Como fazer mudas de Carobinha do campo – Carobinha do cerrado

Como fazer mudas de Carobinha do campo – Carobinha do cerrado.

Nome científico: Jacaranda decurrens.

Nome popular: Caroba, Carobinha-do-campo, Carobinha-do-cerrado, Caroba-de-são-paulo, Carobinha-do-mato, etc.

Família: Bignoniaceae.

Origem: Brasil, Centro-oeste, Mato Grosso do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de um arbusto lenhoso, ou seja: uma pequena arvoreta, de ciclo de vida perene que, normalmente, não ultrapassa 1,5 metros de altura.

– A planta é extremamente rústica pois, vegeta satisfatoriamente em solos pobres do semi-árido dos cerrados brasileiros, principalmente no Centro-oeste, sendo endêmica no Mato Grosso do Sul.

– Trata-se de uma planta medicinal muito procurada pelas pessoas que vivem no meio rural, pois, segundo a farmacopéia popular, têm grandes poderes de cura em várias enfermidades, e todas as partes da planta, (raiz, caule e folhas), são aproveitadas.

– A planta apresenta flores trombiformes, roxo-azulada em grandes cachos.

– Os frutos são cápsulas oblongo-obovadas, extremamente lenhosas, de cores acastanhadas.

-As sementes em tons de marrom-claro, geralmente arredondadas, com asa membranácea. Na natureza são dispersas pelo vento.

Clima:

– Planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e subtropical. Deverá ser cultivada a sol pleno, porém, tolera meia sombra pois, em seu habitat natural são facilmente encontradas nas bordas das matas, grotas, bem como, nas partes mais fracas e ralas, das regiões dos cerrados.

Solo:

Planta rústica que tolera as condições de solo pobre e semi-ácidos do cerrado, desde que, estes sejam, bem drenados.

– Para produção em escala comercial aconselha-se cultivá-las em solo fértil ou, solo enriquecido com material orgânico, totalmente drenável.

Propagação:

– A propagação poderá ser feita via sementes, ou por estacas de raízes (xilopódios).

Propagação por sementes:

– Aconselha-se utilizar viveiros com 50% de sombreamento.

– As sementes poderão ser plantadas em sementeiras, bandejas de polietileno, tubetes de plástico e/ou balainhos feitos com sacos de polietileno.

– O substrato deverá ser solo fértil ou, um composto rico em material orgânico, totalmente drenável.

– As sementes deverão ficar enterradas no substrato, em média, com 2 cm de profundidade.

– As regas deverão ser realizadas a fim de manter o substrato úmido sem encharcamento.

– Com temperatura oscilando entre 25 a 30ºC, geralmente, em 2 meses, as sementes férteis estarão todas germinadas.

– Quando as plântulas atingirem, em média, 15 cm de altura, poderão ser levadas a campo.

Propagação por estaquia de raízes, (Xilopódios):

– Xilopódio é o espessamento das raízes e/ou, caules subterrâneos de um vegetal, que serve para acumular água e nutrientes, permitindo a sobrevivência da planta em períodos de estiagem.

– No caso da Carobinha-do-campo, seus xilopódios possuem também “Capacidade gemífera”, que significa o rebrotamento de ramos aéreos após um período desfavorável do ambiente, como uma seca prolongada ou, uma queimada.

– Segundo pesquisas realizadas por especialistas, as raízes da Carobinha-do-campo apresentam alto potencial gemífero, promovendo o rebrotamento de ramos aéreos durante a estação favorável, portanto é possível utilizá-las, pelo método da estaquia, realizar com sucesso, a propagação da planta.

Espaçamento:

– Em plantio comercial, aconselha-se utilizar o espaçamento 0,30 m entre plantas x 0,50 m entre linhas.

Preparação do terreno para o plantio definitivo, (Em escala comercial):

– O terreno deverá receber uma demão de aração e gradagem.

– Levantar os canteiros, em média, 20 cm com relação ao nível do solo, utilizando rotoencanteirador, geralmente uma semana antes do plantio.

– Plantar as mudas no espaçamento acima indicado.

– Fazer adubação de cobertura com esterco animal bem curtido.

– Processar regas por aspersão a fim de fixar o solo ao redor do torrão das mudas. E posteriormente para manter o solo umedecido, sem provocar alagamentos.

Nota:

– Aconselha-se fazer a aclimatação das mudas por exposição gradativa ao sol, por duas semanas, antes de serem levadas a campo.

– Aconselha-se fazer o repique das mudas em períodos chuvosos, nublados ou, no final da tarde, quando a luminosidade do sol estiver mais amena.

Tratos culturais:

– Capinas periódicas a fim de evitar a concorrência de plantas invasoras.

Colheita:

– A colheita da planta, geralmente ocorrerá em 2 anos após semeadura.

Notas finais:

– A raiz é a parte da planta mais utilizada na medicina popular, e em escala comercial, constitui o órgão comercial de interesse no mercado.

Uso medicinal na farmacopéia popular:

– Partes da planta, geralmente a raiz, empregada com sucesso no combate a doenças venéreas, sífilis, coceiras, afecções da pele, reumatismo, artritismo, disenteria amebiana e, também como um excelente depurativo.

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Como fazer mudas de Pepininho do mato ou, Pepino de paca.

Como fazer mudas de Pepininho do mato ou, Pepino de paca.

Nome científico: Apodanthera SSP ou Guarania SSP.

Nome popular: Pepininho do Mato ou Pepino de Paca.

Família: Cucurbitaceae.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta trepadeira herbácea, de caule flexível, densamente ramificada, de ciclo de vida perene, extremamente rústica e, muito produtiva.

– Por tratar-se de uma trepadeira a planta deverá ser cultivada tutorada, geralmente, na tela do alambrado da horta doméstica.

– A planta é provida de gavinhas simples, com as quais, agarra-se ao tutor, alastrando-se.

– As flores levemente amareladas surgem nas axilas das folhas.

– Os frutos oblongos, geralmente com 4,0 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro, apresentam-se na coloração verde-claro com estrias leves em branco, mas, tornam-se avermelhados quando amadurecem.

Propagação:

– A planta propaga-se por estaquia do caule.

-As mudas poderão ser feitas em balainhos (sacos de polietileno), e/ou, plantadas diretamente em seu local definitivo.

– Cortar pedaços do caule maduro, com 15,0 a 20,0 cm de comprimento, desde que contenham dois ou três nós, onde irão apresentar a brotação.

– Aconselha-se deixar as estacas mergulhadas em água por 24 horas, antes de serem plantadas.

– Enterrar as estacas no solo, em média, 10,0 cm de profundidade.

– Manter o substrato umedecido sem provocar encharcamento.

– Geralmente, em duas semanas as estacas estarão brotadas.

Nota:

– Aconselha-se produzir as mudas no início da primavera ou, no espaço entre Setembro a Dezembro, quando as plantas geralmente, estarão emergindo da dormência vegetativa.

Clima:

– Trata-se de planta adaptada a alta luminosidade e ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical e, deverá ser cultivada a sol pleno e/ou, meia sombra.

Solo:

– Trata-se de uma planta rústica, não muito exigente quanto ao solo, mas, para que se desenvolva com total plenitude, deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico e, bem drenado.

Regas:

– Somente para manter o solo úmido sem provocar encharcamento.

Nota:

– Os frutos verdes poderão ser consumidos em forma de saladas e conservas, os maduros, como fruta, e lembra o sabor da melancia.

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Como fazer mudas de Vinhático – Plathymenia foliosa

Como fazer mudas de Vinhático – Plathymenia foliosa

Nome científico: Plathymenia foliosa

Nome popular: Vinhático, Amarelinho, Vinhático-amarelo, Pau de candeia

Família: Fabaceae Mimosoideae.

Origem: Brasil, Regiões de cerrado.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore leguminosa de ciclo de vida perene, de médio e grande porte, que poderá ultrapassar 25 metros de altura, com diâmetro do tronco acima de 0,40 metros.

– Seu porte irá depender do local de ocorrência: No meio da mata, ficará alta e esquia. No cerrado e campo aberto, crescerá menos, porém, com copa e galhada mais ampla.

Ocorrência principalmente em regiões de cerrado-forte (Centro-oeste e Nordeste) e, também em matas de algumas regiões brasileiras.

– A madeira amarelo-canela é de textura média e de longa durabilidade.

Floração e frutificação:

– A planta floresce nos meses de Novembro e Dezembro.

– As flores bissexuadas, são de coloração branca-creme, dispostas em pequenos cachos espigados, que surgem nas axilas das folhas e/ou, na parte terminal dos galhos.

– Por tratar-se de uma leguminosa, as sementes ocorrem dentro de vagens de coloração vermelha-escuro, contendo até 10 sementes duras, na cor marrom-claro.

– As sementes são pequenas, geralmente com 0,5 cm de comprimento, dispostas dentro de envelopes de película branca, membranácea, (sementes aladas), que poderão facilmente ser dispersas pelo vento, fazendo a propagação natural da planta.

– A coleta das sementes poderá ser feita de Julho a Setembro.

– As vagens deverão ser colhidas diretamente da árvore matriz, no início da dispersão espontânea das sementes.

– Em seguida, deverão ser levadas ao sol, para completarem sua abertura e a liberação das sementes.

Propagação:

– A multiplicação da planta é feita através de sementes.

– As sementes deverão ser plantadas imediatamente após serem colhidas.

– Não haverá necessidade de retirar a película membranácea (envelope) que envolve a semente.

– As sementes poderão ser plantadas em canteiros tipo sementeiras, para futuro repique em balainhos feitos com sacos de polietileno. Ou, se preferir, poderão ser plantadas diretamente nos sacos de polietileno.

Substrato dos canteiros e/ou dos sacos de polietileno:

– O substrato deverá ser um composto organo-arenoso, o mesmo, substrato típico do seu ambiente nativo (cerrado), ou seja: um substrato de média fertilidade, totalmente drenável. E poderá ser feito misturando: terra fértil com areia, na proporção de 2:1.

– As sementeiras e/ou, sacos de polietileno, deverão ser dispostos em locais semi-sombreados.

– Aplicar as sementes de forma que elas fiquem soterradas no substrato, em média, 2,0 cm de profundidade.

– Caso as mudas forem feitas em sacos de polietileno, aplicar 2 sementes por saco.

– Irrigar com jato leve de água, para não desenterrar as sementes.

– Manter o substrato sempre com boa umidade sem encharcamento.

– Geralmente, em 15 dias ocorrerá a emergência das sementes férteis.

– Em condições naturais, a taxa de germinação é inferior a 20%. Diante dessa baixa porcentagem, urge a necessidade de desenvolver estudos para a quebra de dormência das sementes para aumentar o índice de emergência.

Nota:

– Para as mudas germinadas nas sementeiras, ao atingirem, em média 10,0 cm de altura, já poderão ser transplantadas em sacos de polietileno.

– Em média, com 12 meses as mudas já poderão ser levadas para serem repicadas em local definitivo.

– Trata-se de plantas de desenvolvimento lento, classificada como: “Secundária Tardia”, pois, não ultrapassa 3,0 metros de altura aos 2 anos de idade.

Nota:

-Antes das mudas serem levadas a campo, aconselha-se fazer a rustificação das mesmas, pelo método da aclimatação gradativa ao sol, por um período de 2 semanas.

Como fazer mudas de Barbatimão – Stryphnodendron adstringens

Como fazer mudas de Barbatimão – Stryphnodendron adstringens

Nome científico: Stryphnodendron adstringens.

Nome popular: Barbatimão, barbatimão verdadeiro, barba de timão, charãozinho roxo, casca da virgindade.

Família: Fabaceae-Mimosoideae.

Origem: Brasil, Regiões de cerrado, Endêmica no Centro-oeste brasileiro.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore de pequeno porte, pertencente à família das leguminosas, que poderá ultrapassar 4,0 metros de altura, com diâmetro do tronco, em torno de 0,30 metros.

– A madeira dura, pesada, resistente, geralmente utilizada na construção civil.

– O período de floração ocorre de Setembro a Novembro. As flores de coloração branco-creme, apresentam-se densamente reunidas em espigas cilíndricas, e surgem nas axilas das folhas.

– Por ser uma leguminosa, as sementes ocorrem dentro de vagens alongadas, (favas), de endocarpo macio e fibroso, com cerca de 10,0 cm de comprimento.

– Os frutos amadurecem entre Junho e Setembro. As sementes, na cor caramelo, são pequenas, arredondadas com cerca de 1,0 cm de diâmetro.

– A coleta das sementes deverá coincidir com o início da queda espontânea das vagens, da planta matriz. As vagens deverão ser expostas ao sol para secar e facilitar a retirada manual das sementes.

Propagação:

– A planta multiplica-se através de sementes.

– A sementes poderão ser plantada sem canteiros tipo sementeiras, para futuro repique em balainhos feitos com sacos de polietileno e/ou, ser plantadas individuais, diretamente nos sacos de polietileno.

Substrato dos canteiros e/ou dos sacos de polietileno:

– O substrato deverá ser um composto organo-arenoso, o mesmo, substrato típico do seu ambiente nativo (cerrado), ou seja: um substrato de média fertilidade, totalmente drenável. E poderá ser feito misturando: terra fértil com areia, na proporção de 2:1.

– As sementeiras e/ou, sacos de poliestileno, deverão ser dispostos em locais semi-sombreados.

– Aplicar as sementes de forma que elas fiquem soterradas no substrato, em média, 2,0 cm de profundidade.

– Irrigar com jato leve de água, para não desenterrar as sementes.

– Manter o substrato sempre com boa umidade sem encharcamento.

– Em 30 dias acorrerá a emergência das sementes férteis.

Nota:

– Para as mudas germinadas nas sementeiras, ao atingirem, em média 10,0 cm de altura, já poderão ser transplantadas em sacos de polietileno.

– Em média, com 12 meses as mudas já poderão ser levadas para serem repicadas em local definitivo.

– Trata-se de plantas de desenvolvimento lento, classificada como: “Secundária Tardia”, pois, não ultrapassa 2,5 metros de altura aos 2 anos de idade.

– Nota:

-Antes das mudas serem levadas a campo, aconselha-se fazer a rustificação das mesmas, pelo método da aclimatação gradativa ao sol, por um período de 2 semanas.

Observação:

– As vagens (favas), são consideradas tóxicas para o gado.

Considerações finais

– O Barbatimão é conhecido na língua indígena como “Ba- timó” que significa: “Planta que aperta”.

– Bem, essa ação estíptica, ou seja: adstringente, (contrativa), é provocada pelo “Tanino”, substância disponível em grandes quantidades na casca da planta.

– O Tanino é também um poderoso agente anti-séptico, indicado para combater bactérias e fungos, com comprovação científica.

Cultura popular:

– A planta recebeu o nome popular de “casca-da-virgindade”, porque era muito procurada pelas prostitutas, que banhavam as partes intimas com uma infusão feita com sua casca.

Folclore:

– Essa estória ocorreu na meio rural:

Certa vez, um casal na meia-idade, coincidentemente com a data de aniversário de casamento, a esposa muito assanhada, querendo fazer surpresa para agradar o marido, sorrateiramente preparou tal infusão com a casca do barbatimão, colocou a poção milagrosa sobre a mesa da cozinha para esfriar e, foi cuidar dos afazeres domésticos.

Nesse interim, o marido chega da roça varado de sede, vendo aquela caneca de chá, pensando que era chá-mate, passa para o peito num só gole. A reação foi instantânea, o tanino existente naquela infusão concentrada, contraiu-lhe a mucosa da boca, garganta e adjacências, que ele mal conseguia respirar.

A esposa aparece de supetão e, vendo o marido todo esbaforido, com aquela caneca à mão, indaga-lhe:

– Cadê o chá que estava dentro da caneca? E, ele, com tremenda dificuldade, responde-lhe :

-Bebi tudo!

 

Como fazer mudas de Paineira – Ceiba speciosa.

Como fazer mudas de Paineira – Ceiba speciosa.

Nome científico: Ceiba speciosa.

Nome popular: Paineira, Barriguda.

Família: Malvaceae.

Origem: América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore rústica, de fácil cultivo, de crescimento rápido, de ciclo de vida perene, de grande porte e poderá ultrapassar 30 metros de altura.

– O tronco, geralmente volumoso, recoberto por espinhos pontiagudos, chega a medir mais de 1,0 metro de diâmetro.

– A madeira é leve, mole e pouco resistente, sem importância comercial.

Nota:

– A planta entra em dormência vegetativa no inverno e perde as folhas.

– O tronco verde, clorofilado, das plantas mais jovens é capaz de realizar a fotossíntese, mesmo quando as folhas estão ausentes.

Ciclo reprodutivo:

– As flores grandes e vistosas, em vários tons de rosa, pintalgadas com vermelho, geralmente, despontam em meados de Dezembro, prolongando-se até Abril.

– A maturação dos frutos ocorre durante os meses de Agosto a Setembro, geralmente, com a árvore totalmente despida da folhagem.

– Os frutos, do tamanho de um mamão papaia, abrem-se quando amadurecem, liberando as sementes presas em plumas brancas (paina), levadas pelo vento, fazendo a propagação natural da planta.

Clima:

– Planta adaptada ao clima: Tropical, Subtropical, Temperado. E deverá ser cultivada a sol pleno.

– A planta tolera frios moderados.

Solo:

– O solo deverá ser areno-argiloso, rico em material orgânico, profundo, totalmente drenável.

Propagação:

– A multiplicação da planta, geralmente, se faz através de sementes, mas, poderá também ser feito, por estaquia de galhos maduros.

– As sementes deverão ser semeadas em sacos plásticos, próprios para mudas.

– O substrato dos sacos plásticos deverá ser terra fértil, enriquecida com esterco animal bem curtido, leve, drenável, dispostos em locais com alta iluminação, porém, protegidos da incidência direta da luz do sol.

– As sementes deverão ficar enterradas no substrato, em média, 2,0 cm de profundidade.

– Cobrir as sementes com uma leve camada de substrato peneirado.

– As regas deverão ser periódicas, de forma leve, para não desenterrar as sementes.

– A emergência das sementes ocorrerá dentro de uma semana.

– A taxa de germinação gira em torno de 80 %.

– Geralmente, 7 meses após semeadura, as mudas com 60,0 cm de altura, já poderão ser transferidas para seu local definitivo.

Nota:

– Aconselha-se fazer a rustificação das mudas, antes de serem levadas a campo, pelo processo de aclimatação gradativa ao sol, por duas semanas.

Covas:

– Abrir covas de 40 x 40 x 40 cm.

– Misturar, em média, 30 litros de esterco animal curtido ou, 20 colheres de adubo químico NPK 04:14:08, ao solo removido da cova. Imediatamente após a homogeneização total dos materiais adicionados ao solo removido, o composto deverá voltar para dentro do buraco.

– Esse processo deverá ser feito com um mês de antecedência do recebimento da muda.

Regas:

– As plantas em formação deverão receber regas a fim de manter o solo levemente umedecido.

– Para as plantas adultas, as regas deverão ser processadas apenas em períodos de estiagem prolongada.

Tratos culturais:

– Podas para formação da planta.

Utilização:

– As plumas do fruto (paina), por ser um produto orgânico, são utilizadas em almofadas e travesseiros, destinado a pessoas alérgicas.

 

Como fazer mudas de Nabo – Como cultivar nabo – Brassica rapa

Como fazer mudas de Nabo – Como cultivar nabo – Brassica rapa

Nome científico: Brassica rapa

Nome popular: Nabo

Origem: Europa

Características gerais:

– Trata-se de uma hortaliça herbácea, de raiz tuberosa, comestível, de ciclo de vida anual, e poderá atingir 40,0 cm de altura.

– As raízes da planta apresentam-se nas cores: branca e roxa e, nas formas: cilíndrica ou globosa.

– As flores são amarelas em forma de cachos.

– Trata-se de uma hortaliça de fácil cultivo e de ciclo rápido.

Clima:

– Trata-se de plantas de origem europeia, de clima temperado, ameno, com temperatura oscilando entre 14°C e 22°C.

– Com temperatura acima de 25°C, a planta floresce precocemente e suas raízes ficam fibrosas, impróprias para o consumo.

– Deverá ser cultivado a céu aberto e, sol pleno.

Solo:

– O solo deverá apresentar textura areno-argilosa, fértil, fofo, enriquecido com matéria orgânica e totalmente drenável.

– O solo deverá ser fofo para o rápido desenvolvimento das raízes tuberosas da planta.

– O pH do solo deverá oscilar entre 6,5 e 7,0.

Propagação:

– A multiplicação da planta se dá através de sementes.

– As sementes deverão ser semeadas em canteiros, diretamente em local definitivo.

Preparação dos canteiros:

– O solo dos canteiros deverá ser revolvido, em média, com 30 cm de profundidade.

– Adicionar 30 litros/ m² de esterco animal bem curtido.

– Homogeneizar o composto, formando os canteiros com 1,0 a 1,20 metros de largura, para facilidade de manejo.

– Os canteiros deverão ser levantados, em média, 20 cm com relação ao nível do solo, para facilitar a drenagem de água.

– As sementes deverão ser semeadas diretamente no solo dos canteiros, em sulcos, em média, com 2 cm de profundidade e, cobertas com uma camada fina de solo peneirado.

– O espaçamento entre sulcos deverá ser, em média, de 30,0 cm.

– Regar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– Manter o solo dos canteiros umedecido, sem provocar alagamentos.

– A emergência das sementes ocorrerá dentro de uma semana.

– Quando as plântulas atingir, em média 5,0 cm de altura deverá ser feito raleamento, deixando um espaçamento, em média, de 10,0 cm entre plantas.

Regas:

– Manter o solo sempre úmido, sem encharcamento.

– As regas deverão ser feitas pela manhã e/ou a tarde, quando o sol estiver com tempertura mais amena.

Tratos culturais:

– Retirar erva daninha e outras plantas concorrentes com espaço e nutrientes.

Colheita:

– A colheita terá início, em média, 40 dias após semeadura.

– O atraso na colheita, resultará em raízes fibrosas impróprias para o consumo, bem como a floração da planta para produção das próprias sementes.

Como fazer mudas – Como cultivar Cenoura – Daucus carota

Como fazer mudas – Como cultivar Cenoura – Daucus carota

Nome científico: Daucus carota.

Nome popular: Cenoura.

Família: Apiaceae.

Origem: Europa, Ásia.

Características gerais:

– Trata-se de uma hortaliça herbácea, de raiz tuberosa, comestível, de ciclo de vida anual, que poderá atingir mais de 0,5 metros de altura.

– A planta apresenta raiz cilíndrica, geralmente longa na cor predominatemente alaranjada, mas, há cutivares de raiz média e curta e com cores diferenciadas entre: amarela, branca, vermelha e roxa.

– Com textura macia e paladar agradável, a cenoura é consumida, geralmente, in-natura.

– Os principais cultivares são: Brasília, Nantes, Flaker, Chantenay, Nova Carandaí, Danvers, Kuroda, Kuronan, Alvorada, Tropical, Prima, Harumaki Kinko, Gossum, etc.

Clima:

Planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical e, deverá ser cultivada a céu aberto e sol pleno.

– A temperatura ideal para germinação das sementes deverá oscilar na faixa entre 20 e 30°C.

– Temperaturas acima de 30°C podem prejudicar o crescimento das plantas e o sabor das raízes.

– No inverno, as plantas desenvolvidas podem suportar baixas temperaturas, pois as raízes sobrevivem mesmo quando a folhagem morre, mas, rebrotam, assim que a temperatura voltar a aumentar na primavera.

Solo:

– O solo deverá apresentar textura média, ser fértil, fofo, enriquecido com matéria orgânica e, totalmente drenável.

– O solo deverá ser fofo para o rápido desenvolvimento das raízes tuberosas da planta.

– O pH do solo deverá oscilar em torno de 6,0.

Propagação:

– A multiplicação da planta se dá através de sementes.

– As sementes deverão ser semeadas em canteiros, diretamente em local definitivo.

Preparação dos canteiros:

– O solo dos canteiros deverá ser revolvido, em média, com 30 cm de profundidade.

– Adicionar 30 litros/ m² de esterco animal bem curtido.

– Homogeneizar o composto, formando os canteiros com 1,0 a 1,20 metros de largura, para facilidade de manejo.

– Os canteiros deverão ser levantados, em média, 20 cm com relação ao nível do solo, para facilitar a drenagem de água.

– As sementes deverão ser semeadas diretamente no solo dos canteiros, em sulcos com, em média, 2 cm de profundidade e, cobertas com uma camada fina de solo peneirado.

– O espaçamento entre sulcos deverá ser, em média, de 20,0 cm.

– Regar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– Manter o solo dos canteiros umedecido, sem provocar alagamentos.

– A emergência das sementes ocorrerá dentro de 3 semanas.

– Quando as plântulas atingir, em média 5,0 cm de altura deverá ser feito raleamento, deixando um espaçamento, em média, de 5,0 cm entre plantas.

Regas:

– Manter o solo sempre úmido, sem encharcamento.

– As regas deverão ser feitas pela manhã e/ou a tarde, quando o sol estiver com tempertura mais amena.

Colheitas:

– A colheita ocorrerá entre 80 a 120 dias após a semeadura

– Caso ocorrer atrasos no período da colheita as raízes tuberosas se tornarão fibrosas e a planta entrará no peródo de floração para produção das próprias sementes. (Flores de cor branca em forma de inflorescência).

Tratos culturais:

– Retirar erva daninha e outras plantas concorrentes com espaço e nutrientes.

 

Como fazer mudas – Como cultivar Rabanetes – Raphan us sativus.

Como fazer mudas – Como cultivar Rabanetes

Nome científico:Raphan us sativus.

Nome popular: Rabanete.

Família: Brassicaceae.

Origem: Europa, Ásia.

Características gerais:

– Trata-se de uma hortaliça herbácea, de raiz tuberosa, comestível, de ciclo de vida anual.

– A planta apresenta-se nas cores: vermelho, rosa e branco e, nas formas: arredondada e ovalada.

– Trata-se de uma hortaliça de fácil cultivo e de ciclo rápido, poderão ser colhidos, em média, com 30 dias após semeadura.

Clima:

– Trata-se de plantas de origem europeia, de clima temperado, ameno, com temperatura oscilando entre 8°C e 20°C.

– Porém, Existe uma grande variedade de plantas adaptadas e, com características próprias, para serem cultivadas nas quatro estações do ano, em clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, Moderado.

– Deverá ser cultivado a céu aberto e, sol pleno.

Solo:

– O solo deverá ser fértil, fofo, enriquecido com matéria orgânica e totalmente drenável.

– O solo deverá ser fofo para o rápido desenvolvimento das raízes tuberosas da planta.

– O pH do solo deverá oscilar entre 6,0 e 7,0.

Propagação:

– A multiplicação da planta se dá através de sementes.

– As sementes deverão ser semeadas em canteiros, diretamente em local definitivo.

Preparação dos canteiros:

– O solo dos canteiros deverá ser revolvido, em média, com 25 cm de profundidade.

– Adicionar 30 litros/ m² de esterco animal bem curtido.

– Homogeneizar o composto, formando os canteiros com 1,0 a 1,20 metros de largura, para facilidade de manejo.

– Os canteiros deverão ser levantados, em média, 20 cm com relação ao solo, para facilitar a drenagem de água.

– As sementes deverão ser semeadas diretamente no solo dos canteiros, em sulcos com, em média, 2 cm de profundidade e, cobertas com uma camada fina de solo peneirado.

– O espaçamento entre sulcos deverá ser, em média, de 15,0 cm.

– Regar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– Manter o solo dos canteiros umedecido, sem provocar alagamentos.

– A emergência das sementes ocorrerá dentro de uma semana.

– Quando as plântulas atingir, em média 3,0 cm de altura, deverá ser feito raleamento, deixando um espaçamento, em média, de 3,0 cm entre plantas.

Regas:

– Manter o solo sempre úmido, sem encharcamento.

– As regas deverão ser feitas pela manhã e/ou a tarde, quando o sol estiver com tempertura mais amena.

Tratos culturais:

– Retirar erva daninha e outras plantas concorrentes com espaço e nutrientes.

Colheita:

– A colheita terá início, em média, 30 dias após semeadura.

– O atraso na colheita, resultará em raízes fibrosas e floração da planta para produção das próprias sementes.

Como Fazer mudas – Como cultivar Beterrabas – Beta vulgaris

Como Fazer mudas – Como cultivar Beterrabas – Beta vulgaris

Nome científico: Beta vulgaris.

Nome popular: Beterraba, Beterraba-hortense.

Família: Amaranthaceae, Quenopodiaceae

Origem: Norte da África, Europa.

Características gerais:

– A beterraba é uma planta hortícola herbácea, de raízes tuberosas na cor vermelho-escuro, com textura suave e, de sabor levemente adocicado.

– Trata-se de plantas de cultivo bianual, ou seja: poderão ser cultivadas duas vezes ao ano: no inverno e no verão.

Suas raízes tuberosas, ricas em carboidratos, caracteriza-se na principal fonte de extração de açúcar da Região Norte da Europa.

– Geralmente, utiliza-se a raiz tuberosa no consumo doméstico, porém, são as folhas que constitui a parte mais nutritiva da planta.

Clima:

– Planta adaptada ao clima ameno e frio: Subtropical e Temperado.

– A temperatura deverá oscilar entre 10 a 20 °C.

– A planta deverá ser cultivas a céu aberto, e sol pleno.

– Trata-se de uma planta não tolerante ao calor intenso, no pico do verão nem ao excesso de umidade na estação chuvosa.

Solo:

– O solo deverá ser fértil, rico em material orgânico, fofo e totalmente drenável.

– O pH do solo deverá oscilar entre 6 e 7,5.

Propagação:

– A propagação da planta é feita por sementes.

– A semeadura poderá ser feita em canteiros definitivos ou, em bandejas de isopor.

Plantio em canteiros definitivos:

– O solo dos canteiros deverá ser fértil, rico em material orgânico, fofo e totalmente drenável.

– O solo dos canteiros deverá ser revolvido, em média, com 25 cm de profundidade.

– Os canteiros deverão ser levantados, em média, 20 cm com relação ao solo.

– Para facilidade de manejo, aconselha-se preparar canteiros com 1,0 a 1,20 metros de largura.

– As sementes deverão ser semeadas diretamente no solo dos canteiros, em sulcos com, em média, 2 cm de profundidade e, cobertas com uma camada fina de solo peneirado.

– O espaçamento entre sulcos deverá ser, em média, de 20,0 cm.

– Regar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– Manter o solo dos canteiros umedecido, sem provocar alagamentos.

– Quando as plântulas atingir, em média 5,0 cm de altura deverá ser feito raleamento, deixando um espaçamento, em média, de 10 cm entre plantas.

Plantio em bandejas com células:

– O substrato das células da bandeja deverá ser fértil, rico em material orgânico, fofo e totalmente drenável.

– Plantar duas sementes por célula a uma profundidade média de 1,0 cm.

– Fazer o desbaste deixando apenas a planta mais vigorosa.

– Geralmente, 20 dias após semeadura, As mudas já poderão ser levadas a campo.

– Os espaçamentos deverão ser os mesmos indicados acima, para plantio direto em canteiros.

Nota:

– Antes das mudas serem transplantadas em seus locais definitivos deverão passar pelo processo de rustificação, ou seja: Aclimatação gradativa ao sol, no perído de uma semana.

Colheita:

– A colheita terá início aos 80 dias após semeadura.

Época para o Plantio:

– A planta poderá ser cultivada o ano todo em regiões de clima frio, com altitude acima de 800 metros, com relação ao nível do mar.

– A planta poderá ser cultivada entre Fevereiro a Junho, (cultivo de verão), em regiões de clima ameno, com altitude de 400 a 800 metros, com relação ao nível do mar.

– A planta poderá ser cultivada entre Abril a Julho, (cultivo de inverno), em regiões de clima ameno e frio, com altitude abaixo de 400 metros, com relação ao nível do mar.

Pragas e doenças:

Principais doenças e pragas: Ferrugem, Mancha da folha, Podridão da raiz, Lagarta-rosca, Vaquinha.

 

Como fazer mudas de Tomate – Solanum lycopersicum.

Como fazer mudas de Tomate – Solanum lycopersicum.

Nome científico: Solanum lycopersicum.

Nome popular: Tomate

Família: Solanaceae

Origem: América do Sul, Chile Colômbia, América central, México

Características gerais:

– Trata-se de uma planta herbácea, ramificada, de caule flexível, de ciclo de vida anual curto,

– Há muitas variedades de tomateiro, com frutos de tamanho, coloração e formato diferentes.

Solo:

– Trata-se de uma planta exigente. O solo deverá ser areno-argiloso, fértil, rico em matéria orgânica, profundo, fofo e drenável.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5,5 e 6,5.

Clima:

– Planta adaptada ao clima ameno: Tropical, Subtropical e Temperado.

– A planta deverá ser cultivada a céu aberto, a sol pleno, pois necessita de luminosidade para seu desenvolvimento.

– A temperatura ideal para o seu cultivo é diferenciada entre noturna e diurna:

Diurna: deverá oscilar entre: 20 a 25 ºC.

Noturna: deverá oscilar entre: 15 e 20 ºC.

– Para regiões de clima Tropical, aconselha-se o cultivo da planta acima de 800 metros de altitude, com relação ao nível do mar.

– A planta não tolera ventos frios e geadas…

Variedades:

– Tomate Caqui: de tamanho graúdo, poupa grossa e com pouca acidez.

– Tomate Santa-cruz: de formato redondo e sabor adocicado, próprio para saladas e consumo in natura.

– Tomate Cereja, Uva e Italiano: frutos pequenos redondos e ovais, adocicados, próprios param saladas e consumo in natura.

– Tomate Salada Longa-vida: muito cultivado na atualidade.

Nota:

– As variedades de grande porte precisarão ser tutoradas desde a fase inicial de cultivo.

– As variedades rasteiras não necessitarão de tutoramento, poderão ser cultivadas em contato direto com o solo.

Propagação:

– A planta se multiplica através de sementes.

– As sementes poderão ser plantadas em bandejas de isopor, copinhos de plásticos com furos no fundo, tubetes, etc. preenchidos com solo fértil enriquecido com material orgânico curtido ou, terra vegetal, dispostos em local com boa iluminação, semi-protegido (50%), da luz direta do sol.

– As mudas deverão ser produzidas à meia-sombra.

– As sementes deverão ficar, em média, 0,5 cm enterradas no substrato e cobertas com uma camada fina de substrato peneirado.

– Irrigar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– As regas deverão ser processadas diariamente, a fim de manter o substrato levemente umedecidos, sem excesso.

– Geralmente, dentro de uma semana as sementes já emergiram.

Repicagem das mudas para locais definitivos:

– Após as plântulas atingirem, em média, 10,0 cm de altura e/ou, apresentarem-se com 5 a 6 folhas, já poderão ser levadas a campo.

– Aconselha-se fazer a rustificação das mudas, pelo método da aclimatação gradativa ao sol, antes de serem transferidas para seus locais definitivos.

– As regas no plantio definitivo, poderá ser feita por gotejamento.

Espaçamento:

– Aconselha-se espaçamentos de: 0, 50 metros entre plantas por: 1,20 metros entre linhas.

Tutoramento:

– Por tratar -se de plantas de caule flexível, as variedades de grande porte necessitarão ser tutoradas.

Espaldeira ou, Parreira Vertical.

– Trata-se de um sistema que lembra uma cerca para contenção de animais.

– Formada por postes com um fio de arame esticado no topo dos postes.

Observação:

– É necessário lembrar que deverá ser feito um planejamento inicial, para que as covas, nessa altura do campeonato, já estejam preparadas, feitas com certa antecedência, pois as estacas irão ser colocadas no meio das covas, que finalmente irão receber as mudas.

– Os tutores poderão ser feitos de vara de bambu. A parte inferior do tutor deverá ser fixada ao solo, justamente no lugar de cada cova. A parte superior do tutor deverá ficar inclinadas, encostada no fio de arame, a inclinação poderá ser, em média 45 a 50 graus, com relação ao solo.

Nota:

– A espaldeira deverá ser preparada antes da repicagem das mudas.

– As mudas deverão ser plantadas junto ao tutor e, deverá ser guiada desde o início do seu crescimento.

Colheita:

– A colheita terá início entre 80 e 100 dias após as mudas serem repicadas para seus locais definitivos.

– Frutos com destino a comercialização, poderão ser colhidos semi-maduros.

Pragas e doenças:

– Planta sensível e vulnerável a pragas como: Mosca-branca, Brocas, Ácaros, Pulgões e, a doenças como: Murcha bacteriana, Mancha bacteriana e Talo oco.

Tratos culturais:

– Remover erva daninha e outras plantas invasoras concorrentes com espaço e nutrientes.

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