Como fazer mudas de Cambará – Lantana camara

Como fazer mudas de Cambará – Lantana camara

Nome científico: Lantana camara.

Nome popular: Cambará, Bandeira-espanhola, Cambará-de-cheiro, Cambará-miúdo, Cambará-verdadeiro, Verbena-arbustiva.

Família: Verbenaceae.

Origem: América Central, (Antilhas), América do Sul, (Brasil).

Características gerais:

– Trata-se de uma planta arbustiva de ramos flexíveis, ornamental totalmente rústica, de ciclo de vida perene, cuja ramagem poderá ultrapassar 1,00 metro de altura.

– A planta apresenta folhas pilosas, aromáticas.

– As flores nas cores e tons de amarelo, róseo, vermelho, branco e alaranjado, são pequenas e ocorrem em forma de densas inflorescências.

– As floradas acontecem praticamente o ano todo, com pico de produção na primavera/verão.

– Os frutos são pequenos, carnosos contendo apenas uma semente, (drupa).

Propagação:

– A planta poderá ser multiplicada por sementes e/ou, por estaquias das ponteiras dos ramos.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, e deverá ser cultivada a pleno sol.

– A planta tolera frios moderados.

Solo:

– Trata-se de uma planta rústica, que em condições ideais, poderá sobreviver em vários tipos de solos, mas, para que ela atinja toda a sua exuberância, deverá ser cultivada em solo fértil, drenável, enriquecido com uma boa dosagem de material orgânico bem curtido.

Regas:

– A planta deverá ser irrigada a intervalos regulares, a fim de manter o solo úmido.

– Nas estiagens prolongadas deverá aumentar a frequência das regas, mas, somente para manter o solo ligeiramente umedecido.

Adubação química:

– Não será necessário, mas, se desejar fazê-lo, aconselha-se o uso da fórmula NPK 4:14:8, no início da estação chuvosa. (Sempre obedecendo as instruções de uso, descrito no rótulo da embalagem, pelo fabricante.)

Nota:

Cuidado! … Trata-se de uma planta tóxica

– Sua utilização terapêutica, deverá ser acompanhada por especialista.

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Como fazer mudas de Paineira – Ceiba speciosa.

Como fazer mudas de Paineira – Ceiba speciosa.

Nome científico: Ceiba speciosa.

Nome popular: Paineira, Barriguda.

Família: Malvaceae.

Origem: América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore rústica, de fácil cultivo, de crescimento rápido, de ciclo de vida perene, de grande porte e poderá ultrapassar 30 metros de altura.

– O tronco, geralmente volumoso, recoberto por espinhos pontiagudos, chega a medir mais de 1,0 metro de diâmetro.

– A madeira é leve, mole e pouco resistente, sem importância comercial.

Nota:

– A planta entra em dormência vegetativa no inverno e perde as folhas.

– O tronco verde, clorofilado, das plantas mais jovens é capaz de realizar a fotossíntese, mesmo quando as folhas estão ausentes.

Ciclo reprodutivo:

– As flores grandes e vistosas, em vários tons de rosa, pintalgadas com vermelho, geralmente, despontam em meados de Dezembro, prolongando-se até Abril.

– A maturação dos frutos ocorre durante os meses de Agosto a Setembro, geralmente, com a árvore totalmente despida da folhagem.

– Os frutos, do tamanho de um mamão papaia, abrem-se quando amadurecem, liberando as sementes presas em plumas brancas (paina), levadas pelo vento, fazendo a propagação natural da planta.

Clima:

– Planta adaptada ao clima: Tropical, Subtropical, Temperado. E deverá ser cultivada a sol pleno.

– A planta tolera frios moderados.

Solo:

– O solo deverá ser areno-argiloso, rico em material orgânico, profundo, totalmente drenável.

Propagação:

– A multiplicação da planta, geralmente, se faz através de sementes, mas, poderá também ser feito, por estaquia de galhos maduros.

– As sementes deverão ser semeadas em sacos plásticos, próprios para mudas.

– O substrato dos sacos plásticos deverá ser terra fértil, enriquecida com esterco animal bem curtido, leve, drenável, dispostos em locais com alta iluminação, porém, protegidos da incidência direta da luz do sol.

– As sementes deverão ficar enterradas no substrato, em média, 2,0 cm de profundidade.

– Cobrir as sementes com uma leve camada de substrato peneirado.

– As regas deverão ser periódicas, de forma leve, para não desenterrar as sementes.

– A emergência das sementes ocorrerá dentro de uma semana.

– A taxa de germinação gira em torno de 80 %.

– Geralmente, 7 meses após semeadura, as mudas com 60,0 cm de altura, já poderão ser transferidas para seu local definitivo.

Nota:

– Aconselha-se fazer a rustificação das mudas, antes de serem levadas a campo, pelo processo de aclimatação gradativa ao sol, por duas semanas.

Covas:

– Abrir covas de 40 x 40 x 40 cm.

– Misturar, em média, 30 litros de esterco animal curtido ou, 20 colheres de adubo químico NPK 04:14:08, ao solo removido da cova. Imediatamente após a homogeneização total dos materiais adicionados ao solo removido, o composto deverá voltar para dentro do buraco.

– Esse processo deverá ser feito com um mês de antecedência do recebimento da muda.

Regas:

– As plantas em formação deverão receber regas a fim de manter o solo levemente umedecido.

– Para as plantas adultas, as regas deverão ser processadas apenas em períodos de estiagem prolongada.

Tratos culturais:

– Podas para formação da planta.

Utilização:

– As plumas do fruto (paina), por ser um produto orgânico, são utilizadas em almofadas e travesseiros, destinado a pessoas alérgicas.

 

Como fazer mudas de Quaresmeira – Tibouchina granulosa

Como fazer mudas de Quaresmeira – Tibouchina granulosa

Nome Científico: Tibouchina granulosa.

Nome Popular: Flor-da-quaresma, Quaresmeira.

Família: Melastomataceae.

Origem: Mata atlântica, Brasil, América do Sul.

Características gerais:

– Trata-se de uma árvore ornamental rústica, de tamanho médio, de ciclo e vida perene, que poderá atingir mais de 8,0 metros de altura.

– Planta originária da Mata atlântica, é comum vê-la vegetando nos sopes de montanhas, matas ciliares,etc. adornando a paisagem local.

– As flores de coloração róseas e arroxeadas ocorrem duas vezes ao ano:

Florada de inverno: ocorre nos meses Junho a Agosto.

Florada de verão que se estende até o outono: ocorre de Dezembro a Março. Sendo essa última, mais densa e exuberante.

Segundo a cultura popular: A planta recebeu esse nome “Quaresmeira”, pelo simples fato, de estar em seu auge de floração, no período que coincide com a Quaresma.

– Os frutos, em formato de pequenas cápsulas marrons, abrem-se após amadurecimento.

– As sementes são minúsculas e, geralmente, são dispersas pelo vento.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada a clima: Equatorial, Tropical, Subtropical.

– A planta deverá ser cultivada a céu aberto sob sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

– Planta tolerante a curtos períodos de frio moderado.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, profundo, drenável, rico em material orgânico.

Regas:

– As regas deverão ser frequentes no primeiro ano após plantio em local definitivo.

– As regas deverão ser pocessadas a fim de manter o solo levemente umedecido.

Propagação:

– A planta poderá ser multiplicada por estaquia de galhos semi-lenhosos e/ou, por sementes.

– A taxa de germinação das sementes é muito baixa.

Coleta de sementes:

– A maturação fisiológica dos frutos, geralmente ocorre, entre 80 e 100 dias após abertura das flores. Diante disso, o início da abertura das cápsulas deverá coincidir com essa última data: 100 dias. Quando a coloração dos frutos ficar num tom de marrom-escuro.

Coleta dos frutos assim que começarem a abrir.

– Cortar os ramos que contém as cápsulas com sementes.

– Colocar os ramos sobre jornal, em local ensolarado, por algumas horas.

– As cápsulas irão se abrir, liberando as sementes.

– As sementes apresentam dormência após a maturação fisiológica, com baixa porcentagem de germinação.

– A quebra da dormência para aumentar o índice de germinação em sementes que apresentam impermeabilidade do tegumento, deverá ser feita com água quente, da seguinte forma:

– Colocar as sementes numa vasilha, em seguida despejar água quente na temperatura média de 80 ºC sobre elas, em seguida, deixar repousar por 2 dias.

– Após os 2 dias, as sementes deverão ser retiradas da água e plantadas imediatamente, Pois trata-se de sementes que perdem o poder germinativo com muita rapidez.

Plantio:

– As sementes poderão ser plantadas em canteiros, (sementeiras feitas no solo) e/ou, em caixas de vegetação.

– O substrato deverá ser rico em material orgânico.

– As sementes poderão ser aplicadas em fileiras ou, aleatoriamente.

– As sementes deverão ficar enterradas no substrato, em média, a 0,5 cm de profundidade.

– Cobrir as sementes com uma camada fina de substrato peneirado.

– Regar com jato leve de água para não desenterrar as sementes.

– Manter o substrato úmido sem encharcamento.

– Em algumas semanas as plântulas começarão a emergência.

– A taxa de germinação é considerada baixa.

– Quando as plântulas apresentarem, em média, 8 folhas e/ou, 6 cm de altura, poderão ser transplantadas em balainhos, (feitos com sacos plásticos para mudas).

– Manter os balainhos em cultivo protegido com sombreamento, em média, de 50%.

– Quando a muda atingir, em média, 0,5 metros de altura, já poderá passar pelo processo de rustificação, com aclimatação gradativa ao sol.

– Com 1,0 metro de altura, a muda já estará apta para ser plantada em local definitivo.

– A muda precisará ser tutorada para que o caule se mantenha na vertical.

– As regas deverão ser frequentes a fim de manter o substrato sempre com umidade regular, sem provocar encharcamento.

– Aconselha-se levar as mudas a campo, no início da estação chuvosa.

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Como fazer mudas de Tumbérgia-azul – Thunbergia grandiflora

Como fazer mudas de Tumbérgia-azul – Thunbergia grandiflora

Nome Científico: Thunbergia grandiflora.

Nomes Populares: Tumbérgia-azul, Azulzinha.

Família: Acanthaceae.

Origem: Ásia, Índia

Características gerais:

– Trata-se de uma planta trepadeira rústica,de caule flexível, de ciclo de vida perene, cuja ramagem pode atingir mais de 5,0 metros de comprimento.

– Por se tratar de uma trepadeira, a planta necessita ser tutorada para que adquira a forma desejada. No caso, formar caramanchões.

– A planta apresenta floração de cor azul com mais intensidade na Primavera e no Verão.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e Subtropical.

– Trata-se de uma planta que requer boa luminosidade e poderá ser cultivada tanto em sol pleno, quanto à meia sombra.

– A planta tolera frios moderados.

Solo:

– Deverá ser cultivada e, solo fértil, drenável, enriquecido com material orgânico

Propagação:

– A planta propaga-se por estaquia de ramos maduros.

– As estacas deverão ser cortadas, em média, com 30 cm de comprimento e enterradas no substrato dos balainhos (sacos de polietileno), até a metade.

– O substrato dos balainhos deverá ser solo fértil enriquecido com material orgânico.

– Os balainhos deverão ser colocados em locais semi-sombreados.

– As regas deverão ser constantes para manter o substrato levemente umedecido.

– Em algumas semanas as estacas iniciarão a brotação.

– Quando as estacas estiverem totalmente pegas, enraizadas, com brotação abundante, poderão ser plantadas em seus locais definitivos.

– Aconselha-se fazer a aclimatação das mudas ao sol, por duas semanas, antes de serem levadas a campo.

Regas:

– As regas deverão ser regulares a fim de manter o solo com boa umidade sem provocar encharcamento.

Obs:

– Há uma variedade que apresenta flores brancas, denominada: Thunbergia grandiflora alba.

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Como fazer mudas de Grevíllea-anã – Grevillea banksii.

Como fazer mudas de Grevíllea-anã – Grevillea banksii.

Nome científico: Grevillea banksii.

Nome popular: Grevílea-anã, Grevílea-de-jardim.

Família: Proteaceae.

Origem: Austrália.

Características gerais:

– Trata-se de uma arvoreta de ciclo de vida perene que, poderá chegar a mais de 5,0 metros de altura.

– Flores de coloração vermelha em forma de inflorescência.

– Existe uma variedade desta planta com flores brancas denominada: “Grevillea banksii Alba”.

– Sementes: Ocorrem dentro de pequenas vagens ovaladas, com grande número de sementes.

Nota:

– As raízes dessa planta não são agressivas, portanto poderão ser cultivadas próximas a muros.

– As flores ocorrem praticamente o ano inteiro, com mais intensidade na Primavera e no Verão.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e Subtropical. E, deverá ser cultivada a pleno sol.

– Planta tolerante a frios moderados e geadas de baixa intensidade.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico, profundo e drenável.

Propagação:

– A planta é multiplicada por sementes.

Método de propagação:

– Poderá ser utilizado o método das sementeiras em canteiros e/ou caixas plásticas de vegetação, dispostos em locais semi-sombreados.

– O solo das sementeiras deverá ser fértil, rico em material orgânico e drenável.

– As sementes deverão ser aplicadas em sulcos a 0,5 cm de profundidade.

– Regar com jato leve de água, para não desenterrar as sementes.

– O solo deverá ser mantido com boa umidade sem encharcamento.

– Em média, duas semanas, as sementes férteis já estarão germinadas.

– Quando as plântulas atingirem, em média, 5,0 cm de altura já poderão ser transplantadas em sacos de polietileno, (balainhos). Também colocados em locais semi-sombreados, bastante arejados.

– O solo dos balainhos (sacos de polietileno), também deverá ser fértil, rico em material orgânico e drenável.

– Quando as mudas atingirem, em média, 0,5 metros de altura, poderão ser levadas a campo.

– Antes das mudas serem levadas para seus locais definitivos, deverá ser feita a aclimatação ao sol por, mais ou menos, duas semanas.

Plantio em local definitivo:

– Abrir covas de 40 x 40 x 40 cm.

– Misturar à terra retirada da cova, 20 a 30 litros de esterco animal bem curtido. Essa mistura deverá ser totalmente homogeneizada antes de voltar para dentro das covas. Esse processo deverá ser feito, em média, um mês antes do recebimento da muda, para que o esterco animal integre-se totalmente ao solo.

– Com o desenvolvimento da planta, poderão também ser feitas adubações químicas, esporádicas, complementares. Utilizando a fórmula NPK- 04-14-08, principalmente no início e meio da estação chuvosa, aplicando cerca de 10 colheres de sopa ao redor do tronco, nunca junto a ele.

Regas:

– As regas deverão ser processadas a fim de manter o solo ligeiramente umedecido sem provocar encharcamento.

– Observar que no período das grandes estiagens as regas deverão ser intensificadas, mas, sempre para manter o solo apenas umedecido.

Tratos culturais:

– Podas apenas para a formação da planta.

Nota:

– Trata-se de uma planta que atrai os beija-flores.

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Como fazer mudas de Primavera – Bougainvillea spectabilis

Como fazer mudas de Primavera – Bougainvillea spectabilis

Nome científico: Bougainvillea spectabilis.

Nome popular: Primavera, Três-marias, Flor de palha.

Origem: Brasil.

Características Gerais:

– Trata-se de uma planta rústica, de caule lenhoso flexível que, geralmente precisa ser tutorada para formar grandes caramanchões.

Propagação:

– A multiplicação da planta geralmente se faz por estaquia de galhos e/ou por alporquia.

Método da estaquia:

– As estacas de galhos maduros deverão ser tiradas da planta fora da época de floração.

– Há quem aconselha a retirada das estacas em Luas fracas, ou seja: na Lua minguante e na Lua nova.

– As estacas deverão ter, em média, 1,5 cm de diâmetro por 20 cm de comprimento. O corte deverá ser em forma de bisel.

– A base das estacas deverá ser desfolhada.

– Enterrar a base das estacas no substrato, até a sua metade.

– Dispor os balainhos em locais sombreados.

– Manter o substrato umedecido.

– Dentro de algumas semanas a estaca começará a enraizar e brotar.

– Quando a nova muda estiver com 0,5 metros de altura, já poderá ser levada a campo para ser transplantada em seu local definitivo.

Nota:

– Aconselha-se fazer aclimatação gradativa ao sol por duas semanas, antes das mudas serem levadas para seus locais definitivos.

Clima:

– Planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e Subtropical e, deverá ser cultivada a sol pleno, pois, trata-se de uma planta exigente à alta luminosidade.

Solo:

– Planta desenvolve-se bem em solo arenoso, pois trata-se de uma planta pouco exigente quanto ao tipo de solo, desde que esse, seja profundo e drenável.

– O substrato para os sacos de polietileno (balainhos),  na formação das mudas poderá ser feito da seguite forma: Uma mistura totalmente homogeneizada de: areia grossa de construção, Terra comum e Esterco orgânico curtido, na proporção de 2:1:1.

Regas:

– Manter o substrato sempre ligeiramente umedecido sem provocar encharcamento.

– Intensificar as regas nas estações de estiagem prolongada, mas, sempre com a finalidade de manter o substrato apenas úmido.

Tratos culturais:

– Podas de formação da planta, de preferência após as floradas.

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Como fazer mudas de Vinca – Catharanthus roseus

Como fazer mudas de Vinca – Catharanthus roseus

Nome científico: Catharanthus roseus.

Nome popular: Vinca, Maria-sem-vergonha, Vinca-de-gato, Vinca-de-Madagascar, Bom-dia, Boa-noite.

Família: Apocynaceae.

Origem: Madagascar, Ásia, Europa, Indonésia, Oceania.

Características gerais:

– Trata-se de planta semi-herbácea, rústica, de ciclo de vida perene, que pode atingir cerca de 0,5 metros de altura.

– Exitem no mercado grande variedade de cultivares com flores de cores e matizes entre: róseo, branco, roxo, vermelho. O centro da flor a tonalidade da cor, é bem mais forte

– Trata-se de uma planta que floresce o ano inteiro.

– Embora a planta é de ciclo de vida perene, mas, com o tempo, ela perde a exuberância e consequentemente a queda na produção das flores, diante disso, aconselha-se renovar o seu jardim a cada ano.

Propagação:

– A multiplicação da planta se faz por sementes.

– Basta revolver o solo dos canteiros, aplicar as sementes aleatoriamente e regar com um jato leve de água, para não soterrar as sementes além do necessário.

– Em poucos dias as sementes já estarão germinadas.

– Com o tempo, as plantas matrizes irão disseminando em seus arredores, suas preciosas sementes e, com isso, as novas mudas acabarão nascendo espontaneamente.

Clima:

– Trata-se de uma planta adaptada ao clima: Equatorial, Tropical e Subtropical.

– Deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

 Solo:

– Pela sua rusticidade natural a planta não é muito exigente quanto ao tipo de solo, mas, para que ela se torne vigorosa e produtiva, aconselha-se cultiva-la em solo de boa qualidade, enriquecido com uma generosa porção de esterco animal bem curtido.

Regas:

– As regas deverão ser processadas apenas para manter o solo com umidade constante, sem provocar encharcamento.

Cuidado:

– Planta tóxica, se ingerida.

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Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Nome Científico: Tecoma stans.

Nomes Populares: Ipê-mirim, Carobinha, Guarã-guarã, Sinos-amarelos.

Família: Bignoniaceae.

Origem: América do Sul, América do Norte, México, Estados Unidos.

 Características gerais:

– Trata-se de uma arvoreta ornamental rústica, de ciclo de vida perene,que poderá atingir mais de 3,0 metros de altura.

– As flores são tubulares na cor amarelo-gema, e apresentam-se em forma de inflorescências que, em contraste com o verde de sua copa, proporciona um belo efeito decorativo.

– As flores são mais abundantes nas estações da primavera e verão.

– Os frutos são em formato de cápsulas compridas que contém inúmeras sementes aladas em seu interior. Quando essas cápsulas amadurecem, abrem-se. E, as sementes são espalhadas pelo vento.

Propagação:

– A multiplicação desta planta poderá ser feita por sementes e por estaquia de galhos maduros.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, e deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

– Trata-se de uma planta resistente ao frio e a geadas moderadas.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico, profundo e drenável.

 Regas:

– As regas serão necessárias nas estiagens prolongadas.

Tratos culturais:

– Desbaste de galhos, apenas para a formação da planta.

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Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Como fazer mudas de Ipê-de-jardim – Tecoma stans

Nome Científico: Tecoma stans.

Nomes Populares: Ipê-mirim, Carobinha, Guarã-guarã, Sinos-amarelos.

Família: Bignoniaceae.

Origem: América do Sul, América do Norte, México, Estados Unidos.

 Características gerais:

– Trata-se de uma arvoreta ornamental rústica, de ciclo de vida perene,que poderá atingir mais de 3,0 metros de altura.

– As flores são tubulares na cor amarelo-gema, e apresentam-se em forma de inflorescências que, em contraste com o verde de sua copa, proporciona um belo efeito decorativo.

– As flores são mais abundantes nas estações da primavera e verão.

– Os frutos são em formato de cápsulas compridas que contém inúmeras sementes aladas em seu interior. Quando essas cápsulas amadurecem, abrem-se. E, as sementes são espalhadas pelo vento.

Propagação:

– A multiplicação desta planta poderá ser feita por sementes e por estaquia de galhos maduros.

Clima:

– Planta totalmente adaptada ao clima: Equatorial, Tropical, Subtropical, e deverá ser cultivada a sol pleno, pois, requer alta luminosidade.

– Trata-se de uma planta resistente ao frio e a geadas leves.

Solo:

– A planta deverá ser cultivada em solo fértil, rico em material orgânico, profundo e drenável.

Regas:

– As regas serão necessárias nas estiagens prolongadas.

Tratos culturais:

– Desbaste de galhos, apenas para a formação da planta.

Nota:

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Como fazer mudas de Dipladênia – Mandevilla x Amabilis

Como fazer mudas de Dipladênia  – Mandevilla

 

Nome científico: Mandevilla x amabilis.

Nome popular: Dipladênia, Mandevila, Jalapa-do-campo, Jasmim-brasileiro.

Família: Apocinaceae.

Origem: América do Sul, Brasil.

Características Gerais:

– Trata-se de uma planta ornamental caracterizada como trepadeira de caule flexível, semi-lenhoso, de ciclo de vida perene, rústica e precoce.

– Os ramos da planta podem atingir mais de 5,0 metros de comprimento, e necessitam de tutoramento para que adquiram forma e volume desejados.

– A floração ocorrerá durante o ano todo, porém em menor quantidade nos meses de inverno.

– As flores em tons de rosa ostentam grande beleza plástica, além de exalar perfume suave e agradável, destacam-se no verde de sua ramagem.

Propagação:

– A planta poderá ser multiplicada por sementes e/ou estaquia dos galhos semi-lenhosos (maduros).

Propagação por estaquia de galhos maduros:

– Cortar estacas da parte lenhosa da planta, em média, com 30,0 cm de comprimento.

– Observar que o corte terá que ser em forma de bisel.

– Remover as folhas da parte inferior da estaca, justamente àquela parte que ficará enterrada no substrato.

– Mergulhar a parte da estaca, (àquela que ficara enterrada no substrado) em hormônio enraizador.

– Plantar as estacas em sacos plásticos, enterrando-as, em média, 10,0 cm de profundidade.

– Dispor as mudas em locais sombreados, porém, com boa luminosidade.

– Regar e manter o substrato sempre com boa umidade, porém, sem encharcamento.

Nota:

– Hormônio enraizador poderá ser encontrado em lojas de floricultura.

– O substrato para os sacos plásticos poderá ser uma mistura totalmente homogeneizada de: Terra de boa qualidade + esterco animal bem curtido + areia grossa, na proporção de 1:1:1.

– A areia entra na composição para facilitar a drenagem do substrato.

Clima:

– Planta adaptada ao clima tropical, quente e úmido.

– A planta não tolera frios intensos e/ou geadas.

– Deverá ser cultivada a sol pleno pois necessita de alta luminosidade.

Solo:

– O solo para o seu cultivo, deverá ser de boa qualidade, rico em material orgânico, profundo e totalmente drenável.

– Trata-se de uma planta que tolera a salinidade do solo, portanto, poderá ser cultivada em regiões litorâneas.

Regas:

– As regas deverão ser de forma moderada apenas para manter o solo umedecido sem provocar encharcamento.

Tratos culturais:

– Poda para formação da planta que poderá ser feita preferencialmente no inverno, quando a planta entra em dormência vegetativa.

Fertilização:

– A adubação rica em fósforo, feita mensalmente, coincidindo com o início da primavera, quando a planta estará em plena atividade vegetativa, irá promover floradas espetaculares.

Observação:

– Trata-se de uma planta tóxica.

– A sua seiva leitosa poderá provocar irritações na pele.

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