Como fazer mudas de Samambaia Avenca – Adiantum

Como fazer mudas de Samambaia Avenca – Adiantum

Nome científico: Adiantum.

Nome popular: Avenca.

Família: Pteridaceae.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– Trata-se de planta ornamental, herbácea, rizomatoza, de ciclo de vida perene, pertencente à família das samambaias.

– Dependendo da espécie, a folhagem com formatos e desenhos diferenciados, poderá ultrapassar 30 cm de comprimento.

– As samambaias não emitem flores, Elas produzem esporos.

– O esporo é o mecanismo criado pela planta, para sua proliferação na natureza e, é produzido, geralmente, na parte inferior da folha.

Clima:

– Planta adaptada ao clima quente e umido: Equatorial, tropical. Mas, não tolera a incidência direta da luz solar, nem ventos fortes.

– Trata-se de plantas com folhagem delicada e muito sensível. E, locais protegidos com boa luminosidade são os ideais para seu cultivo.

– Na natureza, vegetam próximo ao solo, em locais úmidos, geralmente, hospedadas em troncos de árvores mortas em estado de decomposição, fendas de rochas onde há acúmulo de material orgânico, etc. Mas sempre protegidas por sombras de matas ciliares.

Propagação:

– A planta poderá ser propagada por esporos e divisão do rizoma (touceira).

– A multiplicação por esporos é muito demorada, somente a natureza tem paciência suficiente para esperar um esporo se transformar numa bela samambaia.

Propagação por divisão de rizomas.

Primeiro:

– Preparar o substrato feito com terra vegetal e fibra de coco ou, casca de pinus, na proporção de 1:1.

Segundo:

– Preparar os vasos que irão receber as novas mudas.

– Colocando uma camada de pedriscos, de 2 cm, no fundo do vaso, para facilitar a drenagem de água.

– Em seguida – Colocar o substrato até o meio do vaso.

Terceiro:

– Arrancar com cuidado a planta matriz, entouceirada, do vaso.

– Dividi-la em mudas, de forma que não danifique, além do necessário, os rizomas.

Quarto:

– Acomodar as novas mudas individualmente, completar com o mesmo substrato, apertar levemente com as pontas dos dedos, para fixar os rizomas ao substrato.

Quinto:

– Regar para que o substrato fique totalmente umedecido.

Sexto:

– Colocar os vasos em locais protegidos, com boa iluminação.

– Manter o substrato sempre úmido sem encharcamento.

Nota:

– O método por divisão de rizomas, deverá ser feito no início da primavera.

Regas:

– Trata-se de plantas nativas de lugares com alta umidade relativa do ambiente, portanto, requer substrato sempre úmido, sem provocar encharcamento.

Nota:

– Trata-se de uma planta delicada muito sensível a mudanças bruscas de temperatura, poderá ser cultivada à sombra ou meia-sombra, em ambientes internos, porém necessitará de muita luminosidade.

Tratos culturais:

– Remover as folhas mortas.

Fertilização:

– Adubação química, fórmula NPK 10:10:10, poderá ser feita, mas, sempre seguindo a orientação e recomendação do fabricante, descritas no rótulo da embalagem.

– Adubação foliar não é aconselhada, pois irá danificar a folhagem delicada da planta.

Como fazer mudas de Begônia-asa-de-anjo – Begonia coccinea.

Como fazer mudas de Begônia-asa-de-anjo

Nome científico: Begonia coccinea.

Nome popular: Begônia-asa-de-anjo.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características gerais:

– Trata-se de plantas de ciclo de vida perene, semi-herbácea, rizomatosa e entouceirada, que podem atingir mais de 1,0 metro de altura.

– As folhas de consistência espessa, geralmente pintalgadas de branco gelo, têm o formato de uma asa, a qual originou o nome da planta.

– A planta exibe flores o ano inteiro.

– As flores de pétalas cerosas apresentam-se em forma de cachos pendentes, nas cores: branca, rosa, salmão, além de, tonalidades intermediárias e combinações entre essas cores.

Propagação:

– A planta propaga-se por estaquia de galhos dos ponteiros e/ou por divisão da touceira.

Clima:

– Planta adaptada ao clima Subtropical e Temperado,com temperatura oscilando entre 18°C a 25°C.

– Trata-se de plantas que devem ser cultivadas à meia sombra, desde que receba alta iluminação pela manhã e a tarde.

– A planta não tolera frio intenso e/ou geadas, nem o sol a pino, nas horas mais quentes do dia.

Solo:

– O substrato do vaso deverá ser rico em material orgânico e totalmente drenável.

Regas:

– Regar a planta a fim de manter o solo levemente umedecido.

– A planta não tolera solo encharcado. O excesso de umidade apodrecerá suas raízes.

Tratos culturais:

– Caso houver perda excessiva de folhas, é sinal de solo excessivamente encharcado. Diante disso, faz-se necessário a diminuição na frequência das regas.

– Fazer o desbaste da planta sempre que ela ultrapassar, em média, 1,0 metro de altura, deixando-a com 40,0 cm. Esse procedimento irá estimular a brotação deixando-a vigorosa novamente.

– O desbaste deverá ser feito, preferencialmente, no início da primavera, quando as plantas estarão emergindo da dormência vegetativa.

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Como fazer mudas de Orégano – Origanum vulgare.

Como fazer mudas de Orégano

Nome científico: Origanum vulgare.

Nome popular: Orégano, Manjerona-selvagem, Manjerona-brava, Orégão, Orégão-vulgar-do-minho.

Família: Lamiaceae.

Origem: Europa, Mediterrâneo.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta aromática, de estrutura ramificada, de ciclo de vida perene que, geralmente não ultrapassa 40 cm de altura.

– Suas folhas são ricas em óleo essencial, tanto é que, está relacionada na lista das principais plantas Condimentares, e de uso Medicinal.

– Apresenta pequenas flores tubulares, róseas a arroxeadas e surgem no verão, em inflorescências.

– Poderá ser cultivado em canteiros, floreiras e caixas de vegetação.

– Apesar de ser uma planta considerada de ciclo de vida perene, o Orégano deverá ser replantado a cada período de 2 a 3 anos, pois, com o passar do tempo, a planta irá perdendo o seu vigor a sua beleza e consequentemente o seu aroma.

Variedades:

– Existem plantas com aparência de pequenos arbustos, densos, com caule e ramagem eretos e, outras, com formação rasteiras, entouceiradas, com densa ramagem, espalhando-se no solo através de seus inúmeros rizomas.

Clima:

– Trata-se de uma planta totalmente adaptada a alta luminosidade e aos climas: Equatorial, Tropical, Subtropical, Temperado e, deverá ser cultivada ao Sol pleno.

Nota:

A planta poderá até sobreviver à meia-sombra, mas, nessas condições, sua folhagem não irá adquirir o aroma intenso e desejável.

Solo:

– Deverá ser cultivado em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica.

 Regas:

– Trata-se de uma planta resistente a curtos períodos de estiagem, Mas, para seu pleno desenvolvimento, aconselha-se regas regulares com a finalidade de manter o solo constantemente umedecido.

 Propagação:

– O Orégano propaga-se por: Sementes, Divisão de touceiras, Estacas de ramos e/ou por ramagem enraizada em recipientes com água.

Propagação por sementes:

– Preparar o canteiro e/ou, as caixas de vegetação com solo fértil, drenável, enriquecido com material orgânico bem curtido.

– Nivelar a superfície do canteiro e/ou, da caixa de vegetação.

– Aplicar as sementes desejáveis aleatoriamente ou por linhas.

– Cobrir com uma camada fina de solo peneirado.

– Regar com jato leve de água para não descobrir as sementes.

– Manter o solo com umidade constante sem encharcamento.

– Em poucos dias as plântulas iniciarão sua emergência.

– Quando as mudas atingirem, em média, 10 cm de altura, poderão ser transplantadas para seus locais definitivos.

Método de enraizamento de ramos em recipientes com água:

Processo simples e eficiente.

– Escolher uma planta matriz que esteja saudável.

– Cortar ramos com aproximadamente 15 cm de comprimento.

– Remover as folhas da base dos ramos, justamente a parte que irá ficar imersa na água.

– Mergulhar a parte da base do ramo, aproximadamente 8 cm, no recipiente com água.

– Colocar o recipiente em local com boa luminosidade, mas, evitar o sol direto. Isso prevenirá que a água esquente ou evapore, prejudicando o crescimento das raízes.

– Manter o nível de água dentro do recipiente sempre estável

– De uma a duas semanas as raízes começarão a emergir e, somente quando estiverem com um bom tamanho, (em média, 3 cm), poderão ser transplantadas na terra. Isso dará mais probabilidade para a planta sobreviver.

– Os recipientes para enraizamento poderão ser vidros de conserva, garrafas pet tamanho médio, etc.

Método de estaquia de ramos diretamente no solo:

– Cortar ramos com aproximadamente 10 cm de comprimento.

– Remover as folhas da base dos ramos, justamente a parte que ficará enterrada no solo.

– Enterrar as estacas no solo, aproximadamente 5 cm.

– Manter o solo umedecido sem provocar encharcamento.

– O solo deverá ser fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica bem curtida.

Método da divisão de touceira:

– Arrancar a touceira ou, parte da touceira.

– Dividir a touceira em partes menores e transplantá-las em locais diferentes, tomando o cuidado de revolver e revitalizar o solo com esterco orgânico bem curtido.

– Manter o solo com umidade constante sem alagamento.

Observações.

– As folhas do Orégano poderão ser usadas “in natura”, fresco, mas o aroma se intensifica com o processo de secagem.

– O Orégano perde seu sabor se cozido, pois o processo de cozimento fará a volatização do óleo essencial contido em suas folhas.

Como fazer mudas de Araruta – Como plantar Araruta

Como fazer mudas de Araruta – Como plantar Araruta

 Nome científico: Maranta arudinacea.

Nome popular: aguntingue-pé, araruta-caixulta, araruta-comum, araruta-palmeira e embiri.

Família: Marantaceae.

Origem: América do Sul, América Central, Antilhas.

 Características gerais:

– A araruta é uma planta herbácea perene rizomatosa.

– Os rizomas são caules prostrados que crescem horizontalmente sob o solo.

– Trata-se de uma planta de fácil cultivo. Pode ser cultivada em pequenas áreas, além de apresentar baixo custo de produção.

 Propagação:

A multiplicação da planta poderá ser feita de duas formas:

– Por divisão de touceira, ou:

– Por seus rizomas, que depois de transplantados, emitem raízes, folhas e ramos a partir de seus nós.  Pois, os rizomas da araruta são fusiformes, muito fibrosos que acumulam amido que formam as reservas para o desenvolvimento de uma nova planta.

– A planta cresce formando grandes touceiras que chegam a mais de 1 metro de altura.

Cultivares:

– As cultivares mais difundidas no Brasil são três:

A – Cultivar Comum:

B – Cultivar Creoula:

C – Cultivar Banana:

– As cultivares Comum e Creoula, são dominantes, sendo que a Comum é mais difundida comercialmente, por apresentar fécula de melhor qualidade.

Propagação:

– A propagação poderá ser feita por divisão de touceiras e, ou, por rizomas.

– Preferencialmente utilizam-se as extremidades dos pequenos rizomas ou parte deles.

– O plantio é feito em leiras, que facilita também na hora da colheita.

– Os rizomas são enterrados a uma profundidade média de 5 cm.

– A plantação deverá coincidir com o início do período chuvoso e/ou quente anual, podendo variar de acordo com cada região: No Sudeste, Centro-Oeste e Sul, ocorre de setembro a outubro; enquanto no Nordeste e Norte, entre novembro e janeiro.

Espaçamento:

O espaçamento recomendado gira em torno de 1 metro entre leiras e 50 centímetros entre plantas.

Solo:

– O solo deverá ser leve, arenoso e rico em matéria orgânica.

– O solo deverá ser arado com até 20 cm de profundidade para que fique bem fofo.

– Solos arenosos e profundos são os ideais por favorecer o crescimento dos rizomas.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5,8 a 6,3.

 Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a climas quente e úmido. Vegetando confortavelmente em temperaturas acima de 20°C.

– Poderá ser cultivada em grande parte do território nacional com exceção aos Estados do Sul e as regiões semiáridas do Nordeste.

Irrigação

– Manter o solo com umidade coerente, sem provocar encharcamento.

– Trata-se de uma planta relativamente sensível a falta d’água, entrando em dormência quando há períodos de estiagem.

 Tratos culturais:

– Trata-se de uma planta rústica e resistente a pragas e doenças.

– A araruta poderá até ser atacada por algumas pragas desfolhadoras, mas, isso, geralmente não comprometerá a produção dos rizomas.

– Executar capinas regulares a fim de remover as ervas invasoras que estiverem concorrendo por recursos e nutrientes.

– Remover as flores da planta pode favorecer o crescimento dos rizomas.

 Colheita:

– A colheita terá início entre 6 a 9 meses após o plantio. E isso irá ocorrer preferencialmente quando as folhas tornarem-se amareladas, coincidentemente com o final do período chuvoso.

– A colheita poderá ser feita com o auxílio de um enxadão ou, arado tipo aiveca para revolver o solo, facilitando a coleta manual dos rizomas.

– Na ocasião da colheita, os menores rizomas de plantas saudáveis e produtivas, poderão ser separados para o replantio da próxima safra.

– Os rizomas destinados à industrialização, deverão ser lavados para remover o excesso de solo aderente.

– Totalmente limpos estarão prontos para o beneficiamento para extração da fécula ou farinha.

 Beneficiamento dos rizomas:

– Para a obtenção da fécula de araruta, seguir os passos abaixo:

1 – Os rizomas deverão estar totalmente limpos.

2 – Ralar ou triturar os rizomas até a obtenção de uma pasta fina (poupa).

3 – Diluir essa poupa em água potável, até o ponto de passar por finas peneiras a fim de remover o material fibroso.

4 – A mistura deverá ser deixada em repouso para que ocorra a decantação do amido no fundo da vasilha.

5 – Ao perceber o final do processo de decantação do amido no fundo da vasilha, a água deverá ser escorrida.

6 – Finalmente a parte sólida remanescente no fundo da vasilha deverá ser colocada para secar ao ar livre por alguns dias.

7 – Depois de seco, deverá sofrer um novo processo de esmagamento até transformar-se num pó branco. Que é a fécula ou polvilho.

8 – Depois de totalmente seco poderá ser armazenado em local também seco, para posterior uso doméstico.

Como fazer mudas de Begônia Cruz de ferro – Como multiplicar

Como fazer mudas de Begônia Cruz de ferro

Nome científico: Begonia masoniana.

Nome popular: Begônia Cruz de ferro.

Origem: Ásia tropical.

Características gerais:

– Trata-se de uma planta de folhagem ornamental, herbácea, rizomatosa, de pequeno porte, de ciclo de vida perene e, que floresce na primavera.

– As folhas da planta, de coloração verde-intenso, possuem textura enrugada, cujas nervuras, na cor vinho-amarronzado, partem direto do pecíolo, desenhando uma espécie de cruz, que lembra a cruz-de-malta. A qual originou o nome da planta.

– As flores brancas ou rosadas, aparecem na primavera, aglomeradas em pequenos cachos.

Propagação:

– A multiplicação da planta faz-se geralmente por divisão de rizomas, Mas também poderá ser feita por sementes e estaquia de folhas.

Solo:

– O substrato dos vasos deverá ser rico em matéria orgânica.

– O substrato poderá ser uma mistura totalmente homogeneizada de: Terra comum de boa qualidade, Terra vegetal e, Composto orgânico bem curtido, na proporção de 1:1:2.

– O composto deverá apresentar uma textura leve e drenável.

Luminosidade:

– Planta para ser cultivada a meia sombra, Requer alta claridade, mas, não tolera a exposição direta aos raios solares.

– Planta ideal para ser cultivada, nas proximidades de uma janela ensolarada.

Clima:

– Planta adaptada a climas: quente úmido e temperado.

– A temperatura ideal para o seu cultivo deverá oscilar entre 15 a 27ºC.

– A planta não tolera clima frio, abaixo dos 10º C.

Regas:

– As regas deverão ser feitas, preferencialmente nas primeiras horas do dia.

– Manter apenas o substrato do vaso, ligeiramente úmido sem provocar encharcamento.

– Aconselha-se esperar a superfície do substrato do vaso secar, antes da próxima rega.

– No ato das regas, nunca molhar as folhas da planta, isso poderá acarretar contaminação por fungos e bactérias.

– A planta vegeta melhor em ambientes com a umidade relativa do ar, satisfatória.

– Quando a umidade relativa do ar estiver baixa, (época das grandes estiagens anual), utilizar umidificador de ambiente.

Fertilização:

– A fertilização deverá ser feita, em média, a cada 2 meses.

– Aplicar adubo específico para a planta em questão, geralmente encontrado em floriculturas, obedecendo rigorosamente à dosagem recomendada pelo fabricante, descrita no rótulo da embalagem.

– Ou se preferir: Poderá ser utilizado adubo químico fórmula NPK – 04:14:08.  Aplicando uma colher de sopa, (rasa), sempre ao redor do tronco da planta.

Tratos culturais:

– livrar a planta das partes mortas e secas.

– Ao perceber as pontas e bordas das folhas tornando-se marrons, deverá aumentar a umidade do substrato.

-Se houver pouca ou nenhuma flor, mude o vaso com a planta, para um local mais iluminado.

Como fazer mudas – Rizomas – O que são plantas rizomatosas,

Como fazer mudas – Rizomas.

O que são plantas rizomatosas,

 O que são rizomas.

– O exemplo mais comum de planta rizomatosa é a bananeira.

– Rizomas são caules superficiais e ou, subterrâneos, modificados em forma de raiz.

– Os rizomas apresentam-se de formas levemente cilíndricas, com crescimento horizontal, paralelo ao nível do solo. São ricos em reservas energéticas para o desenvolvimento de novas mudas.

– Ao longo de sua extensão possuem gemas, das quais surgem as brotações.

– Geralmente, crescem alastrando-se no solo, formando touceiras.

Exemplos de plantas rizomatosas: bananeira, gengibre, íris, espada de São Jorge, alpínia, strelitzia, etc.

Como fazer mudas de plantas rizomatosas:

– Para multiplicar a planta, basta separar os rizomas em pedaços, desde que contenham alguns pares de gemas, (2 a 4 gemas), e plantá-los individualmente.

– Ou, por divisão de touceira.

Como fazer mudas de taioba – Como cultivar taioba – Como Plantar taioba – Horta doméstica

Como cultivar taioba – Como Plantar taioba – Horta doméstica

Horta em casa

Taioba

Nome científico: Xanthosoma sagittifolium.

Origem: América Central.

Características Gerais:

– Plantas herbáceas, terrestres, que podem alcançar até dois metros de altura.

Propagação:

– A planta se multiplica através de cormos, pequenas cepas e mudas.

 Cormo: é a designação botânica dada a órgãos subterrâneos de armazenamento de algumas plantas, para o seu sistema reprodutivo, (semelhante ao rizoma).  Composto de uma haste vertical, engrossada por tecidos de reserva, no topo da qual uma gema, (gema apical), produz raízes e brotos.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima quente, (tropical), que deverá oscilar entre 25 e 30ºC.

– A planta não tolera frio, nem geada.

Solo:

– Os melhores resultados são obtidos em solos leves, arenosos, ricos em teor de matéria orgânica e bem drenados. Embora, para o seu perfeito desenvolvimento, exige solo sempre umedecido.

– Solos argilosos, pesados e secos, deverão ser evitados.

– O pH do solo deverá oscilar entre 5,8 e 6,5.

Época de Plantio:

– A época mais indicada é o início da primavera: (Setembro estendendo-se até Novembro).

– Os cormos são plantados diretamente em sulcos no solo, a uma profundidade média de cinco centímetros.

– Espaçamento: 0,5 metros entre plantas x 1,0 metros entre linhas.

Nota:

– Os cormos também poderão ser colocados em estufas para brotação. Depois de brotados deverão ser plantados em seus locais definitivos.

Tratos culturais:

– A taioba é uma planta bastante rústica, sendo pouco atacada por doenças.

Eventualmente poderá ser atacada por fungos, que causam manchas nas folhas.

Colheita:

– A taioba poderá ser colhida, três meses após o plantio.

Utilização:

-Da taioba, utiliza-se para o consumo, tanto as folhas, como também, os seus cormos.

– As folhas são ricas em vitamina A, C, ferro, potássio e manganês.

– Os cormos são ricos em carboidratos.

Usos medicinais:

-Segundo a farmacopeia popular, a planta apresenta propriedades depurativas, emolientes e cicatrizantes.

– Promove cicatrização de úlceras e sua raiz serve para atenuar casos de hanseníase.

-Todas as partes da planta contêm cristais de oxalato de cálcio.

Como fazer mudas de Begônia – Como cuidar de Begônia

Como fazer mudas de Begônia – Como cuidar de Begônia

Origem: América central, América do sul, Ásia, África, etc.

Nome científico: Begônia

 Considerações gerais:

– As begônias estão classificadas em dois grupos distintos:

Begônias rizomatosas, tuberosas (tuberhybrida).

Begônias arbustivas.

– Atualmente têm catalogado, mais de 800 espécies e milhares de híbridos.

– Plantas de clima tropical.

Propagação da begônia rizomatosa, tuberosa (tuberhidrica).

– As mais cultivadas em vasos, pela beleza de suas flores.

-As begônias tuberosas são encontradas na Ásia, África até a Cordilheira dos Andes, entre 2 a 4 mil metros de altitude.

– No entanto, existem dentro desse grupo, plantas que possuem hastes ramificadas e àquelas desprovidas destas hastes, cujas folhas saem diretamente do tubérculo, formando assim, dois subgrupos:

– Grupo A: Plantas que emitem hastes: Begônia davisii e Begônia rosaeflora.

– Grupo B: Plantas que não emitem hastes, cujas folhas saem diretamente do tubérculo: Begônia boliviensis e Begônia fulgens.

Propagação:

– As Begônias tuberhybridas são propagadas através dos tubérculos, que deverão ser retirados do solo, quando suas folhas iniciarem o processo de envelhecimento.

– Os tubérculos deverão ser conservados em local fresco e limpo, até o momento do replantio.

– Os tubérculos poderão ser cortados em 2, 3 ou 4 partes, de acordo com o número de gemas existentes,  localizadas na parte superior.

– Cada parte cortada, deverá conter uma gema, que brotará originando uma nova planta.

– O plantio de cada pedaço deverá ser feito em vasos individuais

– Os tubérculos deverão ser plantados na primavera, quando emergem da dormência vegetativa.  Crescem e florescem na primavera, verão e outono.

– No inverno a planta novamente entra em dormência, a parte aérea da planta entra em decadência, seca e morre.

– Os tubérculos que forem colhidos para propagação, deverão ser armazenados em caixas, mantidos a uma temperatura constante de 13ºC, até a primavera, quando deverão ser plantados.

– Na ocasião do plantio, os tubérculos deverão ser recortados, observando que cada parte deverá conter uma gema.

– Plantar em vasos individuais.

– O substrato do vaso poderá ser turfa, ou outro similar, desde que seja totalmente drenável.

– Colocar o vaso num ambiente amplamente iluminado, sem a incidência direta do sol.

– Após a brotação, regar o substrato aos poucos.

Propagação da Begônia arbustiva:

A begônia arbustiva é propagada pela divisão da touceira.

Tratos culturais.

Como cuidar de Begônia.

– O maior cuidados para com a planta, é com relação a quantidade de água a ela dispensada.

– As regas deverão ser efetuadas sempre que o substrato se apresentar seco.

– Manter a planta em local iluminado, sem a incidência da luz direta do sol sobre ela.

– Adubação uma vez por mês, Aplicar as dose indicadas longe do tronco da planta, sempre obedecendo as orientações do produto, escritas

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Como fazer mudas de açafrão da terra – Cúrcuma longa

Como fazer mudas de açafrão da terra

Nome científico: Cúrcuma longa

Origem:  Ásia (Índia e Indonésia)

Nomes populares: açafrão da índia, ginger, açafroa, gengibre amarelo, cúrcuma, turmérico,

Características gerais:

– O açafrão da terra é uma planta herbácea da família do gengibre

– Trata-se de uma planta perene, rizomatosa, cuja parte aérea, tem ciclo de vida anual.

– Os rizomas estarão prontos para serem consumidos, assim que a parte aérea entrar em decadência e secar.

– Dos seus rizomas extrai-se um pigmento amarelo forte, brilhante, identificado como especiaria homônima, o qual dá a cor característica para muitos pratos da culinária mundial, inclusive ingrediente básico para alguns medicamentos.

– Trata-se de um condimento de cor e sabor característicos.

Rizomas:

– No início da primavera os rizomas saem do seu período de dormência vegetativa e emitem folhas e hastes florais, ou seja, a parte aérea da planta.

Com o passar do tempo a planta vai se tornando entouceirada, pois o rizoma principal vai emitindo numerosos rizomas laterais e com isso a planta vai se alastrando.

– No outono, após o período de floração, as folhas da planta começam amarelar e, no inverno, perde a sua parte aérea, entrando novamente em dormência vegetativa.

Propagação:

– A propagação da planta é feita através dos rizomas, ou pedaços desses rizomas desde que apresentem gemas (olhos de brotação).

– A melhor época para fazer a propagação é na primavera, quando a planta estará saindo do seu período de dormência vegetativa, emitindo brotos.

Solo:

– Trata-se de uma planta rústica pouco exigente, porém se torna mais produtiva em solo fértil com boa drenagem de água, rico em material orgânico.

Nota:

– A planta também poderá ser cultivada, com sucesso, em latas ou, baldes de 20 litros.

Uso medicinal:

Segundo a farmacopeia popular, os rizomas da planta têm propriedades:

Anti-inflamatória.

– Antioxidante.

– Auxilia no tratamento do câncer e das doenças do coração.

 

 

 

 

 

 

 

Rizomas de açafrão congelados para serem utilizados na culinária doméstica.

 

 

 

 

 

 

Rizomas de açafrão congelados para serem utilizados na culinária doméstica.

 

 

 

 

 

 

Arroz com açafrão e alho

Arroz com açafrão e alho