de forma periódica, apenas para manter o solo umedecido.

– A adubação deverá ocorrer sempre antes da primavera.

– Realizar a limpeza da planta sempre que esta apresentar flores ou ramos mortos.

Leia Mais

Como fazer mudas – Como preparar o substrato para vasos e jardineiras.

Como fazer mudas – Como preparar o substrato para vasos e jardineiras…

Características gerais:

– Substrato, é o meio no qual as raízes se fixam para alimentar e dar sustentabilidade à planta que está sendo cultivada.

– Normalmente se prepara o substrato, misturando: duas partes de terra comum de boa qualidade, uma parte de areia lavada, ou de rio, e uma parte de composto orgânico bem curtido. Essa mistura deverá ser totalmente homogeneizada.

Observação: A areia somente deverá entrar nessa composição se, a terra comum utilizada,  apresentar consistência argilosa.

– A areia lavada entra nessa mistura para deixar o solo mais permeável, facilitando a entrada do oxigênio para as raízes, bem como a drenagem do excedente de água.

O substrato ideal deverá apresentar os seguintes requisitos:

– Maior absorção da água das regas, e drenagem do seu excedente.

– Fofo o suficientes para permitir as trocas gasosas, na respiração das raízes.

– Permeabilidade, para facilitar o aprofundamento e o desenvolvimento do sistema radicular da planta.

– Firme o necessário para dar estabilidade à planta.

– Reter os nutrientes necessários ao desenvolvimento da planta.

– Livre de contaminação de pragas e agentes causadores de doenças.

Há, no entanto, outros tipos de composição de substrato, utilizando outros tipos de materiais formados por fontes minerais ou orgânicas:

Substrato de fonte mineral:

Vermiculita:

– Fonte mineral:  A vermiculita nos períodos mais quentes do ano expande, e com esse aumento no volume, acaba afofando o substrato, melhorando a sua densidade..

Perlita:

– Fonte mineral: Extraída de rochas formadas por silicatos, composta de silício e oxigênio (SixOy).  Material largamente utilizado no cultivo de plantas suculentas. Pois, aumenta a capacidade de drenagem e uma maior aeração das raízes das plantas.

Substrato de fonte orgânica:

Casca de pinus:

– Fonte orgânica: Largamente utilizado no cultivo de orquídeas.

Casca de arroz carbonizada:

– Fonte orgânica: O processo de carbonização, elimina totalmente pragas e doenças, além de conter silício, um mineral que fortalece a planta nos ataques por fungos.

Turfa:

– Fonte orgânica: A turfa é originada de plantas cultivadas em regiões pantanosas.

Fibra de coco:

– Fonte orgânica: Originário do beneficiamento do subproduto do coco da Bahia.

– Largamente utilizado no cultivo de orquídeas.

Sphagnum e Hypnum:

– Fonte orgânica: São musgos produzidos em regiões alagadas, que depois de colhidos e desidratados guardam a capacidade de manter a umidade por períodos mais longos.

– Largamente utilizado no cultivo de orquídeas.

Húmus:

– Fonte orgânica: è o subproduto (Húmus), resultante da decomposição na compostagem por minhocas.

– No entanto, Não há um receituário específico para se preparar um substrato ideal, padrão. Cada planta tem as suas necessidades particulares.

– Mas, geralmente, utilizam-se os materiais disponíveis ou, os mais acessíveis.

– Poderá ainda, ser empregada uma combinação dos materiais acima descritos, entretanto deverá seguir, sempre, aquela velha regra:

O substrato ideal deverá apresentar os seguintes requisitos:

– Maior absorção da água das regas, e drenagem do seu excedente.

– Fofo o suficientes para permitir as trocas gasosas, na respiração das raízes.

– Permeabilidade, para facilitar o aprofundamento e o desenvolvimento do sistema radicular da planta.

– Firme o necessário para dar estabilidade à planta.

– Reter os nutrientes necessários ao desenvolvimento da planta.

– Livre de contaminação de pragas e agentes causadores de doenças.

– E mais:

-Dependendo da planta que se deseja cultivar, o substrato poderá ser enriquecido com adubação química: NPK, conforme a necessidade da planta, sempre obedecendo à recomendação do fabricante, descrita na embalagem.

– E a correção do pH. Para a correção do pH utiliza-se calcário.

Do mais, é prestar atenção com o desenvolvimento de sua planta, e manter os tratos culturais: (regas, luminosidade, vettilação etc.).

Leia Mais

Como fazer mudas de Agrião – Como cultivar Agrião

Como fazer mudas de Agrião – Como cultivar Agrião

Nome científico: Nasturtium officinale, Sisymbrium nasturtium-aquaticum e Rorippa nasturtium-aquaticum.

Nome popular: Agrião, Agrião d’água.

Origem: Europa.

Características gerais:

– Na natureza o agrião vegeta em água corrente, geralmente, nas bordas de córregos de água limpa. A adaptação para o cultivo doméstico é relativamente fácil.

– Trata-se de uma planta semiaquática que pode atingir de 10 a 20 cm de altura.

Propagação:

– A multiplicação poderá ser feita por sementes ou por estaquia de seus talos enraizados.

Por sementes:

– Pelo motivo de suas sementes apresentarem taxa de germinação relativamente baixa, geralmente a opção é utilizar o método de sementeiras, para depois repicá-las em seus locais definitivos, quando as mudas atingirem  altura média de 4 cm, ou apresentarem  quatro pares de folhas.

– O plantio em sementeiras, deverá ser semeando a lanço, com profundidade de 0,5 cm, e o canteiro mantido encharcado.

Por estaquia de talos enraizados:

– Utilizar os talos enraizados com comprimento médio de 15 cm.

– Retirar da planta matriz estacas de ponteiro com pelo menos duas gemas.

– O espaçamento entre as plantas poderá ser, em média, de 15 cm.

– A melhor época de plantio vai de janeiro a dezembro na Região Sul, de março a outubro no Sudeste e de abril a julho nas demais Regiões do País.

Cultivo:

– Trata-se de uma planta perfeita para o cultivo hidropônico.

– Mas, o seu cultivo também poderá ser feito em valas inundadas com água corrente, terrenos encharcados com água limpa, ou canteiros mantidos sempre com alta umidade.

Solo:

– O solo deverá ser fértil.

– O pH do solo deverá ser neutro ou levemente alcalino.

Canteiros:

– Para facilidade de manuseio e tratos culturais os canteiros deverão ter uma largura media de 1,0 metro.

– Afofar o solo a uma profundidade média de 25 cm.

– Misturar ao solo do canteiro10 kg/m² de esterco bovino bem curtido e, cerca de 30 g/m² de adubo granulado NPK formulação 10-10-10.

– Homogeneizar a mistura e nivelar o solo do canteiro.

– Os canteiros deverão ficar sempre encharcados com água limpa.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima ameno, com temperatura oscilando entre10°C e 20°C.

– Acima dos 25°C, a planta tende a florescer precocemente.

Luminosidade:

– O agrião necessita de boa luminosidade, com pelo menos algumas horas de sol direto diariamente.

– Em regiões de clima quente evite que a planta fique exposta ao sol nas horas mais quentes do dia.

Tratos culturais:

– É aconselhável a adubação química NPK – formulação 10-10-10, cerca de 30 g/m².

– Para evitar contaminação por fungos e bactérias, a planta não deverá entrar em contato com água contaminada por esgoto nem com estrume de animais in natura.

Colheita:

O ciclo reprodutivo do agrião é de 50 dias nas regiões quentes ou no verão e 70 dias na época fria.

Leia Mais

Como fazer mudas de Sempre-vivas – Como Propagar Sempre vivas

Como fazer mudas de Sempre-vivas

Nome científico: Helichrysum bracteatum.

Nome popular: Sempre-viva, flor-de-palha,

Origem: Austrália

Características gerais:

– Trata-se de uma planta decorativa, de ciclo de vida anual, que poderá atingir até um metro de altura.

– Apresenta flor em forma de capítulo, nas cores: rosa, branco, amarelo, laranja, violeta e vermelho, protegido por inúmeras brácteas secas.

Propagação:

– A multiplicação da planta é feita através de sementes.

– As sementes deverão ser plantadas em forma de sementeiras, para posterior repicagem.

– A época ideal para fazer a semeadura na Região Sul, vai de agosto a outubro, e para a Região Sudeste é setembro.

– As sementes deverão ser semeadas a uma profundidade de 0,5 cm.

– Manter o solo das sementeiras com umidade relativa, sem provocar encharcamento.

– A germinação ocorrerá em duas semanas.

– O transplante para os locais definitivos, poderá ser feito quando a muda atingir, em média, 10 cm de altura.

– O espaçamento recomendado das mudas transplantadas nos canteiros é de 30 cm entre plantas x 30 cm entre linhas.

Clima:

– Planta adaptada ao clima subtropical.

– Mas, poderá ser cultivada em todo o País, nas estações de clima mais ameno.

Luminosidade:

– Embora seja uma planta adaptada a clima ameno, requer alta luminosidade e deverá ser plantada em locais ensolarados.

Solo:

– O solo dos canteiros deverá ser fértil, rico em material orgânico, permeável.

Preparação dos canteiros:

– Para facilidade de manuseio e tratos culturais, os canteiros deverão ter uma largura média de um metro.

– Afofar o solo dos canteiros a uma profundidade média de 25 cm.

– Adicionar ao solo do canteiro, cerca de 500 g/m2, de esterco animal bem curtido e, cerca de 30 g/m2, de adubo químico granulado, NPR -4-14-8.

– Incorporar ao solo, de forma homogênea, os materiais adicionados.

– Nivelar a superfície do canteiro.

– Esse procedimento deverá ser feito, em média, 30 dias, antes do recebimento das mudas.

– Molhar os canteiros todos os dias que antecederem o recebimento das mudas, para que os materiais adicionados se incorporem totalmente ao solo.

Florescimento:

– A Floração irá depender das condições climáticas de cada região, mas, geralmente,  ocorrerá em 150 dias após a germinação.

 

Leia Mais

Como fazer mudas de Araruta – Como plantar Araruta

Como fazer mudas de Araruta – Como plantar Araruta

 Nome científico: Maranta arudinacea.

Nome popular: aguntingue-pé, araruta-caixulta, araruta-comum, araruta-palmeira e embiri.

Família: Marantaceae.

Origem: América do Sul, América Central, Antilhas.

 Características gerais:

– A araruta é uma planta herbácea perene rizomatosa.

– Os rizomas são caules prostrados que crescem horizontalmente sob o solo.

– Trata-se de uma planta de fácil cultivo. Pode ser cultivada em pequenas áreas, além de apresentar baixo custo de produção.

 Propagação:

A multiplicação da planta poderá ser feita de duas formas:

– Por divisão de touceira, ou:

– Por seus rizomas, que depois de transplantados, emitem raízes, folhas e ramos a partir de seus nós.  Pois, os rizomas da araruta são fusiformes, muito fibrosos que acumulam amido que formam as reservas para o desenvolvimento de uma nova planta.

– A planta cresce formando grandes touceiras que chegam a mais de 1 metro de altura.

Cultivares:

– As cultivares mais difundidas no Brasil são três:

A – Cultivar Comum:

B – Cultivar Creoula:

C – Cultivar Banana:

– As cultivares Comum e Creoula, são dominantes, sendo que a Comum é mais difundida comercialmente, por apresentar fécula de melhor qualidade.

Propagação:

– A propagação poderá ser feita por divisão de touceiras e, ou, por rizomas.

– Preferencialmente utilizam-se as extremidades dos pequenos rizomas ou parte deles.

– O plantio é feito em leiras, que facilita também na hora da colheita.

– Os rizomas são enterrados a uma profundidade média de 5 cm.

– A plantação deverá coincidir com o início do período chuvoso e/ou quente anual, podendo variar de acordo com cada região: No Sudeste, Centro-Oeste e Sul, ocorre de setembro a outubro; enquanto no Nordeste e Norte, entre novembro e janeiro.

Espaçamento:

O espaçamento recomendado gira em torno de 1 metro entre leiras e 50 centímetros entre plantas.

Solo:

– O solo deverá ser leve, arenoso e rico em matéria orgânica.

– O solo deverá ser arado com até 20 cm de profundidade para que fique bem fofo.

– Solos arenosos e profundos são os ideais por favorecer o crescimento dos rizomas.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5,8 a 6,3.

 Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a climas quente e úmido. Vegetando confortavelmente em temperaturas acima de 20°C.

– Poderá ser cultivada em grande parte do território nacional com exceção aos Estados do Sul e as regiões semiáridas do Nordeste.

Irrigação

– Manter o solo com umidade coerente, sem provocar encharcamento.

– Trata-se de uma planta relativamente sensível a falta d’água, entrando em dormência quando há períodos de estiagem.

 Tratos culturais:

– Trata-se de uma planta rústica e resistente a pragas e doenças.

– A araruta poderá até ser atacada por algumas pragas desfolhadoras, mas, isso, geralmente não comprometerá a produção dos rizomas.

– Executar capinas regulares a fim de remover as ervas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.

– Remover as flores da planta pode favorecer o crescimento dos rizomas.

 Colheita:

– A colheita terá início entre 6 a 9 meses após o plantio. E isso irá ocorrer preferencialmente quando as folhas tornarem-se amareladas, coincidentemente com o final do período chuvoso.

– A colheita poderá ser feita com o auxílio de um enxadão ou, arado tipo aiveca para revolver o solo, facilitando a coleta manual dos rizomas.

– Na ocasião da colheita, os menores rizomas de plantas saudáveis e produtivas, poderão ser separados para o replantio da próxima safra.

– Os rizomas destinados à industrialização, deverão ser lavados para remover o excesso de solo aderente.

– Totalmente limpos estarão prontos para o beneficiamento para extração da fécula ou farinha.

 Beneficiamento dos rizomas:

– Para a obtenção da fécula de araruta, seguir os passos abaixo:

1 – Os rizomas deverão estar totalmente limpos.

2 – Ralar ou triturar os rizomas até a obtenção de uma pasta fina (poupa).

3 – Diluir essa poupa em água potável, até o ponto de passar por finas peneiras a fim de remover o material fibroso.

4 – A mistura deverá ser deixada em repouso para que ocorra a decantação do amido no fundo da vasilha.

5 – Ao perceber o final do processo de decantação do amido no fundo da vasilha, a água deverá ser escorrida.

6 – Finalmente a parte sólida remanescente no fundo da vasilha deverá ser colocada para secar ao ar livre por alguns dias.

7 – Depois de seco, deverá sofrer um novo processo de esmagamento até transformar-se num pó branco. Que é a fécula ou polvilho.

8 – Depois de totalmente seco poderá ser armazenado em local também seco, para posterior uso doméstico.

Leia Mais

Como fazer mudas de Maxixe – Como plantar Maxixe

Como fazer mudas de Maxixe – Como plantar Maxixe

Nome científico: Cucumis anguria.

Nome popular: Maxixe.

Família: Cucurbitaceae.

Origem: África.

Características gerais:

– O maxixe é uma planta anual, típica de clima tropical.

– Pertence à família das cucurbitáceas, cresce em forma de trepadeira e, geralmente, desenvolve-se esparramando suas ramas pelo solo, As ramas podem atingir mais de dois metros de comprimento.

– Existem duas variedades: o Maxixe Caipira (com espinhos) e o Maxixe Japonês (sem espinhos).

Propagação:

– O maxixe se multiplica por sementes, geralmente plantadas em seus locais definitivos.

– Plantar de 2 a 3 sementes por cova, enterrando-as cerca de 2 cm de profundidade.

– Quando as plantinhas estiverem, geralmente, com dois pares de folhas, poderá ser feito o desbaste, deixando apenas uma ou duas plantas por cova.

Clima:

– Trata-se de uma planta totalmente adaptada ao clima quente, vegetando satisfatoriamente em temperaturas oscilando entre 20°C a 28°C.

– Para se tornar produtiva a planta requer condições de alta luminosidade, com luz solar direta, pelo menos algumas horas por dia.

– Em regiões de clima quente, o maxixe poderá ser cultivado o ano todo.

– Em regiões de clima mais ameno, o maxixe só poderá ser cultivado na primavera e no verão, entre os meses de agosto a fevereiro, nas estações mais quentes do ano.

Solo:

– O solo deverá ser leve, (arenoso ou, areno-argiloso), rico em matéria orgânica e, totalmente drenável.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5 a 6,5.

Irrigação:

– O solo deverá ser mantido com umidade constante, sem provocar alagamento. O melhor método é o de gotejamento direto no tronco da planta.

– Deverá se evitar molhar a parte aérea da planta, ou seja: ramos, folhas, flores e frutos, para evitar ataque de doenças.

Covas:

– As covas poderão ser abertas nas seguintes dimensões: 30x30x30 cm.

– Adicionar ao solo retirado da cova, uma dosagem considerável de material orgânico bem curtido.

– Misturar o material orgânico com o solo retirado da cova de forma homogênea antes de voltar o composto para dentro da cova.

– Marcar o local da cova com uma estaca.

– Aguar todos os dias que antecedem o cultivo, para facilitar que o material orgânico se incorpore totalmente ao solo da cova.

– Esse processo deverá ser feito, em média, trinta dias antes de receber as sementes.

Espaçamento:

– O espaçamento poderá ser de 3 metros entre linhas por 1 metro entre plantas.

Tratos culturais

– Deverão ser realizadas capinas periódica, para evitar as ervas invasoras que competem em nutrientes destinados à planta.

Colheita:

– Geralmente a colheita inicia-se em 60 dias depois do plantio.

– Os frutos deverão ser colhidos bem desenvolvidos, porém, tenros, antes do amadurecimento das sementes, estágio em que estarão no ponto ideal para o consumo.

Leia Mais

Como fazer mudas de Neem Indiano – Nim Indiano

Como fazer mudas de Neem Indiano – Nim Indiano

Nome científico: Azadirachta Índica.

Nome popular: Nim, Amargosa.

Origem: Índia

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore de grande porte, que pode chegar a mais de 30 metros de altura e 2,5 metros de circunferência do tronco.

– Pertence à família Meliaceae, a qual inclui o Mogno e o Cedro, porém, a única no seu gênero botânico.

– A planta é nativa na Índia e apresenta grande resistência à seca e, não tolera solos encharcados, mesmo que temporariamente.

– Além de abastecer a indústria madeireira, a planta é largamente difundida pelas suas propriedades medicinais e terapêuticas encontradas nas sementes, folhas e cascas.

Propagação:

– A planta propaga-se por sementes.

– As sementes deverão ser obtidas de árvores vigorosas desde que apresentam produção satisfatória.

– Por se tratar de sementes recalcitrantes, a semeadura terá que ser feita logo após a colheita. (Sementes recalcitrantes são aquelas que não podem ser conservadas, pois, não sobrevivem à perda de água, durante a secagem e/ou congelamento).

– As sementes não necessitam de tratamento especiai para germinação, basta a remoção da polpa do fruto.

Viveiro:

– É essencial a escolha da área para o viveiro, na formação das mudas.

– Esse local deverá ter solo de boa qualidade e, totalmente drenável, circulação de ar eficiente, disponibilidade de água para as regas.

Semeadura:

– A semeadura poderá ser realizada diretamente em sacos plásticos de polietileno, de tamanho médio, ou tubetes plásticos 290 cm³.

– As regas deverão ser diárias para manter o substrato levemente umedecido.

– A germinação das sementes ocorrerá entre 10 a 30 dias, dependendo do clima regional.

Substrato:

– O substrato deverá ser de boa qualidade.

– Misturar solo de textura média com material orgânico bem curtido, na proporção de 3:1.

Plantio definitivo:

– As mudas após atingirem uma altura média de 25 cm, já poderão ser repicadas em seus locais definitivos.

– Geralmente, o período de permanência da planta, dentro do viveiro, para chegar aos 25 cm de altura, tende a variar entre 50 a 100 dias.

– As mudas selecionadas para serem levadas a campo, antes de serem repicadas, recomenda-se fazer aclimatação à luz solar, por um período de 20 dias, reduzindo inclusive, a oferta de água, preparando a planta para enfrentar possíveis temporadas difíceis, ou seja: estresse hídrico e/ou, nutricional pós-plantio.  Esse processo é denominado: rustificação.

– O processo de aclimatação reduz a mortalidade das mudas recém-transplantadas.

– A melhor época para a repicagem definitiva é o início do período chuvoso anual.

Nota:

– O início da floração e frutificação, ocorrerá, em média, a partir dos dois anos.

– A produção é crescente e a planta chegará ao seu pico, em média, aos 10 anos de idade.

– Geralmente, ocorrerá 2 frutificações anuais.

– Normalmente, os frutos maduros, adquirem tonalidade levemente amarelada.

– A colheita dos frutos ocorrerá, em média, 75 dias após a abertura das flores.

Solo para plantação definitiva:

– O solo deverá ser de textura leve, boa qualidade, profundo e permanentemente drenável.

– Solos com pH entre 5 e 7, são os mais adequados.

– O solo do terreno para plantação definitiva deverá ser arado e gradeado.

– É recomendável que o relevo seja plano ou, levemente ondulado..

– Deverão ser evitados solos com textura muito argilosa, compactados e/ou, relevos baixios que apresentam tendências ao acúmulo de água.

Nota:

– É importante fazer análise do solo, cujos resultados orientarão as necessidades de calagem e de aplicação de fertilizantes.  Trata-se de uma planta exigente em nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K) e cálcio (Ca).

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a altas temperaturas, para ser cultivada a pleno sol, em regiões de climas tropicais subúmidas e semiáridas.

– A temperatura média anual deverá ficar acima dos 20ºC.

– A planta é muito sensível ao frio.

– Trata-se de uma planta que se adaptou a várias regiões com precipitação pluviométrica deferentes, que varia entre 600 a 1400 mm/ano.

Tratos culturais

– Podas para formação da planta, como a decepa apical (corte no tronco principal a dois ou três metros do solo).

– A poda apical favorecerá a produção de frutos em detrimento da formação de madeira. – Aconselha-se fazer a poda dentro do segundo ou terceiro ano de vida da planta.

– A eficácia da produção de frutos, dependerá dos espaçamentos amplos entre plantas.

– Será necessário fazer um controle intensificado contra as formigas cortadeiras, com formicidas granuladas.

– Controle das plantas invasoras com capina regulares ou, herbicidas.

Espaçamento:

– O espaçamento recomendado para a plantação em  forma de bosque é de 4 a 6 metros entre plantas e 6 a 8 metros entre linhas. Deve-se manter sempre um mínimo de 40 m² por planta. (em média, 250 árvores por hectare).

Considerações finais:

– Dessa árvore se aproveita tudo: Madeira, folhas, frutos e cascas.

– E todo esse material será utilizado em áreas relacionadas à cosmética, medicina veterinária e humana, higiene pessoal e agricultura.

– Das sementes extrai-se um óleo com elevado teor de azadiractina, utilizado como matéria-prima na fabricação de inseticidas, fungicidas e produtos veterinários, bem como xampus, sabonetes e pastas de dentes, etc.

Leia Mais