Como fazer mudas de Filodendro – Philodendron

Como fazer mudas de – Filodendro

Nome científico: Philodendron.

Nome popular: Filodendro.

Origem: Florestas tropicais brasileiras, América do Sul.

Características gerais:

– Nesta categoria inclui-se o cipó-imbé (Philodendron bipinnatifidum), a mais conhecida e utilizada pelos paisagistas.

– Trata-se de plantas ornamentais de ciclo de vida perene, que na natureza se desenvolvem tanto no solo das florestas, quanto hospedadas sobre árvores.

– A planta de folhas vigorosas apresenta o caule flexível e precisará ser tutorada até que suas raízes aéreas encontrem o solo dando-lhes suporte de sustentação, bem como para a retirada de nutrientes, e abastecer a planta em desenvolvimento.

– O fato de a planta estar sempre vegetando tutorada em um tronco de árvore, passa a impressão errônea de se tratar de uma trepadeira.

– A planta emite flores masculinas e femininas, com pouca importância ornamental.

– Os frutos são em formas de bagas suculentas.

Propagação:

– Na natureza, a multiplicação da planta geralmente se dá através das sementes, que são espalhadas por animais e pássaros que se alimentam de seus frutos.

– As sementes nascem em ocos de árvores, forquilhas, e no solo sobre material orgânico em decomposição.

–  As plantas que nascem sobre árvores, com o passar do tempo, emitem raízes aéreas que crescem buscando o solo para dele retirar os nutrientes que a planta necessita.

Propagação em escala doméstica:

– Para multiplicar a planta em escala doméstica, aconselha-se o método de estaquia do caule e/ou, a separação dos brotos laterais que a planta emite junto ao seu caule, com o seu envelhecimento.

Método da Estaquia:

– Escolher uma planta adulta que tenha um caule bastante comprido.

– No início da primavera cortar estacas deste caule com aproximadamente 10 cm de comprimento.

– Observar que os cortes deverão ser feitos abaixo dos respectivos nós. Pois, geralmente, em cada nó (ou, axila de cada folha), há uma gema dormente.

– Remover as folhas das estacas sem danificar as gemas.

– Em seguida, preparar vasos grandes ou caixas plásticas com dreno para escoamento de água, com substrato totalmente orgânico ou, uma mistura de turfa com areia grossa.

– O próximo passo será: acondicionar várias estacas em cada recipiente preparado enterrando-os parcialmente no substrato. Observar que a parte que deverá ser soterrada é exatamente a parte de baixo de cada estaca.

– Na sequencia o substrato deverá ser satisfatoriamente umedecido.

– Finalmente cada recipiente com as estacas deverá ser coberto por um plástico transparente para criar um tipo de efeito estufa, (quente e úmido), no ambiente dentro de cada recipientes com as estacas.

– Colocar um distanciador (tipo tutor), para que o plástico da estufa não entre em contato com as estacas, pois as gotículas de umidade que condensam no plástico, poderá apodrecê-las.

– Dispor os recipientes com as estacas em locais onde recebam luz direta do sol pela manhã e à tarde.

– Geralmente, dentro de um mês as estacas já estarão emitindo raízes novas e brotações.

– Quando isso acontecer, a cobertura de plástico deverá ser removida e cada estaca deverá ser transplantada em vasos separados ou, em seus locais definitivos.

Clima:

– A família filodendro são plantas adaptadas ao clima úmido tropical que se desenvolvem à sombra e/ou à meia sombra das florestas altas, contudo, poderão ser cultivadas a pleno sol, sem qualquer prejuízo de sua exuberante beleza.

Cultivo:

– A planta apresentará mais exuberância em solos ricos em materiais orgânicos.

– Uma alternativa de substrato para cultivo em vasos, poderá ser uma mistura de: 2 partes de esterco animal bem curtido, 1 parte de terra comum e 1 parte de terra vegetal.

Regas:

– Manter o substrato do vaso ou o solo onde a planta estiver vegetando, sempre levemente umedecido.

Tratos culturais:

– Processar  poda de contenção da planta sempre que houver necessidade.

– Remover folhas e raízes velhas, para revitalizar a planta.

Nota:

Cuidado!…

Trata de uma planta tóxica…

– Suas folhas são moderadamente tóxicas, elas contêm cristais de oxalato de cálcio.

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Como fazer mudas de Cipó-imbé

Como fazer mudas de Cipó-imbé

Nome científico: Philodendron bipinnatifidum.

Nome popular: Filodendro, Banana-de-imbé, Banana-de-macaco, Cipó-imbé, banana-de-morcego, banana-do-mato, guaimbê.

Origem: Florestas tropicais brasileiras, América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta ornamental de ciclo de vida perene, que na natureza se desenvolve tanto no solo das florestas, quanto hospedada sobre árvores.

– A planta de folhas vigorosas e exuberantes apresenta o caule flexível e precisará ser tutorada até que suas raízes aéreas encontre o solo dando-lhe suporte de sustentação, bem como para retirar nutrientes do solo para abastecer e desenvolver a planta.

– O motivo de a planta estar sempre vegetando tutorada por um tronco de árvore, passa  erroneamente a impressão de se tratar de uma trepadeira.

– A planta emite flores masculinas e femininas, com pouca importância ornamental.

– Os frutos são em formas de bagas suculentas.

Propagação:

– Na natureza, a multiplicação da planta geralmente se dá através das sementes, que são espalhadas por animais e pássaros que se alimentam de seus frutos.

– As sementes nascem em ocos de árvores, forquilhas, e no solo sobre material orgânico em decomposição. As plantas que nascem sobre árvores, com o passar do tempo emitem raízes aéreas que crescem buscando o solo para dele retirar os nutrientes que a planta necessita.

Propagação em escala doméstica:

– Para multiplicar a planta em escala doméstica, aconselha-se o método de estaquia do caule e/ou, a separação dos brotos laterais que a planta emite junto ao seu caule, com o seu envelhecimento.

Método da Estaquia:

– Escolher uma planta adulta que tenha um caule bastante comprido.

– No início da primavera cortar estacas deste caule com aproximadamente 10 cm de comprimento.

– Observar que os cortes deverão ser feitos abaixo dos respectivos nós. Pois, geralmente, em cada nó (ou, axila de cada folha), há uma gema dormente.

– Remover as folhas das estacas sem danificar as gemas.

– Em seguida, preparar vasos grandes ou caixas plásticas com dreno para escoamento de água, com substrato totalmente orgânico ou, uma mistura de turfa com areia grossa.

– O próximo passo será: acondicionar várias estacas em cada recipiente preparado enterrando-os parcialmente no substrato. Observar que a parte que deverá ser soterrada é exatamente a parte de baixo de cada estaca.

– Na sequencia o substrato deverá ser satisfatoriamente umedecido.

– Finalmente cada recipiente com as estacas deverá ser coberto por um plástico transparente para criar um tipo de efeito estufa, (quente e úmido), no ambiente dentro de cada recipientes com as estacas.

– Colocar um distanciador (tipo tutor), para que o plástico da estufa não entre em contato com as estacas, pois as gotículas de umidade que condensam no plástico, poderá apodrecê-las.

– Dispor os recipientes com as estacas em locais onde recebam luz direta do sol pela manhã e à tarde.

– Geralmente, dentro de um mês as estacas já estarão emitindo raízes novas e brotações.

– Quando isso acontecer, a cobertura de plástico deverá ser removida e cada estaca deverá ser transplantada em vasos separados ou, em seus locais definitivos.

Clima:

– O cipó-imbé é uma planta adaptada ao clima úmido tropical que se desenvolve à sombra e/ou à meia sombra das florestas altas, contudo, poderá ser cultivada a pleno sol, sem qualquer prejuízo de sua exuberante beleza.

Cultivo:

– A planta apresentará mais exuberância em solos ricos em materiais orgânicos.

– Uma alternativa de substrato para cultivo em vasos, poderá ser uma mistura de: 2 partes de esterco animal bem curtido, 1 parte de terra comum e 1 parte de terra vegetal.

Regas:

– Manter o substrato do vaso ou o solo onde a planta estiver vegetando, sempre levemente umedecido.

Tratos culturais:

– Processar  poda de contenção da planta sempre que houver necessidade.

– Remover folhas e raízes velhas, para revitalizar a planta.

Nota:

Cuidado!…

Trata de uma planta tóxica…

– Suas folhas são moderadamente tóxicas, elas contêm cristais de oxalato de cálcio.

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Como fazer mudas de sabugueiro

Como fazer mudas de sabugueiro

Nome científico: Sambucus nigra.

Nome popular: Sabugueiro.

Origem: Planta nativa na Europa e região Norte da África.

Considerações gerais:

– O sabugueiro, segundo a literatura, está classificado na categoria de planta Ornamental, Aromáticas, Cosméticos e Medicinais, já conhecido desde a antiguidade, pelos Gregos e Romanos.

– Trata-se de uma planta arbustiva, de ciclo de vida perene, de porte médio podendo atingir de 2 a 5 metros de altura.

– A planta floresce no verão, em forma de inflorescências com perfume leve e agradável. As pequenas flores com coloração branco-cremoso são hermafroditas, pois apresentam ao mesmo tempo: Androceu e Gineceu.

– A planta produz pequenos frutos arredondados, carnudos, na cor violeta-escuro, comestíveis depois de maduros e, após cozimento.

Propagação:

– A multiplicação do sabugueiro poderá ser feita via sementes e/ou estacas.

– Em propagação doméstica o método mais utilizado é estaquia de seus ramos.

– Recortar estacas de ramos jovens, porém maduros, em média com 30 cm de comprimento.

– Geralmente as estacas são plantadas em seus locais definitivos.

– Trata-se de planta adaptada à luminosidade e deverá ser cultivada a sol pleno.

– Aconselha-se a propagação das mudas por estacas, no início da primavera, quando as plantas estarão emergindo de sua dormência vegetativa.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima temperado, com temperaturas girando em torno de 6º C a 30º C.

– A planta é resistente a geadas fracas.

Solo:

– Trata-se de uma planta muito resistente, pouco exigente e, poderá ser cultivada em vários tipos de solos, desde que sejam profundos, bem drenados e, livres de inundações.

Regas:

– A planta prefere solos ligeiramente umedecidos.

– Na produção de mudas e em plantas jovens, as regas deverão ser efetuadas apenas para manter o solo ligeiramente umedecido.

– As regas deverão ser sempre de forma moderada, processadas de 1 a 2 vezes por semana, em plantas adultas, no caso de estiagens prolongadas.

Fertilização:

– Não haverá grandes necessidades, mas se desejar, poderá ser feito no momento do plantio, da seguinte forma:

– Abrir a cova de 40x40x40 cm.

– Adicionar ao solo retirado da cova, 100 gramas de adubo químico, Fórmula NPK 10-10-10 ou, 10 litros de esterco animal bem curtido.

– Esses materiais adicionados, deverão ser totalmente homogeneizados ao solo removido, antes de voltar novamente para dentro da cova.

– Esse procedimento deverá ser feito, em média, 30 dias antes de receber a muda da planta, para que se incorporem totalmente ao solo.

Tratos culturais:

– Poda: Somente para formação da planta.

– Capinas: Livrar a planta de ervas invasora.

Uso medicinal:

– Segundo a farmacopeia popular a planta tem larga utilização no tratamento de:

Gripes, Resfriados, Tosse, Sarampo, Caxumba, etc.

– Parte da planta utilizada para essas medicações: Cascas, raízes, flores, folhas e frutos.

– Propriedades apresentadas pelos medicamentos: Sudoríficas, diuréticas, depurativas, anti-inflamatórias, tonificante e laxante.

Nota:

Cuidado!…

– Segundo a orientação de especialistas no assunto, todas as partes da planta são tóxicas.

– O chá preparado com folhas de sabugueiro, deve ser administrado com bastante cautela, utilizando a dosagem correta.

– Os frutos somente deverão ser ingeridos, depois de cozidos.

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Como fazer mudas de ingá – Ingazeiro

Como fazer mudas de ingá – Ingazeiro

Nome científico: Ingá vera Willd

Nome popular: Ingá, ingazeiro, ingá do brejo, ingá-feijão, ingá-banana, angá,

Origem: América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma leguminosa, de ciclo de vida perene, que pode atingir até 10 metros de altura.

– As flores ocorrem normalmente de julho a novembro.

– As flores são brancas, pequenas, com longos estames brancos, levemente perfumados, atraindo beija-flores, abelhas e outros insetos.

– Por se tratar de uma leguminosa a frutificação se dará em forma de vagens que, dependendo da espécie, pode variar de 5 a 20 cm de comprimento,

– Os frutos maduros ocorrem geralmente entre dezembro e fevereiro.

– As vagens contêm várias sementes, envoltas em poupa carnosa branca adocicada.

– A poupa carnosa branca e adocicada que envolve as sementes é comestível…

Propagação:

– A propagação do ingazeiro geralmente é feito por sementes.

– Colher as vagens maduras.

– Abrir as vagens para a retirada das sementes.

– Remover com cuidado a polpa carnosa branca e adocicada, para não danificar as sementes.

– As sementes deverão ser plantadas imediatamente depois de colhidas, (As sementes perdem o poder germinativo em 10 dias).

– Aconselha-se plantar de 1 a 2 sementes por saco de polietileno previamente preenchido com o substrato de composto orgânico.

– As sementes deverão ficar soterradas no substrato, em média, a 1 cm de profundidade.

– Colocar os sacos de polietileno em local arejado, mas, semiprotegido da incidência direta do sol.

– Regar e manter o substrato dos sacos de polietileno com umidade constante, sem provocar encharcamento.

– A germinação é rápida, em média, 15 a 30 dias, e a percentagem de plantas obtidas é bem expressiva.

– As mudas crescem rápido, atingindo 40 cm de altura com 6 meses após a germinação.

 Substrato do saco de polietileno:

– O substrato deverá ser feito com uma mistura totalmente homogeneizada de: 40% de terra, 30% de areia e 30% de matéria orgânica bem curtida.

Clima:

– Trata-se de uma planta totalmente adaptada ao clima quente: equatorial, tropical e subtropical.

– A planta necessita de alta luminosidade e deverá ser plantada a sol pleno.

– Nota: Planta bastante resiste a baixas temperaturas (até 3 graus).

 Solo:

– Trata-se de uma planta rústica, de fácil cultivo.

– Planta adaptada a solo úmido e profundo, pouco exigente quanto à fertilidade do solo.

-pH neutro (ente 5,0 a 6,2).

Espaçamento:

– O espaçamento recomendado poderá ser 5 x 5 ou 6 x 6 metros, em covas abertas com no mínimo 2 meses antes do plantio.

Dimensões das covas:

– As covas deverão ser abertas com 50 x 50 x 50 cm.

– Misturar ao solo retirado da cova os seguintes materiais: 500 g de calcário, 1 kg de cinzas de madeira.  Após homogeneização de todos os componentes ao solo retirado da cova, o composto deverá voltar para dentro da cova, para maturação.

Locais definitivos:

– Antes das mudas serem levadas à campo, deverá ser feito  aclimatação gradativa ao sol.

– Cavar buracos, imediatamente maior que o torrão da muda, na cova previamente preparada para receber a planta.

– Em seguida, acomodar o torrão com a muda, e completar a cova com o solo removido.

– Na sequência, tutorar a muda, amarrando-a para que ela cresça verticalmente.

– Regar.

– A planta começará a frutificar com 3 a 4 anos, dependendo do clima e dos tratos culturais.

Regas:

– Aconselha-se levar as plantas a campo no início da estação chuvosa.

– Caso as mudas forem levadas para seus locais definitivos, em períodos secos, as plantas necessitarão ser irrigadas em dias alternados.

Tratos culturais:

– Fazer podas de formação de formação da planta, retirando brotos laterais e ramos mal formados e secos.

– Fazer capina de coroamento  para eliminar qualquer erva daninha que possa sufocar a planta em crescimento.

Fertilização:

– Aplicar de 3 a 4 kg de composto orgânico feito de esterco animal curtido, adicionando  30 gramas de NPK 10-10-10.

– Distribuir os nutrientes a 5 cm superficialmente e,  a 20 cm do caule da planta no inicio da estação chuvosa do ano.

Utilização:

– Planta largamente utilizada para recompor áreas degradadas, bordas de rios, represas, lagos.

– Os frutos são bastante apreciados pela fauna silvestre: Pássaros: periquitos, jandaias e papagaios. Peixes e Mamíferos como macacos. Os quais acabam fazendo a propagação natural da planta, distribuindo sementes em suas fezes, nas matas ciliares.

Propriedades medicinais:

– Segundo a farmacopeia popular a planta apresenta várias propriedades medicinais.

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Como fazer mudas de Ipê Rosa – Tabebuia pentaphylla.

Como fazer mudas de Ipê Rosa

Nome científico: Tabebuia pentaphylla.

Nome popular: Ipê rosa, Piúva.

Origem: Brasil, América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta de crescimento rápido, quando adulta, pode atingir mais de 30 metros de altura.

– A planta floresce no inverno, provendo alimento para abelhas e beija-flores, numa época de escassez acentuada de flores.

– É largamente empregada no paisagismo urbano, por apresentar belíssimas inflorescências coloridas.

Clima:

– Planta adaptada ao clima quente: Tropical, subtropical, equatorial.  Sensível a geadas.

– Deverá ser cultivada a sol pleno.

Solo:

– O ipê é uma planta relativamente rústica, desenvolvendo-se satisfatoriamente em diversos tipos de solo. Mas, para que ela chegue ao seu máximo, deverá ser cultivada em solos férteis e bem drenados.

– Trata-se de uma espécie recomendada para recuperação de ecossistemas degradados.

Propagação:

– A produção de mudas, geralmente, é feita através de sementes.

– As vagens deverão ser coletadas, maduras, mas, antes da dispersão das sementes, pois se trata de sementes aladas.

– Na natureza, as sementes são espalhadas pelo vento.

– Após a coleta das vagens, a extração das sementes deverá ser feita manualmente e, após extraídas, deverão ficar à sombra, em ambiente ventilado.

– As sementes do ipê deverão ser plantadas em até três meses depois de colhidas, pois, a partir desse período, perdem o poder germinativo facilmente.

– Numa segunda hipótese, depois de coletadas, se forem colocadas em vidros esterilizado, e hermeticamente fechados, resistirão até no máximo nove meses, se armazenadas em câmara fria.

Sementeiras:

– A melhor maneira de plantá-las (para uma produção não industrial) será pelo método de sementeiras, ou seja: preparar em local sombreado, um canteiro, afofando bem a terra, que deverá ser de boa qualidade, misturando em seguida, uma porção generosa de material orgânico: esterco animal ou, folhas em decomposição, homogeneizar bem para a aeração do solo… Em seguida, nivelar a superfície e na sequencia, distribuir as sementes, cobrindo-as com uma camada de terra de no máximo um centímetro…

-Manter o local úmido sem encharcar…

– Após as mudas atingirem mais ou menos dez centímetros de altura, deverão ser transplantadas em balainhos. (sacos de polietileno).

Após as mudas, nos balainhos, atingirem aproximadamente, trinta centímetros de altura, e depois de serem aclimatadas ao sol, por um período de mais ou menos um mês, deverão ser transplantadas para seus lugares definitivos.

Locais definitivos:

– Aconselha-se que as mudas deverão ser transplantadas em seus locais definitivos, no início da estação chuvosa, para não sentir muito o estresse da mudança.

Nota:

– Os ipês são plantas pouco exigentes e se desenvolvem em todo o território brasileiro,

– As sementes não necessitam de quebra de dormência.

– As sementes, também podem ser semeadas diretamente nos balainhos.

– A germinação ocorre após 30 dias em de 80% das sementes.

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Como fazer mudas de Mulungu.

Como fazer mudas de Mulungu – Mulungu do litoral.

Nome científico: Erythrina speciosa.

Nomes populares: Mulungu, Corticeira, Eritrina, Eritrina-candelabro, Eritrina-vermelha, Mulungu do litoral.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore tipicamente ornamental, nativa da mata atlântica, de ciclo de vida perene, que pode atingir mais de 4 metros de altura.

– O florescimento ocorre no inverno e início da primavera.

– Suas flores de coloração vermelho vivo, atraem beija-flores e psitacídeos, (periquitos e papagaios), que se alimentam delas, numa época em que há escassez de frutos silvestres  na natureza.

– As sementes ocorrem em vagens, semelhantes a feijões.

Clima:

– Planta adaptada ao clima: Tropical, subtropical e Equatorial, e deverá ser cultivada a pleno sol.

Solo:

– Trata-se de uma planta rústica capaz de se desenvolver em qualquer tipo de solo. Mas, para atingir maior exuberância, deverá ser plantada em solo fértil, com boa precipitação pluviométrica anual.

– Por se tratar e uma planta nativa da mata atlântica, aprecia alto teor de umidade, inclusive tolera solos parcialmente encharcados.

Propagação:

– A planta propaga-se por sementes e por estaquia de galhos maduros.

Propagação por sementes:

– As sementes deverão ser plantadas tão logo que sejam colhidas para não perder seu potencial germinativo.

– As sementes não requer nenhum tipo de tratamento e nem quebra de dormência,  antes de serem plantadas.

– As sementes deverão ser plantadas em balainhos, feitos com sacos de polietileno ou, com qualquer outro material disponível, para posterior repicagem , quando a planta atingir, em média, 30 cm de altura.

– As mudas crescem rapidamente e, estarão prontas para o plantio, em média, com  4 meses depois de plantadas.

– As mudas deverão ser levadas a campo, preferencialmente, no início da estação chuvosa.

Propagação por estaquia:

– A propagação por estaquia deverá ser feita, preferencialmente, em seu lugar definitivo.

– Cortam-se pedaços de ramos maduros, em média, com 30 cm de comprimento, enterrando-os até a metade.

– A propagação por estaquia deverá ocorrer no inicio da estação chuvosa, quando as plantas estarão emergindo da dormência vegetativa, provocada pelo inverno.

– A propagação por estaquia apresenta rápido desenvolvimento.

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Como fazer mudas de Baru – Cumbaru – Cumaru – Cumaruzeiro

Como fazer mudas de Baru – Cumbaru – Cumaru

Nome científico: Dypterix alata.

Nomes Populares: baru, cumbaru, castanha-de-barata, barujó, castanha-de-ferro, coco-feijão, cumarurana, cumaru-verdadeiro, cumaru-roxo, cumbary, emburena-brava, feijão-coco, meriparagé.

Origem: Brasil, Região de cerrados brasileiros.

Características gerais:

– A frutificação do cumaruzeiro, geralmente, inicia-se aos seis anos.

– Trata-se de uma árvore leguminosa de médio porte. Uma planta poderá atingir, em média, até 15 metros de altura, com diâmetro do tronco em torno de 70 cm.

– Trata-se de uma árvore hermafrodita. Os frutos de forma arredondados, elípticos, em média, tem 6 cm de comprimento por  4 cm de largura, geralmente na cor  marrom-claro. A polpa é comestível e tem sabor levemente adocicado. No interior do fruto contém uma única semente, (amêndoa comestível), que é a parte mais nutritiva da planta.

– A planta é endêmica nos cerrados da região central do Brasil, mas, também ocorre nas regiões: sudeste, norte e nordeste.

– A floração geralmente ocorre de novembro a maio e a frutificação de outubro a março, mas, poderá variar de acordo com cada região.

– A colheita, geralmente é feita, após o pico de queda dos frutos maduros no solo.

– Sabe-se que a amêndoa do cumaruzeiro tem alto valor nutricional, cujo sabor é semelhante ao do amendoim. Diante disso, atribuíram-lhe propriedades afrodisíacas.

– A polpa do baru constitui importante fonte de alimento para a fauna nativa, (mamíferos, roedores, morcego, etc.).

– Quando a árvore ocorre dentro das pastagens o gado também se alimenta da polpa, roendo os frutos caídos no solo na época da safra.

– Na natureza, esse processo de animais roerem os frutos para se alimentarem da poupa, acaba ajudando a planta na sua propagação natural, pois, fará o método de quebra de dormência pelo processo da escarificação mecânica e, consiste em: atritar os frutos com os dentes, no processo de mastigação, que irá gastar parte do tegumento impermeável (casca dura), para facilitar a absorção de água, luz e oxigênio, pelo embrião, acordando-o para emergência.

Propagação:

– Para propagação da espécie usam-se tanto as sementes inteiras ou, apenas as amêndoas.

– Na natureza, como foi descrito acima, os animais mamíferos de grande e médio porte, como: gado, suínos, antas, veados, etc. encarregam-se de fazer a propagação e distribuição da planta. (roem os frutos, e a maioria desses frutos acabam sendo enterrados pelo pisoteio desses animais e, uma boa parcela desses frutos enterrados acaba germinando).

– Em escala doméstica, para plantar o fruto inteiro será necessário fazer a quebra da dormência, atritando o fruto a uma superfície áspera como: lixa, piso de cimento rústico, etc. (escarificação mecânica), para gastar parte do tegumento impermeável da semente e, imediatamente após o processo de escarificação as sementes deverão ficar imersas em água por um período de 24 horas, antes de serem plantadas ou, se preferir, retirar a amêndoa de dentro do fruto, sem danificá-la e em seguida plantá-la.

– O processo da quebra do fruto para retirada da amêndoa deverá ser feito com o auxílio de uma morsa, martelo, etc. tomando o devido cuidado para não danificá-la.

– Recomenda-se quebrar apenas os frutos que, ao serem sacudidos, perceber nitidamente a amêndoa solta, balançando dentro deles.

– Para semeadura feita com sementes nuas, (amêndoas) a emergência é mais rápida, geralmente com quinze dias já estarão germinadas.

– Para semeadura feita com frutos inteiros (com escarificação mecânica e, imersas em água por 24 horas), geralmente demora em torno de 45 dias para germinar.

– As mudas dessa espécie deverão ser mantidas a pleno sol, pois à sombra poderão sofrer ataque de fungos Cilindrocladium sp., e, ou, outras pragas.

– Trata-se de plantas de crescimento rápido. Geralmente, com dois meses de vida, as mudas atingirão, em média, 15 cm de altura.

– A parte subterrânea (raízes), apresenta desenvolvimento mais rápido que a parte aérea da planta.

Seleção das sementes:

– Para iniciar uma plantação deverá ser feita a coleta de frutos no campo.

– As matrizes fornecedoras de tais sementes deverão ser vigorosas, produtivas, com frutos uniformes, livres de pragas e doenças.

Solo:

– Trata-se de uma planta rústica, sem grandes exigências, porém é mais produtiva quando cultivada em áreas de solos mais férteis.

Clima:

– Trata-se de uma planta totalmente adaptada ao clima quente. E deverá ser cultivada a sol pleno.

Viveiro de mudas:

– O viveiro de mudas deverá ser instalado a céu aberto.

– A semeadura deverá ocorrer o mais breve possível após coleta das sementes.

– Aconselha-se a produção das mudas em sacos de polietileno (tamanho médio).

– Plantar de uma a duas sementes, ou, amêndoas por saco, enterrando-as a uma profundidade média de 1 cm.

– A porcentagem de germinação, geralmente, é de 90%.

– O período de germinação para amêndoas demora, em média, 15 dias.

– O período de germinação das sementes submetida ao processo de escarificação mecânica e embebidas por 24 horas em água, antes de serem plantada, demora, em média, 45 dias.

Substrato dos sacos de polietileno:

– Por se tratar de uma planta rústica do cerrado, o substrato onde serão plantadas as sementes deverá ser um solo de boa qualidade incorporado algum tipo (em pequena quantidade), de esterco animal bem curtido.

Regas:

– As regas deverão ser frequentes, apenas para manter o substrato dos sacos de polietileno levemente umedecidos.

Plantio das mudas em locais definitivos:

-O plantio das mudas no campo deverá ser feito no período chuvoso do ano.

– O espaçamento poderá ser de 8 metros entre planta por 10 metros entre ruas.

Colheita:

– A colheita é feita após o pico de queda dos frutos maduros no solo.

– Geralmente a safra tem variações bruscas de intensidade na produção de frutos de um ano para o outro.  Planta intermitente, produz uma safra regular a cada 2 anos.

– Uma árvore adulta produz cerca de 150 kg de frutos por safra regular.

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Como fazer mudas de Flamboyant – Flamboiã – Delonix regia.

Como fazer mudas de Flamboyant – Flamboiã

Nome científico: Delonix regia.

Nome popular: Flamboyant, árvore flamejante, flor do paraíso, Flamboiã, Flamboaiã .

Origem: África, Madagascar e Ilhas do Oceano Índico.

 Características gerais:

– A Flamboyant é considerada uma das árvores mais belas do mundo.

– O nome Flamboyant vem da língua Francesa e significa: “Guarda-sol Flamejante”.

– Trata-se de uma árvore leguminosa, de ciclo de vida perene, que pode atingir mais de 10 metros de altura.

– Geralmente, a planta apresenta um tronco retilíneo, robusto, abrindo no alto uma grande copa em forma “guarda-sol”.

– Planta  indicada para áreas abertas com grandes espaços que possibilitem seu desenvolvimento.

– O auge da floração ocorre na primavera e no verão. Com variedades que apresentam flores nas cores: vermelha, laranja e salmão-amarelado.

– Seus frutos são em formas de grandes vagens achatadas que podem conter em seu interior, uma grande quantidade de sementes.

– Do plantio até a floração, geralmente, há um intervalo de até 8 anos.

Nota: –

– Por se tratar de uma árvore de grande porte que possui um sistema radicular extenso e agressivo, há algumas contraindicações para o plantio do flamboyant nos grandes centros urbanos. Suas raízes aéreas podem danificar calçadas, redes de esgoto, muros e construções.

– Porém, há uma forma de contornar parcialmente esse problema com as raízes agressivas. Plantando as mudas dentro de grandes tubos de concreto, forçando o desenvolvimento do sistema radicular, direcionando-o ao subsolo.

Propagação:

– Em escala doméstica, a propagação da planta é feita por sementes.

– Sementes de flamboyant (Delonix regia) apresentam germinação baixa e irregular devido à presença de dormência vegetativa, causada pela impermeabilidade do tegumento.

Entre os tratamentos para superação de dormência realizada pela “Revista Verde” destacam-se:

  • Escarificação mecânica –(Escarificação mecânica por 5 minutos).
  • Aquecimento em H2O a 80 ºC. – (Água quente à 80º C por 5 min + embebição em água por 24 horas).

Clima:

– Trata-se de uma planta extremamente rústica, adaptada ao clima tropical e úmido e deverá ser cultivada a sol pleno. Mas, tolera geada fraca e temperaturas mínimas próximas a zero grau.

– A planta tolera baixas temperaturas pelo simples motivo de ser uma planta  caducifólia,  ou seja: perde suas folhas, geralmente, no inverno.

Plantio:

– As mudas deverão ser levadas para seus locais definitivos, em média, com um ano de idade, preferencialmente, na estação chuvosa do ano.

– A planta em formação, na ausência de chuvas, deverá ser regada de uma a duas vezes por semana.

Solo:

– Por se tratar de uma planta rústica, não haverá muita exigência quanto ao solo, desde que seja poroso e com boa drenagem.

Fertilização:

– Não haverá grandes necessidades.

– Porém se o solo for muito pobre em nutrientes, poderão ser abertas covas, em média, com 40 x 40 x 40 cm e misturar no solo retirado, cerca de 20 a 30 litros de esterco de animal, bem curtido ou, 10 colheres de sopa de adubo químico: NPK 10:10:10.

– A preparação das covas deverá anteceder, em média, 30 dias do plantio das mudas.

Poda:

– Apenas para a formação da planta.

 

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Como fazer mudas de Orquídea Baunilha – Vanilla planifólia

Como fazer mudas de Orquídea Baunilha – Vanilla planifólia

Nome científico: Vanilla planifólia

Nome popular: Baunilha

Origem: México

Características gerais:

– Trata-se de uma orquídea trepadeira, cujos ramos podem atingir mais de 10 metros de comprimento.

– Na natureza é facilmente encontrada agarrada a troncos de árvores ou, coqueiros, geralmente em matas ciliares e, ou terrenos pantanosos.

Propagação:

– Na natureza a planta se propaga através de sementes, mas, em propagação doméstica, o melhor método é o da estaquia de seus ramos.

– Cortar pedaços de ramos, em média, com 30 a 50 cm de comprimento.

– Enterrar no solo, em média, 10 cm, observar que a parte que ficará enterrada deverá ter de dois a três nós, os quais emitirão as primeiras raízes.

– As folhas dos nós que ficarão soterrados, deverão ser removidas.

– O enraizamento das mudas acontecerá, geralmente, em um mês, quando a planta apresentar início em seu desenvolvimento.

Nota:

– Para mudas feitas em balainhos (saquinhos de polietileno) deverá ser tutorada com uma estaca de madeira.

– Para mudas plantadas em locais definitivos, junto a trocos de árvores ou coqueiros, deverá ser guiada, amarrada a esse tronco.

Obs.

– Por se tratar de uma trepadeira, a planta deverá ser guiada desde os primeiros instantes, mesmo na fase inicial de mudas. Mas, com o passar do tempo, ela se desenvolverá por si só, emitindo raízes aéreas, prendendo-se ao tronco tutor, por conta própria.

– Geralmente, depois de bem desenvolvida, a planta não mais necessitará dos alimentos vindos do solo e, através de suas raízes aéreas ela catalisará todos os nutrientes de que necessitará para sua manutenção, retirando-os da umidade relativa do ar e dos componentes do ar atmosférico. Diante disso, a parte inferior da planta, justamente aquela que estava enterrada no solo, geralmente, apodrece.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a climas tropicais, com temperatura média, acima de 21°C.  E, na natureza como está diretamente ligada a nichos aquáticos, a planta irá requerer: alta umidade relativa do ar, bem como, chuvas bem distribuídas o ano todo.

Obs.

– O ambiente para se cultivar essa planta, com sucesso, em escala doméstica, deverá ser bem próximo ao encontrado na natureza.

Luminosidade:

– A planta tolera a incidência do sol, mas, aconselha-se o seu cultivo em lugares parcialmente sombreados.

Solo:

– A planta tolera solos com grande umidade, porém as mudas deverão ser preparadas com substrato leve, rico em material orgânico, levemente umedecido.

– Geralmente, o solo será necessário apenas na fase inicial da vida da planta, depois de totalmente desenvolvida, ela obterá seus nutrientes através de suas raízes aéreas.

Regas:

– As regas deverão ser efetuadas apenas para manter o solo com boa umidade.

Colheita:

– O produto principal dessa orquídea são as vagens que depois de desidratadas se extrai a essência de baunilha. Produto largamente utilizado na culinária.

– A planta iniciará o período de floração, geralmente, no terceiro ano depois de plantada.

– O tempo entre floração e colheita das vagens, em média, será de oito meses.

– As vagens deverão ser colhidas no início do seu processo de maturação, quando sua coloração passar de verde, para um tom de verde pálido.

Para ver um vídeo dessa planta:  CLICAR AQUI

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Como fazer mudas de Melão de São Caetano

Como fazer mudas de Melão de São Caetano

Nome científico:  Momordica charantia.

Nome popular: Melão de São Caetano, Erva de São Caetano, Erva de lavadeira, Fruto de cobra, Melãozinho amargo, Erva de São Vicente, Quiabeiro de angola, Balsam pear (inglês), Pomme de merveille (francês), Balsamia (espanhol).

Origem: Ásia, introduzida no Brasil vinda da África.

Características gerais:

– Existe várias cultivares: Momordica chinensis, Momordica elegans, Momordica indica, Momordica operculata, Momordica sinensis, Sicyos fauriei, cuja forma, tamanho, textura externa, são diferenciados.

-Trata-se de plantas trepadeiras herbáceas, pertencentes à família das Cucurbitaceae, de ciclo de vida anual, que necessitam de tutoramento para se desenvolver.

– Seus ramos podem atingir até cinco metros de comprimento e, na natureza, estará sempre associada às galhadas de árvores, ou arbustos.

– O nome popular de: “Erva de lavadeira”, está diretamente ligado ao clareamento de roupas, quando as lavadeiras utilizavam suas folhas em infusão, para retirar manchas, bem como, o clareamento de suas vestes.

– A planta apresenta flores femininas e masculinas.

Propagação:

– A propagação da planta é feita através de sementes.

– Na natureza é disseminada por animais silvestres que dela se alimentam.

– Trata-se de uma planta extremamente rústica, encontradas em locais considerados inóspitos. Sendo, muitas vezes, avaliada pelos agricultores, como invasora, uma erva daninha, que invade suas lavouras.

Procedimentos:

– As sementes deverão ser retiradas dos frutos maduros, depois de lavadas, deverão ser postas para secar em local sombreado, por algumas horas.

– Enterrar 2 a 3 sementes por balainho, a uma profundidade média de meio centímetro.

– Colocar os balainhos em local semissombreado e regar.

– Manter o solo dos balainhos levemente umedecidos.

– Dentro de 30 dias as sementes já estarão germinadas.

– As plantas deverão ser levadas para o seus locais definitivos, quando apresentarem, em média, 15 centímetro de altura.

– As mudas deverão ser tutoradas já nos primeiros dias, após, ser transplantadas.

Nota:

– Os balainhos poderão ser feitos de jornal, saquinhos de polietileno, ou copo descartável perfurado no fundo para drenagem de água.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a clima quente e úmido.

– Deverá ser cultivada a sol pleno. Mas, tolera sombra parcial.

– A planta não tolera frio intenso.

Solo:

– Por se tratar de uma planta rústica, não requer grandes cuidados. Porém vegeta melhor em solos ricos em material orgânico.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5,5 a 6,5.

Regas:

Manter o solo levemente umedecido.

Tratos culturais:

– Para induzir a planta a emitir várias ramificações, é necessário podar a ponta do ramo principal.

Colheita:

– A colheita geralmente começará de dois a quatro meses após o plantio.

Nota:

– Trata-se de uma planta tóxica.

– Os frutos são comestíveis, porém, as sementes são tóxicas.

Planta medicinal:

– Segundo a farmacopeia popular, esta planta contém várias propriedades medicinais.

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