Como fazer mudas de Vinca – Catharanthus roseus

Como fazer mudas de Vinca – Catharanthus roseus

Nome científico: Catharanthus roseus.

Nome popular: Vinca, Maria-sem-vergonha, Vinca-de-gato, Vinca-de-Madagascar, Bom-dia, Boa-noite.

Família: Apocynaceae.

Origem: Madagascar, Ásia, Europa, Indonésia, Oceania.

Características gerais:

– Trata-se de planta semi-herbácea, rústica, de ciclo de vida perene, que pode atingir cerca de 0,5 metros de altura.

– Exitem no mercado grande variedade de cultivares com flores de cores e matizes entre: róseo, branco, roxo, vermelho. O centro da flor a tonalidade da cor, é bem mais forte

– Trata-se de uma planta que floresce o ano inteiro.

– Embora a planta é de ciclo de vida perene, mas, com o tempo, ela perde a exuberância e consequentemente a queda na produção das flores, diante disso, aconselha-se renovar o seu jardim a cada ano.

Propagação:

– A multiplicação da planta se faz por sementes.

– Basta revolver o solo dos canteiros, aplicar as sementes aleatoriamente e regar com um jato leve de água, para não soterrar as sementes além do necessário.

– Em poucos dias as sementes já estarão germinadas.

– Com o tempo, as plantas matrizes irão disseminando em seus arredores, suas preciosas sementes e, com isso, as novas mudas acabarão nascendo espontaneamente.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e Subtropical.

– Deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

 Solo:

– Pela sua rusticidade natural a planta não é muito exigente quanto ao tipo de solo, mas, para que ela se torne vigorosa e produtiva, aconselha-se cultiva-la em solo de boa qualidade, enriquecido com uma generosa porção de esterco animal bem curtido.

Regas:

– As regas deverão ser processadas apenas para manter o solo com umidade constante, sem provocar encharcamento.

Cuidado:

– Planta tóxica, se ingerida.

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Como fazer mudas de Rosa do deserto – Adenium obesum.

Como fazer mudas de Rosa do deserto.

 Nome Científico: Adenium obesum.

Nome Popular: Rosa-do-deserto.

Origem: África.

 Características Gerais:

– Planta de ciclo de vida perene, floresce praticamente o ano todo, mas em especial na primavera.

– Planta de clima quente e árido (deserto), desenvolve-se a pleno sol.

 Propagação: estacas caulinares e sementes

– Pertence à família das plantas suculenta.

Particularidade:

-Por ser uma planta típica do deserto, onde as estiagens prolongadas são constantes,  na época das chuvas, seu tronco se adapta para armazenar água e nutrientes em abundância, avolumando-se tanto, que deu origem ao seu nome: “obesum”.

 – As flores tem a forma de taça com grande variedade de cores e nuances, desde o branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho, podendo ainda apresentar alguns toques de degrade.

Propagação:

A Planta pode ser propagada por sementes ou por estaquia.

O método mais utilizado é o da estaquia.

 – Cortar hastes da planta que se deseja multiplicar com aproximadamente dez centímetros de comprimento. A época mais indicada para fazer mudas é o final do verão.

– Colocar as hastes em local seco e sombreado, livre de umidade por uma semana, até curar a superfície cortada.

– Enterrar as hastes em um substrato preparado com terra vegetal e areia grossa, na proporção de 2:1. Ou seja, duas partes de terra para cada parte de areia.

– Observar se os balainhos são dotados de furos para perfeita drenagem de água.

– Colocar os balainhos com as mudas em local que receba luz solar diretamente.

– Manter o substrato dos balainhos com boa umidade sem encharcar.

-No inverno a rosa do deserto entra em hibernação, perdendo a maioria das folhas. Diante disso, as regas nesse período, deverão ser reduzidas no máximo duas vezes por semana.

– Na primavera a planta acorda da dormência e começa a emitir folhas e flores em quantidades, então se faz necessário observar se é preciso transplantá-la para um recipiente maior acondicionando melhor as suas raízes.

– O verão é a estação em que a planta estará em seu auge, desde que tenha recebido satisfatoriamente, os tratos culturais durante todo o ano.

Notas:

– A rosa do deserto não tolera geadas, nem temperaturas inferiores a 10ºC.

– A rosa do deserto é uma planta resistente por ser nativa de regiões áridas, mas,não tolera excessos de umidade.

– Esta combinação de excesso de água com temperatura baixa, pode apodrecer os tecidos da planta, levando-a a morte.

 Obs.

– A rosa do deserto poderá até ser cultivada à meia sombra, porém, florações abundantes e vistosas, só ocorrerão se a planta for submetida a pleno sol.

– Deve ser plantada em solo arenoso, com ótima drenagem de água, imitando o seu habitat natural que é a aridez do deserto.

– As irrigações deverão obedecer a intervalos esparsos e regulares.

 Dicas interessantes:

– As podas para formação das touceiras, deverão obedecer a alguns critérios básicos, para não provocar deformidades nem aquelas cicatrizes no caule tirando a beleza natural da planta.

Cuidados:-

– Sempre que for podá-la, use luvas e óculos de segurança, pois sua seiva é altamente tóxica. 

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Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Nome Científico: Tecoma stans.

Nomes Populares: Ipê-mirim, Carobinha, Guarã-guarã, Sinos-amarelos.

Família: Bignoniaceae.

Origem: América do Sul, América do Norte, México, Estados Unidos.

 Características gerais:

– Trata-se de uma arvoreta ornamental rústica, de ciclo de vida perene,que poderá atingir mais de 3,0 metros de altura.

– As flores são tubulares na cor amarelo-gema, e apresentam-se em forma de inflorescências que, em contraste com o verde de sua copa, proporciona um belo efeito decorativo.

– As flores são mais abundantes nas estações da primavera e verão.

– Os frutos são em formato de cápsulas compridas que contém inúmeras sementes aladas em seu interior. Quando essas cápsulas amadurecem, abrem-se. E, as sementes são espalhadas pelo vento.

Propagação:

– A multiplicação desta planta poderá ser feita por sementes e por estaquia de galhos maduros.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, e deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

– Trata-se de uma planta resistente ao frio e a geadas moderadas.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico, profundo e drenável.

 Regas:

– As regas serão necessárias nas estiagens prolongadas.

Tratos culturais:

– Desbaste de galhos, apenas para a formação da planta.

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Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Nome Científico: Tecoma stans.

Nomes Populares: Ipê-mirim, Carobinha, Guarã-guarã, Sinos-amarelos.

Família: Bignoniaceae.

Origem: América do Sul, América do Norte, México, Estados Unidos.

 Características gerais:

– Trata-se de uma arvoreta ornamental rústica, de ciclo de vida perene,que poderá atingir mais de 3,0 metros de altura.

– As flores são tubulares na cor amarelo-gema, e apresentam-se em forma de inflorescências que, em contraste com o verde de sua copa, proporciona um belo efeito decorativo.

– As flores são mais abundantes nas estações da primavera e verão.

– Os frutos são em formato de cápsulas compridas que contém inúmeras sementes aladas em seu interior. Quando essas cápsulas amadurecem, abrem-se. E, as sementes são espalhadas pelo vento.

Propagação:

– A multiplicação desta planta poderá ser feita por sementes e por estaquia de galhos maduros.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, e deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

– Trata-se de uma planta resistente ao frio e a geadas leves.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico, profundo e drenável.

Regas:

– As regas serão necessárias nas estiagens prolongadas.

Tratos culturais:

– Desbaste de galhos, apenas para a formação da planta.

Nota:

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Como fazer mudas de Dipladênia – Mandevilla x Amabilis

Como fazer mudas de Dipladênia  – Mandevilla

 

Nome científico: Mandevilla x amabilis.

Nome popular: Dipladênia, Mandevila, Jalapa-do-campo, Jasmim-brasileiro.

Família: Apocinaceae.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características Gerais:

– Trata-se de uma planta ornamental caracterizada como trepadeira de caule flexível, semi-lenhoso, de ciclo de vida perene, rústica e precoce.

– Os ramos da planta podem atingir mais de 5,0 metros de comprimento, e necessitam de tutoramento para que adquiram forma e volume desejados.

– A floração ocorrerá durante o ano todo, porém em menor quantidade nos meses de inverno.

– As flores em tons de rosa ostentam grande beleza plástica, além de exalar perfume suave e agradável, destacam-se no verde de sua ramagem.

Propagação:

– A planta poderá ser multiplicada por sementes e/ou estaquia dos galhos semi-lenhosos (maduros).

Propagação por estaquia de galhos maduros:

– Cortar estacas da parte lenhosa da planta, em média, com 30,0 cm de comprimento.

– Observar que o corte terá que ser em forma de bisel.

– Remover as folhas da parte inferior da estaca, justamente àquela parte que ficará enterrada no substrato.

– Mergulhar a parte da estaca, (àquela que ficara enterrada no substrado) em hormônio enraizador.

– Plantar as estacas em sacos plásticos, enterrando-as, em média, 10,0 cm de profundidade.

– Dispor as mudas em locais sombreados, porém, com boa luminosidade.

– Regar e manter o substrato sempre com boa umidade, porém, sem encharcamento.

Nota:

– Hormônio enraizador poderá ser encontrado em lojas de floricultura.

– O substrato para os sacos plásticos poderá ser uma mistura totalmente homogeneizada de: Terra de boa qualidade + esterco animal bem curtido + areia grossa, na proporção de 1:1:1.

– A areia entra na composição para facilitar a drenagem do substrato.

Clima:

– Planta adaptada ao clima tropical, quente e úmido.

– A planta não tolera frios intensos e/ou geadas.

– Deverá ser cultivada a sol pleno pois necessita de alta luminosidade.

Solo:

– O solo para o seu cultivo, deverá ser de boa qualidade, rico em material orgânico, profundo e totalmente drenável.

– Trata-se de uma planta que tolera a salinidade do solo, portanto, poderá ser cultivada em regiões litorâneas.

Regas:

– As regas deverão ser de forma moderada apenas para manter o solo umedecido sem provocar encharcamento.

Tratos culturais:

– Poda para formação da planta que poderá ser feita preferencialmente no inverno, quando a planta entra em dormência vegetativa.

Fertilização:

– A adubação rica em fósforo, feita mensalmente, coincidindo com o início da primavera, quando a planta estará em plena atividade vegetativa, irá promover floradas espetaculares.

Observação:

– Trata-se de uma planta tóxica.

– A sua seiva leitosa poderá provocar irritações na pele.

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Como fazer mudas de Alamanda roxa – Allamanda blanchetti

Como fazer mudas de Alamanda roxa

Nome científico – Allamanda blanchetti

Nome popular: Alamanda-rosa, Alamanda-roxa, Alamanda-cheirosa, Orelia, Rosa-do-campo

Origem: América do Sul, Brasil

Características gerais:

– Trata-se de uma planta de ciclo de vida perene, caule flexível tipo trepadeira, cujos ramos podem ultrapassar 3,5 metros de comprimento.

– Planta rústica de fácil propagação.

– A beleza natural da Alamanda é notável com suas vistosas flores nos tons: amarelo, rosa, vinho, vermelho.

Propagação:

– A obtenção de mudas é feita através de sementes e, também, pelo método de estaquia de ramos maduros.

Procedimentos – Método da estaquia:

– Cortar estacas da planta matriz, em média, com 20,0 cm de comprimento.

– O corte das estacas deverá ser em forma de bisel.

– Observar a presença mínima de três gemas (borbulhas) em cada estaca.

– Plantar, enterrando a parte da base das estacas até o meio, em vasos ou balainhos.

– Colocar os vasos ou balainhos em local sombreado por um mês até o seu pegamento. Isso será possível detectar pelo surgimento dos brotos.

– Manter o local com boa umidade, mas sem encharcamento.

– Após início da brotação, fazer aclimatação gradativa das mudas ao sol, por um período de uma a duas semanas e, em seguida poderão ser transplantadas em seus locais definitivos.

Clima:

– Planta adaptada ao clima Subtropical, Tropical.

– Deverá ser cultivada em locais de alta luminosidade.

– A planta não tolera o frio intenso.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, leve, drenávél, rico em matéria orgânica e com regas regulares.

– O substrato deverá ser um composto bem homogeneizado de terra de boa qualidade, esterco curtido e areia, nas mesmas proporções. O qual deverá ficar com boa drenagem de água.

O transplantio para os locais definitivo, deverá ocorrer no período chuvoso para evitar o estresse das plantas por falta de umidade.

Nota:

– Por se tratar de plantas que florescem o ano inteiro, além de serem muito resistentes ao sol, sua utilização na decoração de jardins e praças é muito frequente.

Cuidado:

– Trata-se de uma planta tóxica.

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Como fazer mudas de Begônia-asa-de-anjo – Begonia coccinea.

Como fazer mudas de Begônia-asa-de-anjo

Nome científico: Begonia coccinea.

Nome popular: Begônia-asa-de-anjo.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– Trata-se de plantas de ciclo de vida perene, semi-herbácea, rizomatosa e entouceirada, que podem atingir mais de 1,0 metro de altura.

– As folhas de consistência espessa, geralmente pintalgadas de branco gelo, têm o formato de uma asa, a qual originou o nome da planta.

– A planta exibe flores o ano inteiro.

– As flores de pétalas cerosas apresentam-se em forma de cachos pendentes, nas cores: branca, rosa, salmão, além de, tonalidades intermediárias e combinações entre essas cores.

Propagação:

– A planta propaga-se por estaquia de galhos dos ponteiros e/ou por divisão da touceira.

Clima:

– Planta adaptada ao clima Subtropical e Temperado,com temperatura oscilando entre 18°C a 25°C.

– Trata-se de plantas que devem ser cultivadas à meia sombra, desde que receba alta iluminação pela manhã e a tarde.

– A planta não tolera frio intenso e/ou geadas, nem o sol a pino, nas horas mais quentes do dia.

Solo:

– O substrato do vaso deverá ser rico em material orgânico e totalmente drenável.

Regas:

– Regar a planta a fim de manter o solo levemente umedecido.

– A planta não tolera solo encharcado. O excesso de umidade apodrecerá suas raízes.

Tratos culturais:

– Caso houver perda excessiva de folhas, é sinal de solo excessivamente encharcado. Diante disso, faz-se necessário a diminuição na frequência das regas.

– Fazer o desbaste da planta sempre que ela ultrapassar, em média, 1,0 metro de altura, deixando-a com 40,0 cm. Esse procedimento irá estimular a brotação deixando-a vigorosa novamente.

– O desbaste deverá ser feito, preferencialmente, no início da primavera, quando as plantas estarão emergindo da dormência vegetativa.

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Como fazer mudas de Glória-da-manhã – Ipomoea purpurea

Como fazer mudas de Glória-da-manhã – Ipomoea purpurea

Nome Científico: Ipomoea purpurea.

Nome Popular: Glória-da-manhã, Campainha, Bom-dia, Corda-de-viola, Corriola, Jetirana, etc.

Família: Convolvulaceae.

Origem: América do Sul, América Central, América do Norte.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta trepadeira de rápido crescimento, de caule herbáceo, flexível, de ciclo de vida anual, cujos ramos, quando bem tutorada, podem atingir mais de 10,0 metros de comprimento.

– A planta floresce da primavera ao verão.

– As flores têm o formato de uma corneta e, apresentam-se nas cores e tons entre: branco, roxo, rosa, e azul.

– O fruto é uma cápsula com três quinas,

– As sementes são grandes de formato triangular e, germinam com facilidade.

 Nota:

– A Ipomoea é uma planta totalmente rústica, muitas vezes considerada uma invasora que vegeta espontaneamente na agricultura e pastagens e, nestas condições são combatidas com herbicidas, por ser considerada planta daninha.

Clima:

– Trata-se de uma planta totalmente rústica, adaptada aos climas: Equatorial, Tropical, Subtropical e Temperado.

– A planta não tolera frios intensos e/ou geadas.

– Poderá ser cultivada à meia sombra, mas vegeta melhor quando plantada a Sol pleno.

Propagação:

– A multiplicação de mudas é feita através de sementes.

– As sementes germinam em duas semanas.

– As mudas deverão ser tutoradas.

Solo:

– Planta não exigente quanto ao tipo de solo. Porem vegeta melhor em solos férteis, ricos em material orgânico e drenável.

Regas:

– As regas deverão ser feitas apenas para manter o solo ligeiramente umedecido.

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Como fazer mudas de Impatiens walleriana – Beijo-turco.

Como fazer mudas de Impatiens walleriana – Beijo-turco.

 Nome científico: Impatiens walleriana.

Nome popular: Beijinho, Beijo-turco, Maria-sem-vergonha.

Origem: África.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta herbácea de pequeno porte, de ciclo de vida anual, de caule suculento, que não tolera baixas temperaturas.

– Planta de fácil cultivo, de crescimento rápido. Cujas flores se apresentam com grande variedade de cores.

– A planta não exige cuidados especiais, desde que cultivada à meia sombra, em solo rico em matéria orgânica e, umidade constante, sem encharcamento.

– Por tratar-se de uma planta de ciclo de vida anual, será necessário replantá-la periodicamente.

Propagação:

– A sua multiplicação se faz através de sementes e também pelo método de estaquia de seus ramos maduros.

Clima:

– A planta vegeta melhor em clima moderado e umidade constante. É comum encontrá-la crescendo com todo o vigor, próximo aos sopés das grandes serras, onde umidade e temperatura são estáveis durante o ano.

– A planta não suporta geadas nem baixas temperaturas.

Solo:

– O solo terá que ser rico em material orgânico e, facilmente drenável.

– Poderá ser terra vegetal adquirida em lojas de floriculturas ou, uma mistura, totalmente homogeneizada, de terra de barranco com esterco animal bem curtido, na proporção de 2:1.

Método de propagação natural:

– A planta possui um mecanismo específico, tipo catapulta, para espalhar suas sementes, cujas vagens quando maduras, rompe-se ao mais leve toque, estalando e arremessando suas sementes a grandes distâncias, pelos arredores.

Nota:

– Trata-se de uma planta que poderá ser cultivada em vasos, floreiras ou, diretamente no solo.

– Em ambos os casos, a planta terá que ser protegida dos raios solares nas horas mais quentes do dia, ou seja: quando o sol estiver a pino.

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Como fazer mudas de Datura – Sete-saias – Trombeta-de-Anjos.

Como fazer mudas de Datura – Sete-saias – Trombeta-de-Anjos.

Nome científico: Datura suaveolens.

Nome Popular: Datura, Sete-saias, Trombeta-de-anjos, Saia-branca.

Família: Solanaceae

Origem: México

Características gerais:

– Trata-se de uma planta arbustiva, de ciclo de vida perene e, poderá atingir, em média de 1 a 2 metros de altura.

– A planta floresce o ano todo. Porém, o auge da floração acontecerá na Primavera e no Verão, com a incidência do período chuvoso do ano.

– Planta muito utilizada em paisagismo.

Propagação:

– A planta poderá ser multiplicada por estaquia e/ou por sementes.

– O método de propagação mais utilizado, em escala doméstica, é o da estaquia de ramos maduros.

Propagação por estaquia:

– Selecionar ramos maduros e saudáveis.

– Cortar estacas com aproximadamente 30 cm de comprimento.

– Eliminar as folhas da base, onde ficará enterrada no solo.

– Enterrar a estaca no solo, em média, 10 a 15 cm de profundidade.

– As estacas poderão ser plantadas em vasos e/ou em seus locais definitivos no jardim.

– A melhor época para o plantio é o início da estação chuvosa, ou seja: na Primavera quando as plantas estarão emergindo da dormência vegetativa, que geralmente ocorre no Inverno.

Propagação por sementes:

– As sementes poderão ser semeadas em canteiros no solo ou, em caixas de vegetação.

– Antes de semear, as sementes deverão ser submersas por 24 horas, em um recipiente com água quente (+ ou -) 50°C. Esse método de embebição, ajudará a quebrar a dormência.

– As sementes deverão ser cobertas por uma camada leve de substrato, ou seja: uma camada fina de solo ligeiramente peneirado.

– A temperatura ideal para a germinação das sementes, oscila em torno de 25°C, temperaturas mais baixas poderão inibir a germinação totalmente.

– A germinação poderá ser lenta e desigual, geralmente, dentro de 2 meses as sementes viáveis já estarão todas germinadas.

– Assim que as mudas atingirem 10 cm de altura já poderão ser transplantadas em recipientes individuais.

– As mudas com 50 cm de altura já poderão ser levadas para seus locais definitivos.

– Se, as mudas foram produzidas em locais sombreados, antes de serem levadas a campo, terão que passar pelo processo de aclimatação gradativa ao sol.

– O substrato dos canteiros e/ou das caixas de vegetação, deverão ser mantidos ligeiramente umedecidos, sem provocar alagamentos, o excesso de umidade facilitará a disseminação de fungos e bactérias que apodrecerão as sementes.

Nota:

– A inoculação das sementes com Ácido Giberélico, ajudará na germinação.

Solo para semeadura e/ou para os recipientes individuais das mudas:

– Misturar: terra de barranco, Areia lavada, Esterco animal bem curtido, na seguinte proporção: 2 x 1 x 1. Este composto deverá ser totalmente homogeneizado e umedecido para total incorporação dos nutrientes. E deverá ser preparado com algumas semana de antecedência, para maturação.

Solo para o plantio definitivo:

– Trata-se de uma planta rústica, resistente, que se adapta a qualquer tipo de solo. Porém, para que a planta atinja seu auge, deverá ser cultivada em solo areno-argiloso, facilmente drenável e, rico em material orgânico.

Clima:

– Trata-se de uma planta tolerante a quase todos os tipos de clima: Tropical, Sub-tropical, temperado e, deverá ser cultivada a sol pleno.

Observação:

– Cuidado!… Trata-se de uma planta tóxica, em sua seiva contem alcaloides.

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