Como fazer mudas de árvores frutíferas – utilizando balainhos alternativos

Como fazer mudas de árvores frutíferas.

Reaproveitando  embalagens de leite:

(o saquinho tradicional de plástico).

Veja o passo a passo para reaproveitar embalagens: “saquinhos  de leite”, na  confecção de balainhos alternativos.

( Uma bela iniciativa para pessoas amadoras, ecologicamente corretas e consciente).

Como esta embalagem é muito resistente e acaba saindo de graça, e se não for reciclada acabará poluindo o meio ambiente, então poderemos reaproveitá-la para produção de mudas de diversos tipos de árvores frutíferas,  madeira de lei, plantas de jardins, etc.

Se, em cada embalagem descartável, tipo garrafas pet, tetra pak, saquinhos de leite, nós conseguirmos gerar uma árvore, ela já estará de bom tamanho e com créditos com a mãe natureza.

Veja na foto abaixo, reutilização de alguns tipos de embalagens.

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos ao saquinho de leite comum, que normalmente é descartado.

 

 

 

 

 

 

 

 

– Recortar a parte superior do saquinho, com o auxilio de uma tesoura.

– Recortar os dois bicos do fundo, para servir de drenagem de água. (ver foto abaixo)

 

 

 

 

 

 

 

 

Para facilitar processo de enchimento com terra, uma vez que o saquinho não tem estrutura para ficar de pé, utilizar uma garrafa pet, com as duas extremidades  recortadas. (ver foto abaixo).

 

 

 

 

 

 

 

 

Obs:- A garrafa pet a ser utilizada, deverá ter a suas medidas externas um pouco inferior ao diâmetro da boca do saquinho de plástico, para que possa ser introduzida  sem grandes dificuldades.

 

 

 

 

 

 

 

 

Introduzira garrafa pet, com as duas extremidades recortadas,  dentro dosaquinho, dando suporte para que o mesmo permaneça em pé, facilitando o processo de enchimento com terra preparada.  (Ver foto abaixo)

 

 

 

 

 

 

 

Após o enchimento com terra, a garrafa pet deverá ser removida para ser reintroduzida em outra embalagem vazia,  e assim sucessivamente.

 

 

 

 

 

 

 

Após os saquinhos (balainhos) preparados, colocá-los bem organizados em local sombreado, (encostados uns aos outros para que não caiam).

Em seguida umedecê-los, e já estarão prontos para receber as sementes ou as mudas de árvores.

Assim que as mudas forem levadas a campo, retirar o plástico do balainho, tomando o cuidado de recolhê-los para  dar o devido destino, sem que os restos da embalagem não fiquem espalhados poluindo o meio ambiente.

Para ver mudas feitas em embalagens descartáveis clicar aqui

 

Como fazer mudas de pimenta.

 Como fazer mudas de pimenta.

Família: Capsicum

 Propagação doméstica:

– Conforme a produção doméstica, as pimenteiras são multiplicadas por sementes.

– Retirar as sementes de pimentas maduras

– Deixar secar á sombra por uns 3 dias.

– Semear em vasos, canteiros ou balainhos.

– Após as plantas atingirem o tamanho de dez centímetros de altura, ou já ostentarem de 4 ou 6 folhas, poderão ser transplantadas em seus locais definitivos.

Propagação industrial:

– Para produção em regime extensivo a propagação deverá ser feita em bandejas de isopor, em ambientes protegidos com telados, sombrites, ou ripados.

– A bandeja de 128 células é a ideal para a produção das mudas.

– As células das bandejas deverão ser preenchidas com substrato comercial, ou com a mistura de terra e esterco animal bem curtido, na proporção de 1:1.

– Depositar de 2 a 3 sementes em cada célula.

– Após as mudas atingirem de duas a quatro folhas, deverá ser feito o desbaste das mudas mais fracas com o auxilio de uma tesoura, para não comprometer o solo da célula. (apenas a muda mais vigorosa deverá continuar).

– As bandejas deverão permanecer em estaleiros tipo bancadas, feitos com assoalho de tela, a fim de que haja luz na parte inferior desses estaleiros. Isso evitará o desenvolvimento de raízes na parte inferior da bandeja, facilitando a remoção das mudas na época do plantio.

– Irrigar sem encharcamento, no máximo duas vezes ao dia, nas horas de temperatura mais amenas

– Caso as plantas não apresentarem bom desenvolvimento, deverá se fazer adubação foliar.

– Após 45 dias, ou, quando as mudas atingirem de dez a quinze centímetros de altura, já poderão ser transplantadas em seus locais definitivos.

Solo:

– Adapta-se a solos argilo-arenosos, ricos em materiais orgânicos, bem drenados e fracamente ácidos.

Utilidades:

A principal utilização da pimenta é como condimento alimentar.

Princípio ativo:

Glicídios, protítios e resinas, dentre outros.

Propriedades:

Vitaminizante, digestiva, antiespasmódica.

Uso medicinal:

Conforme a medicina caseira é usada nos casos de flatulência, dispepsia, nos quadros de astenia e indisposição. É bom para a pele, unhas e cabelos.

Toxicologia:

Em altas doses provoca elevação da pressão arterial e taquicardia.

Como fazer mudas de Taioba

Como fazer mudas de Taioba

Nome científico: Xanthosoma sagittifolium Schott

Cultivo:

– A taioba pode ser considerada uma das hortaliças onde nada se perde, pois numa cozinha criativa, aproveita-se folhas, rizomas  inclusive os hastes das folhas.

– É uma planta rústica, de fácil cultivo.
– A propagação é feita por meio de mudas obtidas através de rizomas.

(Obs. Sempre ao arrancar as touceiras maduras (velhas), separar os rizomas menores, esses são os ideais para se fazer as novas plantas).

– Os rizomas que serão destinados para a nova cultura poderão ser enterrados imediatamente, no caso de produção doméstica, ou fazer montoeiras, no caso de produção em larga escala. (Montoeira significa: fazer um amontoado dos rizomas que serão destinados à nova produção, em local sombreado, com certa umidade, sendo cobertos com lonas plásticas para acelerar a brotação, antes de serem definitivamente plantados).

Solo e clima:

-Solo fértil, bem drenado e rico em material orgânico.

– Clima quente e úmido.

– O solo deverá apresentar boa aeração, portanto deve ser afofado com grade, no caso de produção comercial, ou com ferramentas manuais, no caso de produção doméstica.

– PH variando entre 5,5 a 6,5. Caso necessário fazer a calagem conforme análise do solo.

– A cultura se torna mais rentável em temperaturas acima de 25 graus. Abaixo de 15 graus entra em processo de envelhecimento das folhas e dormência vegetativa.

– Espaçamento entre as plantas: aproximadamente 40 x 80 centímetros, ou seja: 40 cm entre plantas e 80 cm entre linhas.

Época de plantio:

– A época mais indicada para o plantio varia de região para região:

– Regiões Sudeste e Sul: vai de setembro a novembro.

– Região Centro-Oeste: vai de setembro a fevereiro.

– Regiões Norte e no Nordeste: pela Constância do calor, pode ser cultivada o ano todo, desde que haja umidade satisfatória.
Tratos culturais:

– A cultura exige capinas manuais quando as plantas invasoras tornarem-se muito competitivas.

– Cobertura morta e restos culturais, como palha, podem ser deixados entre as plantas, para manter a umidade do solo.

– A taioba desenvolve-se bem quando o solo apresentar boa umidade. Quando necessário, faça irrigações freqüentes nos períodos mais secos do ano.

–  Plantas bastante tolerante a pragas e doenças, exceto à broca dos rizomas  que fura e constrói galerias nos tubérculos, podendo levá-los ao apodrecimento e conseqüentemente à morte da planta.
Produção e colheita:

– Após setenta dias do plantio, iniciam-se a colheita de folhas

– A colheita é feita manualmente, com auxílio de uma faca, selecionando as folhas mais tenras a serem aproveitadas.

– Haverá necessidade do desbaste e descarte as folhas velhas, pois, acumulam muito oxalato de cálcio e não são adequadas ao consumo.

– Os rizomas devem ser colhidos quando a planta entrar em dormência e secar, e isso se dará de sete a oito meses depois do plantio.

– Se a opção for pela colheita dos rizomas, a retirada das folhas deverão  ser reduzidas ou nulas, a fim de permitir o acúmulo de reservas nos tubérculos.

Considerações Gerais:

A taioba é comercialmente pouco exploradas.

– Suas folhas dotadas de muita vitamina A, mais que cenoura, brócolis e espinafre, contêm também vitamina C,  minerais como o ferro, potássio e manganês.

– Os rizomas são ricos em amido, um excelente alimento para crianças, idosos e atletas.

– A taioba é de preparo simples, serve como prato refogado e recheio de tortas salgadas e de bolinhos. As hastes das folhas maiores ainda podem ser fritas ou empanadas.

– Os rizomas são mais apreciados quando servidos em pratos refogados, ou em forma de sopas.

– Pertencente a família Araceae, da qual estão inclusas cerca de três mil espécies, entre elas o inhame

Receita:

 Taioba refogada utilizando folhas e hastes das folhas.

Ingredientes:

– 100 gramas de folhas e hastes tenros, lavar bem e cortar em pedacinhos.

– 2 dentes de alho, amassados

– 1 cebola picada

– 3 colheres (sopa) de azeite

– 1 tomate picado

– 1 talo de aipo (salsão) , cortado em cubinhos

– 1 alho poro, cortado em rodelas finas

– sal à gosto

Modo de preparo:

Refogar no azeite a cebola, alho.  Em seguida, adicione tomate, aipo e alho poro deixando murchar bem. Na seqüência, adicionar a taioba cortada, mexendo bem. Não acrescente água. Abafe e controle seu cozimento até ficar bem macia.

Como fazer mudas de cebolinha verde (cheiro verde)

Como fazer mudas de cebolinha verde – sempre verde

Nome Científico: Allium fistulosum

– Geralmente em regime de produção doméstica, a multiplicação de cebolinha, sempre verde, é feita através de divisão de touceiras antigas.

– O plantio poderá ser feito o ano todo, mas a época mais recomendada é a estação chuvosa, onde as plantas não sentem tanto a mudança, compensadas pela alta umidade do clima.

– Se os tratos culturais forem satisfatórios, desenvolvem-se bem em todas as estações do ano, mas preferem regiões onde apresentam clima ameno.

– Para regiões quentes com incidência maior dos raios solares, há  um grupo de espécies  denominadas “Todo Ano”, resistentes, que podem ser cultivada em pleno verão.

– Para plantação em escala industrial, recomenda-se o plantio utilizando-se sementes selecionadas, em canteiros ou, tabuleiros em estufas.

– No caso onde se utilizar propagação por sementes, as mudas deverão ser repicadas para seus canteiros definitivos após uns quarenta dias depois de semeadas, as quais deverão ser distribuídas em sulcos com profundidade de três a quatro centímetros, com distanciamento entre plantas de mais ou menos três centímetros, e entre as fileiras de aproximadamente quinze centímetros. Obs. Conforme as plantas forem crescendo deverão ser novamente repicadas, aumentando esse espaçamento até se chegar ao ideal, que é de 15 x 15 cm, entre plantas e entre fileiras.

– Caso a opção é fazer mudas através das touceiras antigas, deve-se tomar os seguintes cuidados:

– Cortar as folhas acima da gema apical.

– Podar o excedente de raízes velhas.

– Subdividir a touceira velha, separando-a com três a quatro bulbos.

– Enterrar as novas mudas no canteiro, na mesma profundidade em que se encontravam anteriormente.

– Espaçamento ideal é de 15 x 15 centímetros entre plantas e entre fileiras.

Tipo de solo:

– Os canteiros deverão ser afofados, elevados do nível do chão e apresentar boa drenagem.

– O solo deverá apresentar textura argilo- arenosa, leves e profundos

– O solo precisará ser fértil, rico em matéria orgânica, de preferência esterco animal bem curtido, incorporado pelo menos 30 dias antes do transplante das mudas

– O solo deverá receber correção com aplicação de calvário e o PH deverá ficar próximo a neutro.

– As regas deverão ser regulares, sem saturação de água, e de preferência realizadas no final do dia.

Colheita:

– A colheita pode ser feita entre dois a três meses depois das mudas transplantadas.

– Há duas opões de colheita:

1- Cortar as folhas de 10 a 15 centímetros do solo, (acima da gema apical).

2- Arrancar a touceira inteira;

Obs. A primeira opção: cortando as folhas é possível fazer novas colheitas a cada dois meses.

 Tratos culturais:

– Manter os canteiros livre de ervas daninhas e plantas invasoras.

– Fazer o afofando a terra, sempre que houver formação de crosta na superfície dos canteiros.

Considerações gerais:

– A cebolinha sempre verde é uma planta condimentar semelhante à cebola de cabeça, porém, não desenvolve o bulbo.

– Segundo relatos históricos, é originária do Oriente.

É uma planta que apresenta bom perfilhamento, possui folhas numerosas,  cilíndricas, com comprimento variando de 25 a 35cm e cor verde.

– Possui aroma e sabor semelhantes ao da cebola de cabeça.

Como fazer mudas de Alho Poro

Como fazer mudas de Alho Poro.

Nome Científico: Allium porrum

Nome Popular: Alho-porró, alho-poró, alho-porro, alho-francês, alho-macho.

Família: Alliaceae

Origem: Européia

– O alho poro pode ser reproduzido por sementes ou por divisão das touceiras.

Ao optar pelo uso de sementes, poderão ser adotados dois procedimentos:

1- Semear diretamente em canteiros definitivos.

2- Semear em sementeiras em estufas, para posterior replante nos canteiros definitivos.

Ao utilizar o método de multiplicação por sementes em sementeiras.

– O replante das mudinhas em seus canteiros definitivos deverá ocorrer quando as mesmas atingirem de dez a quinze centímetros de altura, e  esse processo deverá ser efetuado preferencialmente em dias chuvosos ou nublados , ou então nos finais das tardes, quando o sol estará mais brando.

– Umedecer bem o solo dos canteiros para que as plantinhas não entrem em estresse pela remoção de seu habitat.

Ao fazer opção pelo uso de divisão de touceiras.

–  Podem até ser aquelas compradas no supermercado,

– Dividir a touceira com um ou dois bulbos.

– Recortar as folhas permanecendo apenas um centímetro da parte verde na extremidade do bulbo.

– Recortar o excesso de raízes, deixando-se apenas as raízes saudáveis com mais ou menos um centímetro de comprimento.

– Enterrar os bulbos com três a quatro centímetros de profundidade no solo.

Tipo de solo:

– Os canteiros deverão ser afofados, elevados do nível do chão e apresentar boa drenagem.

– O solo deverá apresentar textura argilo- arenosa, leves e profundos

– O solo precisará ser fértil, mas, não há necessidade de ser essencialmente rico em matéria orgânica.

– O solo precisará ser corrigido e o PH deve ficar próximo a neutro.

– As regas deverão ser regulares, sem saturação de água, e de preferência realizadas no final do dia.

– O alho poro desenvolve-se satisfatoriamente sob sol pleno.

Curiosidades:

– O alho poro é uma planta herbácea de folhas longas, largas, suculentas e verdes, com bainhas compridas, da mesma família do alho e a cebola.

– Atualmente a planta de origem européia é mundialmente conhecida. E segundo relatos, seu uso teve início na antiguidade pelos egípcios, gregos e romanos.

Uso medicinal:

O alho poro é amplamente utilizado na medicina da farmacopéia popular, sendo indicado para:

– Problemas digestivos, infecções, pressão alta, arteriosclerose, cálculos renais, fraquezas, infecções respiratórias, verminoses.

Propriedades: Antibiótica, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, vermífuga.

Partes usadas: Folhas, talos e sementes.

Como fazer mudas de alho: (utilizando como semente, o próprio dente de alho)

Como fazer mudas de alho:  (utilizando como semente, o próprio dente de alho)

(Produção de alho)

Nome científico: Allium sativum

Características Gerais:

O alho é uma planta  aromática, bulbosa, comestível,  pertencente da mesma  família da cebola e do alho poro, sendo amplamente utilizado como um tempero essencial na cotidiano das cozinhas do mundo inteiro, além de ter suas propriedades medicinais reconhecidas.

Como produzir alho utilizando como semente, o próprio dente de alho.

– Existem no mercado dois tipos de alho mais difundidos:  O alho branco e o alho roxo.

Época de Plantio:

No centro-sul do Brasil, a plantação vai desde o  final do verão até o final de outono, ou seja: do final de fevereiro a princípios de maio.

Tipo de solo:

– Os canteiros deverão ser afofados, elevados do nível do chão e apresentar boa drenagem.

– O solo deverá apresentar textura argilo- arenosa, leves e profundos

– O solo precisará ser fértil, mas, não há necessidade de ser essencialmente rico em matéria orgânica.

– O solo precisará ser corrigido e o PH deve ficar próximo a neutro.

– As regas deverão ser regulares, sem saturação de água, e de preferência realizadas no final do dia.

– O alho desenvolve-se satisfatoriamente sob sol pleno.

Como plantar:

– Enterrar os dentes com aproximadamente quatro centímetros de profundidade.

– Manter espaços de dez centímetros entre os dentes.

– Manter a distância ente as fileiras de vinte a vinte e cinco centímetros.

– Fazer uma cobertura morta de expessura fina com palha de arroz, ou qualquer outro material disponível, para evitar ervas invasoras.

– Fazer regas periódicas, sempre que o solo estiver seco, sem encharcar os canteiros.

– Fazer a remoção manual das ervas daninhas e invasoras.

Colheita :

– Utilizando-se sementes de cultivares precoces, o ciclo de produção gira em torno de 120 a 130 dias.

– O período da colheita será detectado quando as folhas começarem a amarelar e murchar, bem como a percepção dos bulbos já salientes e volumosos na superfície da terra dos canteiros.

– Imediatamente após a colheita, o alho deverá ser colocado, meio esparramado, em local sombreado sem qualquer umidade, para murchar as hastes e facilitar o processo de formação das réstias.

– Para conservação das réstias de alho durante todo o ano,  as mesmas deverão ser armazenadas em locais sombreados, ventilados e sem qualquer umidade.

Uso medicinal:

Segundo a farmacopéia popular, o alho tem muitas propriedades medicinais reconhecidas, prevenindo doenças como:

– Hipertensão.

– Fortalece o sistema imunológico.

– Combate o câncer gastrointestinal.

– Evita os riscos de infarto.

– Atua no Colesterol, diminuindo o LDL (considerado o colesterol ruim), e elevando os níveis do HDL (considerado colesterol bom)

Folclores e Crendices populares:

Há uma lenda entre os agricultores que produzem o alho para o seu uso anual doméstico, que prega o seguinte conceito:

– O último dia para se plantar alho, cuja safra será ricamente produtiva, com colheitas abundantes e de boa qualidade, produto bem granado, e que nunca apodrece durante todo o ano e nem falha sequer uma única colheita,  é o alho plantado na Sexta Feira Santa.

Diante  desse conceito, os agricultores preparam seus canteiros com antecedência, e na Sexta Feira Santa eles apenas enterram os dentes de alho na terra fofa, e ficam no  aguardo do esperado resultado.

 

Como fazer mudas de Babosa

Como fazer mudas de Babosa

Planta de uso cosmético e medicinal – (Aloé Vera)

Propagação:

– A propagação desta planta é feita por meio da técnica vegetativa.

– Utilizando-se das folhas e rebentos que pegam e se desenvolvem bem em terra fofa.

– Enterre-os no solo preparado que logo estarão se rebrotando, principalmente quando se tratarem de perfilhos da planta-mãe, já com  o sistema radicular pronto.

Cultivo:

– Solo: fofo, bem drenado e permeável, são os mais recomendados para o desenvolvimento da babosa. O cultivo da planta se dá bem em regiões de clima seco, pois ela não precisa de água.

– Clima: quente

Área mínima: quintais e vasos

Colheita: um ano para o primeiro corte

Espaçamento:

– O melhor espaçamento para pequenas áreas é de 1 x 1 metro.

–  A técnica mais indicada é cobrir o solo com substrato de palha de arroz, cascas de amendoim,  serragem, folhas em decomposição, fazendo  a proteção da superfície do solo com relação a insolação, contra a perda de nutrientes, evaporação da água, além da redução das plantas invasoras.

 Colheita:

– A primeira colheita se dá quando a planta emite novas brotações.

– As demais safras serão feitas a cada ano, antes da estação das chuvas, ocorrerão por  volta de outubro.

– A safra consiste em: Selecionar as folhas com cuidado, cortar manualmente  com instrumentos cortantes bem afiados, apenas as folhas periféricas da base, em geral pouco mais de cinco folhas por planta.

 Propriedades medicinais:

– Apesar do cheiro forte que exala. A babosa  (Aloé Vera), contém excelentes propriedades fitoterápicas indicadas para o tratamento estético, além de constituir-se em um medicamento sem igual para aliviar problemas na pele, como acnes e queimaduras.

– Reidratante e calmante, o gel viscoso dessa espécie ajuda a eliminar a dor quando aplicado sobre queimaduras.

– Da babosa é possível obter diversos produtos de uso cosmético e medicinal, pois ela é um ótimo bactericida, cicatrizante e tem capacidade para reidratar os cabelos e a pele.

Planta de origem africana.

Família – Liliáceas

A babosa conta com mais de 300 espécies,

O cultivo da planta não requer muito mistério,  o principal cuidado  que se deve ter com a cultura é o desbaste das invasoras.

Nota:- A região Nordeste possui as melhores condições para o plantio de babosa, quando a finalidade é produzir látex para a extração de aloína (laxante). Lugares secos e áridos, típicos da região, são onde a planta sofre estresse e aumenta a produção do látex.

Veja abaixo um vídeo dessa planta: